Não bastasse os brasileiros pagarem as taxas de embarque nos aeroportos mais caras do mundo, hoje a INFRAERO anunciou que elas vão subir ainda mais.
A notícia é de Rivadavia Severo, Jornal do Brasil.
A Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) vai propor a elevação das tarifas aeroportuárias ainda neste ano. Segundo o diretor financeiro da empresa, Sebastião Ferreira, o valor será definido pela equipe técnica e apresentada, neste semestre, à Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). Outra tarifa que está na mira da Infraero é a de embarque paga pelos passageiros em vôos nacionais e internacionais.
As tarifas aeroportuárias são cobradas para pouso e permanência no solo de aeronaves. Sem adiantar o valor do reajuste, Sebastião Ferreira confirmou que o aumento deve ser diferenciado pela qualidade de serviços oferecidos pelos aeroportos.
- A idéia é cobrar mais nos principais aeroportos - adiantou.
O presidente do Sindicato Nacional das Empresa Aeroportuárias, José Márcio Mollo, avisou que os custos serão repassados e aproveitou para criticar a empresa.
- Espero que a Infraero melhore os serviços na mesma proporção do aumento das tarifas - ironizou.
Segundo Ferreira, o reajuste é necessário para repor as perdas com altos gastos. A previsão para este ano é aumentar em 10,8% a receita da Infraero. Em 2007, de acordo com Ferreira, a empresa teve prejuízo com a cobrança dessas tarifas que não são reajustadas desde 1997.
O diretor da Infraero disse ainda que a abertura de capital da empresa está sendo avaliada em conjunto com o Ministério da Defesa e que, em 2007, a empresa registrou lucro líquido de R$ 261,2 milhões, 52% acima de 2006. Segundo Ferreira, o principal motivo do resultado positivo foi a redução das provisões de perda com empresas quebradas. Esse valor foi R$ 138,5 milhões, menor em 46,65% do que em 2006.
Vamos em frente.
A notícia é de Rivadavia Severo, Jornal do Brasil.
A Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) vai propor a elevação das tarifas aeroportuárias ainda neste ano. Segundo o diretor financeiro da empresa, Sebastião Ferreira, o valor será definido pela equipe técnica e apresentada, neste semestre, à Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). Outra tarifa que está na mira da Infraero é a de embarque paga pelos passageiros em vôos nacionais e internacionais.
As tarifas aeroportuárias são cobradas para pouso e permanência no solo de aeronaves. Sem adiantar o valor do reajuste, Sebastião Ferreira confirmou que o aumento deve ser diferenciado pela qualidade de serviços oferecidos pelos aeroportos.
- A idéia é cobrar mais nos principais aeroportos - adiantou.
O presidente do Sindicato Nacional das Empresa Aeroportuárias, José Márcio Mollo, avisou que os custos serão repassados e aproveitou para criticar a empresa.
- Espero que a Infraero melhore os serviços na mesma proporção do aumento das tarifas - ironizou.
Segundo Ferreira, o reajuste é necessário para repor as perdas com altos gastos. A previsão para este ano é aumentar em 10,8% a receita da Infraero. Em 2007, de acordo com Ferreira, a empresa teve prejuízo com a cobrança dessas tarifas que não são reajustadas desde 1997.
O diretor da Infraero disse ainda que a abertura de capital da empresa está sendo avaliada em conjunto com o Ministério da Defesa e que, em 2007, a empresa registrou lucro líquido de R$ 261,2 milhões, 52% acima de 2006. Segundo Ferreira, o principal motivo do resultado positivo foi a redução das provisões de perda com empresas quebradas. Esse valor foi R$ 138,5 milhões, menor em 46,65% do que em 2006.
Vamos em frente.
Não bastassem as confusões alopradas derivadas dos descontrole aéreo e a verdadeira “casa da mãe joana” em que se transformaram os aeroportos do país, temos que aturar mais um ministro mentiroso.
Claro, claro, eles sempre têm “justificativas” para sua própria incompetência, cobram abusivamente por um serviço que não prestam, mas, como já se tornou praxe no governo do Luiz Inácio, os culpados são sempre os outros, quando não a própria vítima, no caso, o passageiro que, feito idiota, acreditou que o “caos aéreo” acabou.
