Adelson Elias Vasconcellos
Este projeto de desintegração nacional já o estamos denunciando há pelo menos dois anos. Ele iniciou antes do COMENTANDO A NOTÍCIA existir, início de 2006. São três frentes bem distintas, mas todas visando um mesmo resultado: uma frente, comandada por Lula desde que assumiu, dividindo ricos e pobres, como se um odiasse a existência do outro, o que, por sinal, é mentira.
A outra frente, que o Lula autorizou na ONU, quando assinou o tal Tratado de Autodeterminação dos Povos Indígenas, em 2005. Por ele o norte do Brasil poderá ser transformado em mais de 200 pequenas nações independentes.
E um terceiro, comandado também por Lula e capitaneado por Aécio Neves e Ciro Gomes, que é uma divisão de cunho regional, tentando demonizar o estado de São Paulo pelo simples fato dele ser o mais rico, num debate vagabundo e preconceituoso, tentando alimentar uma espécie de ódio nacional contra São Paulo. Lula o alimaenta desde sempre, quando viaja pelo Nordeste, principalmente, e de lá, como o bom covarde e inescrupuloso que é, acusa o sul do país pelas mazelas do Norte/Nordeste, esquecendo-se que o coronelismo que fez da região a mais pobre do país, nasceu no seio das elites políticas que sufocaram a região e a condenaram a uma pobreza eterna, dependente do paternalismo estatal.
Reparem que o elemento comum aos três movimentos chama-se Lula. Sim, por incrível que pareça, este senhor eleito presidente do Brasil, país cuja soberania e integridade jurou defender ao assumir, comporta-se exatamente ao contrário do que jurou fazer.
Comecemos pelo tal tratado que Lula assinou na ONU em 2005. Este espaço se orgulha de dizer que foi um dos primeiros e durante muito tempo foi um dos únicos a denunciar a manobra que representa um verdadeiro atentando à soberania e integridade do país. Insistentemente, estamos pedindo para que haja uma mobilização nacional para, primeiro, denunciar a trama em curso por conta de pressões internacionais cheias de maldosas intenções e, segundo, para que o país levante-se em uníssono para pressionar o Senado a não aprovar o tal tratado.
E sobre justamente este malfadado tratado que o jornalista Hélio Fernandes dedica um artigo em sua coluna na Tribuna da Imprensa, e que vale como uma conclamação. Não podemos, sob hipótese alguma, permitir que a nossa integridade territorial sinta-se sequer arranhada, e no presente caso, quanto mais quando o risco do esfacelamento é enorme.
Repito todas as afirmações que fiz ainda durante a campanha eleitoral de 2006: o Brasil corre o risco de realizar, na forma como o conhecemos, sua última eleição presidencial. O risco do Luiz Inácio dar seguimento ao projeto de desintegração do território nacional é imenso. É preciso exigir-lhe, ainda em campanha, que firme compromisso pontual com a manutenção tanto da soberania quanto da integridade do país, do contrário, em 2010, talvez não tenhamos mais Brasil de 2006. Exagero ? De modo algum, sequer foi preciso chegar à metade de seu segundo mandato para percebermos o quanto aquele alerta tinha a sua razão de ser. e recorrar ao arquivo do blog. Vocês encontrarão avisos de tipo em várias de nossas manifestações, além das denúncias do que fato representa o tratado de autodeterminação dos índios.
Porém, é preciso mais, é preciso mobilização de TODAS AS INSTITUIÇÕES NACIONAIS, e aqui é bom lembrar que, diante do risco, as Forças Armadas TEM O DEVER CONSTITUCIONAL para intervir e impedir que o mal aconteça e se alastre. E para tanto, ele pode agir acima e independente dos Poderes da República, incluindo aí a do seu próprio comandante maior que é o presidente da república. E que fique claro: fosse outro o presidente, e estivesse o petê e Lula na oposição, e muito provavelmente, o presidente no poder estaria com a corda no pescoço.
É preciso que a todos os órgãos de comunicação levante em sua voz para denunciar o crime que está praticando, e aos congressistas é imperioso que tomem a iniciativa para impedir o senhor Lula de dar seguimento ao seu projeto. A ninguém é dado direito de desintegrar o país, nem ao presidente, nem aos seus asseclas, tampouco a ninguém que se diga brasileiro.
Quanto aos dois outros processos, bem tem que ser muito mais do que Lula para conseguirem o intento. O preconceito provinciano e regionalista que ele comanda tendo como parceiros o Ciro Gomes, com sua boçalidade atrevida e sem caráter, e o apoio de Aécio Neves, incontido na sua ambição pessoal incapaz de refletir no mal que faz ao próprio país que diz priorizar, o tempo se encarregará de colocar cada um deles no seu devido lugar. E a divisão entre ricos e pobres, a continuar as atuais políticas do governo Lula, logo, logo, desaparecerão: seremos uma grande nação feita apenas de pobres. Os únicos a serem mais serão os assentados no poder, a dividir entre si o suor e o sacrifício da Nação, neste processo canalha de escravização para seu proveito pessoal.
Leiam a seguir o artigo do Hélio Fernandes no próximo post.
