domingo, agosto 22, 2010

Leituras de domingo

Comentando a Notícia

Há muita coisa boa para se ler neste domingo. A seleção dos artigos abaixo obedece o critério da relevância dos temas abordados, além, é claro, de que seus articulistas serem, reconhecidamente, independentes. Nosso espaço não “acalenta” tampouco “abraça causas”, a não ser as que colaboram para um país mais justo, livre, democrático não apenas no nome, e mais educado e civilizado.

Chutamos o traseiro dos rendidos, genuflexos ao atraso, os que vendem a alma ao diabo em troca de favores especiais e pessoais. Independente são os que, mesmo diante dos muros de Berlim, gritam  e protestam e sempre dão o primeiro passo para derrubarem nem que seja um isolado tijolo. Independentes são os sempre sabem separar o que pertence ao Estado, propriedade da sociedade, dos partidos que, transitoriamente, circulam pelo poder. Independentes são os que separam o joio do trigo, e não ficam à mercê da privatização deste mesmo Estado por grupos políticos, bandos de sindicalistas ou oligarquias políticas, sempre à espreita para refestelarem-se nas benesses, usurpando de algo que não lhes pertencem.

Direitos humanos, o uso mau caráter da Petrobrás, as mentiras que os números reais não conseguem mascarar sobre as falsas realizações de PAC mistificadores, a deformação da Educação pública, e, claro, uma campanha eleitoral que mascara a ditadura disfarçada já em pleno funcionamento neste país das maravilhas de lulismo no poder, e um povo pobre, faminto, enganado, explorado às ultimas consequências para o alimento febril de poder de um grupo de insanos.

A seleção de textos visa, antes de tudo, esclarecer e fazer refletir. Dá tempo para o país cair na real e evitar que seu futuro seja esmigalhado vestindo o manto cruel da mistificação. Ah, se diante deste patético quadro da nossa atual realidade política você sentir uma certa queimação na boca do estômago, saiba que o melhor antiácido é o 3 de outubro próximo. Lembro que li, certa feita, uma pichação num muro que é exemplar: “Faça um político trabalhar: não o reeleja”.

E se você não quer a continuidade do estado precário com que este governo tratou a saúde pública, a educação (leia o artigo do Sardenberg abaixo), a segurança, é simples, meu caro: vote pela mudança, nunca pela continuidade. Afinal, pagar o que pagamos de imposto para não termos estado algum, já que ele está repartido e privatizado por PT e PMDB, melhor apostar na mudança. O pior que pode acontecer? Ora, é não mudar coisa alguma, mas pelo menos a gente terá dado um recado: a de que o povo brasileiro, ainda é dono da sua vontade, e não um mero produto que passa de um dono para outro de forma imperial.