É impressionante a cara de pau, para não dizer cretinice mesmo, com que se comportam boa parte da imprensa brasileira, a ala esquerdista diga-se logo, além de alguns especialistas, muitos dos quais sequer viveram o país da ditadura militar e do descalabro dos anos de Sarney e Collor, em que a economia afundou de vez. A falta de memória desta gente chega a ser a coisa mais absurda que se pode escrever sobre o Brasil de antes de 2003 e o de depois.
O caso da crise financeira americana, que tem provocado calafrios nos principais mercados da Europa, além é claro de uma quebradeira generalizada de instituições financeiras americanas, tem sido comemorada do lado de cá pelo fato de nos afetar em nada, com a nossa economia bombando cada vez mais.
Primeiro, que a tal crise, regra geral, NÃO ESTÁ ATINGINDO NENHUM PAÍS EMERGENTE, e não só o Brasil como se tenta mostrar. E não está nos atingindo pela simples razão de que os Bancos Centrais americano e os da Inglaterra e da Comunidade Européia têm intervido de forma bastante ampla para impedir que a crise se alastre. Não fossem tais intervenções, e por certo, todo os escudos de proteção amplamente enaltecidos por nossas autoridades econômicas, estariam a perigo.
Além disso, devemos nos questionar em quais medidas adotadas a partir de janeiro de 2003 está amparada esta maré mansa vivida pela economia verde-amarela! Que projeto econômico foi implementado pelo atual governo para ancorar indicadores tão sobejamente positivos com os quais se tenta provar o nuncadantez?
Rigorosamente, a solidez de nossa economia no momento nasceu e cresceu no período anterior ao do atual governo, e com medidas que Lula e petistas foram intransigentemente contrários quando de sua aplicação. Se foram contrários ao tempo da implementação da atual política, não poderiam, obviamente, arrolarem para si os méritos de um trabalho que não fizeram e até se opuseram. E é aí que a “parte esquerdista” da imprensa peca seja pela desinformação, seja pela má memória, seja até pela injustiça que cometem contra os verdadeiros pais do sucesso atual.
E, se esta parte da imprensa desejasse de fato informar a verdade ao povo brasileiro começaria pelo fato de que poderíamos estar muito além do ponto atual, o povo brasileiro poderia estar no melhor dos mundos não fosse o fato de que o atual governo impediu o país de crescer movido por duas razões: uma, pela própria incompetência de adotar uma política econômica diferente da que recebeu pronta, razão pela qual não avançamos nas reformas indispensáveis a um crescimento vertiginoso não apenas necessário bem como oportuno com o momento que a economia mundial viveu naquele período. E reformas aqui não são apenas aquelas conhecidas por todos como a política, a tributária, dentre outras, mas também no campo da infra-estrutura. Se hoje precisamos conter um pouco nosso ritmo não é por conta da crise financeira americana, e sim por não termos suporte interno que sustente um ritmo maior, e falo das a´reas de transportes, energia, etc., além do educacional, cujos indicadores não desmente o fato de que estamos de marcha a ré.
Sendo assim, deveria a imprensa, como todo um todo, em nome da verdadeira dimensão dos fatos e em consonância com a nossa realidade, que a propaganda tenta maquiar com espetáculos de pura fantasia, a começar por três áreas sensíveis nas quais o atual governo tentou atuar e provocou retrocesso como se vê na educação, saúde e segurança pública. E se ainda avançarmos a análise para o campo institucional, então, fica claro o quanto o país regrediu desde 2003.
Portanto, os “fantásticos” números da aprovação popular do atual são aceitos apenas quando os imaginamos possíveis a partir da desinformação que boa parte da imprensa proporciona, e da cada vez mais enganosa – e caríssima – propaganda oficial. Menos mal que nem todos se deixam seduzir pela balela mistificadora.
Como conclusão resta afirmar que, se engana quem quer ou quem se aproveita dos falsos méritos arrolados como feitos atuais. Naquilo em que este governo pode agir, as ações foram de tal sorte manipuladas que ficam vendendo no balcão um produto sem conteúdo, estão entregando uma embalagem bonita por fora, mas oca, sem conteúdo algum.