Quem nos conta é a Lúcia Hippolito em seu blog.
Claro, claro, eles sempre têm “justificativas” para sua própria incompetência, cobram abusivamente por um serviço que não prestam, mas, como já se tornou praxe no governo do Luiz Inácio, os culpados são sempre os outros, quando não a própria vítima, no caso, o passageiro que, feito idiota, acreditou que o “caos aéreo” acabou.
Quem nos conta é a Lúcia Hippolito em seu blog.
Acho que esqueceram de combinar com os passageiros. Na última sexta-feira, o caos tomou conta dos principais aeroportos brasileiros.
Às 09:00h todos os passageiros estão acomodados no avião da TAM, prontos para voar para Salvador. A gentil aeromoça serve balinhas.
A porta do avião se fecha, os aparelhos celulares são desligados.E nada.
Dez minutos depois, o comandante avisa que há problemas de tráfego aéreo. Somos o número sete na fila para decolar. Os aparelhos celulares são novamente ligados.
Mas, inexplicavelmente passamos para o 12º, depois para o 15º. Por que será que estávamos cedendo o lugar na fila?
(O caos aéreo acabou, assegura o ministro.)
Mais 20 minutos, e tudo se explica. A TAM dá um jeito de espremer dentro do avião os passageiros de um outro vôo, que também ia para Salvador. Assim, a companhia economia um avião e lota o outro. Azar dos passageiros que estão sentadinhos há mais de meia hora.
Quando, então, o comandante nos informa que os aeroportos de Guarulhos e de Belo Horizonte estão fechados por causa da chuva. Dezenas de aviões internacionais circulam o Galeão, gastando combustível, e precisam pousar.
Todas as decolagens são suspensas. O pátio se enche de aviões.Dentro do avião da TAM, o desconforto aumenta. Pessoas cancelam compromissos – sim, há gente, como eu, que vai à Bahia para trabalhar.
Turistas avisam que chegarão mais tarde. E nada.
Duas horas depois, o comandante libera o desembarque. Quem saiu do avião, voltou horrorizado: saguão apinhado, lanchonetes desabastecidas – só tinha água, parece.
(Mas o caos aéreo acabou, garante o ministro.)
Pontualmente ao meio-dia, exatas três horas depois do embarque, o vôo da TAM parte para Salvador.
Passageiros estressados, mas reconhecendo que mudou o comportamento da companhia: o comandante nos informou tudo – menos, é claro, que iriam atrasar nosso vôo para fazer lotação. (Não se pode querer tudo, afinal.)
Sábado, dia de pouco movimento, às 10:30h os passageiros do vôo da TAM que parte de Salvador às 11:35h já estão fazendo o check-in e se preparam para embarcar.O avião, que vem do Rio, ainda não pousou. E não há previsão para pouso. Tampouco há informação. A companhia está muda.
(Mas o caos aéreo terminou, enfatiza o ministro.)
O saguão começa a encher de gente, majoritariamente estrangeiros, que vêm à Bahia descansar nessa terra abençoada. Franceses, espanhóis e portugueses dizem as penúltimas sobre a desorganização e a desinformação brasileiras. Não falo russo nem alemão, mas as caras deles não são de quem esteja se divertindo muito.
Meio-dia e meio. Finalmente, o avião pousa. E a companhia permanece muda.
Os passageiros embarcam, são recebidos na porta do avião por um comandante e uma comissária de bordo, ambos com cara de paisagem.
Recebem uma descompostura dos franceses, sendo que um deles fala português e é francamente rude com o comandante.
Pontualmente às 14:00h, duas horas e meia depois do horário, o vôo da TAM decola de Salvador.
Resultado: em 24 horas, CINCO horas e MEIA de atraso, espera, irritação.
E escassa informação – parcial na ida, inteiramente ausente na volta.
(Mas o caos aéreo terminou, afirma o ministro.)
Alô, Anac! Alô, dra. Solange!