Este projeto de desintegração nacional já o estamos denunciando há pelo menos dois anos. Ele iniciou antes do COMENTANDO A NOTÍCIA existir, início de 2006. São três frentes bem distintas, mas todas visando um mesmo resultado: uma frente, comandada por Lula desde que assumiu, dividindo ricos e pobres, como se um odiasse a existência do outro, o que, por sinal, é mentira.
A outra frente, que o Lula autorizou na ONU, quando assinou o tal Tratado de Autodeterminação dos Povos Indígenas, em 2005. Por ele o norte do Brasil poderá ser transformado em mais de 200 pequenas nações independentes.
E um terceiro, comandado também por Lula e capitaneado por Aécio Neves e Ciro Gomes, que é uma divisão de cunho regional, tentando demonizar o estado de São Paulo pelo simples fato dele ser o mais rico, num debate vagabundo e preconceituoso, tentando alimentar uma espécie de ódio nacional contra São Paulo. Lula o alimaenta desde sempre, quando viaja pelo Nordeste, principalmente, e de lá, como o bom covarde e inescrupuloso que é, acusa o sul do país pelas mazelas do Norte/Nordeste, esquecendo-se que o coronelismo que fez da região a mais pobre do país, nasceu no seio das elites políticas que sufocaram a região e a condenaram a uma pobreza eterna, dependente do paternalismo estatal.
Reparem que o elemento comum aos três movimentos chama-se Lula. Sim, por incrível que pareça, este senhor eleito presidente do Brasil, país cuja soberania e integridade jurou defender ao assumir, comporta-se exatamente ao contrário do que jurou fazer.
Comecemos pelo tal tratado que Lula assinou na ONU em 2005. Este espaço se orgulha de dizer que foi um dos primeiros e durante muito tempo foi um dos únicos a denunciar a manobra que representa um verdadeiro atentando à soberania e integridade do país. Insistentemente, estamos pedindo para que haja uma mobilização nacional para, primeiro, denunciar a trama em curso por conta de pressões internacionais cheias de maldosas intenções e, segundo, para que o país levante-se em uníssono para pressionar o Senado a não aprovar o tal tratado.
E sobre justamente este malfadado tratado que o jornalista Hélio Fernandes dedica um artigo em sua coluna na Tribuna da Imprensa, e que vale como uma conclamação. Não podemos, sob hipótese alguma, permitir que a nossa integridade territorial sinta-se sequer arranhada, e no presente caso, quanto mais quando o risco do esfacelamento é enorme.
Repito todas as afirmações que fiz ainda durante a campanha eleitoral de 2006: o Brasil corre o risco de realizar, na forma como o conhecemos, sua última eleição presidencial. O risco do Luiz Inácio dar seguimento ao projeto de desintegração do território nacional é imenso. É preciso exigir-lhe, ainda em campanha, que firme compromisso pontual com a manutenção tanto da soberania quanto da integridade do país, do contrário, em 2010, talvez não tenhamos mais Brasil de 2006. Exagero ? De modo algum, sequer foi preciso chegar à metade de seu segundo mandato para percebermos o quanto aquele alerta tinha a sua razão de ser. e recorrar ao arquivo do blog. Vocês encontrarão avisos de tipo em várias de nossas manifestações, além das denúncias do que fato representa o tratado de autodeterminação dos índios.
Porém, é preciso mais, é preciso mobilização de TODAS AS INSTITUIÇÕES NACIONAIS, e aqui é bom lembrar que, diante do risco, as Forças Armadas TEM O DEVER CONSTITUCIONAL para intervir e impedir que o mal aconteça e se alastre. E para tanto, ele pode agir acima e independente dos Poderes da República, incluindo aí a do seu próprio comandante maior que é o presidente da república. E que fique claro: fosse outro o presidente, e estivesse o petê e Lula na oposição, e muito provavelmente, o presidente no poder estaria com a corda no pescoço.
É preciso que a todos os órgãos de comunicação levante em sua voz para denunciar o crime que está praticando, e aos congressistas é imperioso que tomem a iniciativa para impedir o senhor Lula de dar seguimento ao seu projeto. A ninguém é dado direito de desintegrar o país, nem ao presidente, nem aos seus asseclas, tampouco a ninguém que se diga brasileiro.
Quanto aos dois outros processos, bem tem que ser muito mais do que Lula para conseguirem o intento. O preconceito provinciano e regionalista que ele comanda tendo como parceiros o Ciro Gomes, com sua boçalidade atrevida e sem caráter, e o apoio de Aécio Neves, incontido na sua ambição pessoal incapaz de refletir no mal que faz ao próprio país que diz priorizar, o tempo se encarregará de colocar cada um deles no seu devido lugar. E a divisão entre ricos e pobres, a continuar as atuais políticas do governo Lula, logo, logo, desaparecerão: seremos uma grande nação feita apenas de pobres. Os únicos a serem mais serão os assentados no poder, a dividir entre si o suor e o sacrifício da Nação, neste processo canalha de escravização para seu proveito pessoal.
Leiam a seguir o artigo do Hélio Fernandes no próximo post.