Nos campos da educação, saúde e segurança, ainda será possível recuperar o tempo perdido com a adoção de ações minimamente decentes. Porém, preocupa é o campo institucional. Este nos provocará terríveis dores de cabeça e a correção de rumo não será tarefa das mais fáceis. Infelizmente.
O caso da crise financeira americana, que tem provocado calafrios nos principais mercados da Europa, além é claro de uma quebradeira generalizada de instituições financeiras americanas, tem sido comemorada do lado de cá pelo fato de nos afetar em nada, com a nossa economia bombando cada vez mais.
Primeiro, que a tal crise, regra geral, NÃO ESTÁ ATINGINDO NENHUM PAÍS EMERGENTE, e não só o Brasil como se tenta mostrar. E não está nos atingindo pela simples razão de que os Bancos Centrais americano e os da Inglaterra e da Comunidade Européia têm intervido de forma bastante ampla para impedir que a crise se alastre. Não fossem tais intervenções, e por certo, todo os escudos de proteção amplamente enaltecidos por nossas autoridades econômicas, estariam a perigo.
Além disso, devemos nos questionar em quais medidas adotadas a partir de janeiro de 2003 está amparada esta maré mansa vivida pela economia verde-amarela! Que projeto econômico foi implementado pelo atual governo para ancorar indicadores tão sobejamente positivos com os quais se tenta provar o nuncadantez?
Rigorosamente, a solidez de nossa economia no momento nasceu e cresceu no período anterior ao do atual governo, e com medidas que Lula e petistas foram intransigentemente contrários quando de sua aplicação. Se foram contrários ao tempo da implementação da atual política, não poderiam, obviamente, arrolarem para si os méritos de um trabalho que não fizeram e até se opuseram. E é aí que a “parte esquerdista” da imprensa peca seja pela desinformação, seja pela má memória, seja até pela injustiça que cometem contra os verdadeiros pais do sucesso atual.
E, se esta parte da imprensa desejasse de fato informar a verdade ao povo brasileiro começaria pelo fato de que poderíamos estar muito além do ponto atual, o povo brasileiro poderia estar no melhor dos mundos não fosse o fato de que o atual governo impediu o país de crescer movido por duas razões: uma, pela própria incompetência de adotar uma política econômica diferente da que recebeu pronta, razão pela qual não avançamos nas reformas indispensáveis a um crescimento vertiginoso não apenas necessário bem como oportuno com o momento que a economia mundial viveu naquele período. E reformas aqui não são apenas aquelas conhecidas por todos como a política, a tributária, dentre outras, mas também no campo da infra-estrutura. Se hoje precisamos conter um pouco nosso ritmo não é por conta da crise financeira americana, e sim por não termos suporte interno que sustente um ritmo maior, e falo das a´reas de transportes, energia, etc., além do educacional, cujos indicadores não desmente o fato de que estamos de marcha a ré.
Sendo assim, deveria a imprensa, como todo um todo, em nome da verdadeira dimensão dos fatos e em consonância com a nossa realidade, que a propaganda tenta maquiar com espetáculos de pura fantasia, a começar por três áreas sensíveis nas quais o atual governo tentou atuar e provocou retrocesso como se vê na educação, saúde e segurança pública. E se ainda avançarmos a análise para o campo institucional, então, fica claro o quanto o país regrediu desde 2003.
Portanto, os “fantásticos” números da aprovação popular do atual são aceitos apenas quando os imaginamos possíveis a partir da desinformação que boa parte da imprensa proporciona, e da cada vez mais enganosa – e caríssima – propaganda oficial. Menos mal que nem todos se deixam seduzir pela balela mistificadora.
Como conclusão resta afirmar que, se engana quem quer ou quem se aproveita dos falsos méritos arrolados como feitos atuais. Naquilo em que este governo pode agir, as ações foram de tal sorte manipuladas que ficam vendendo no balcão um produto sem conteúdo, estão entregando uma embalagem bonita por fora, mas oca, sem conteúdo algum.
Nos campos da educação, saúde e segurança, ainda será possível recuperar o tempo perdido com a adoção de ações minimamente decentes. Porém, preocupa é o campo institucional. Este nos provocará terríveis dores de cabeça e a correção de rumo não será tarefa das mais fáceis. Infelizmente.