Movimentos sociais (?) declaram apoio a Dilma
Sílvia Freire, Folha de São Paulo
O MST, a Via Campesina e outros 13 movimentos sociais e sindicatos divulgaram hoje um manifesto contra a candidatura à Presidência de José Serra (PSDB), identificado por eles como o representante da "proposta neoliberal" para o país.
O conteúdo do manifesto faz mais criticas a Serra do que elogios à candidatura de Dilma Rousseff (PT), que, segundo os movimentos, reúne em seu arco de alianças "forças políticas que se contrapõem às demandas sociais".
O candidato tucano foi descrito no manifesto como "agressivo" e é acusado de perseguir jornalistas em entrevistas, de ter tentado intervir em julgamentos do STF (Supremo Tribunal Federal) e de ter espalhado mentiras e acusações infundadas na campanha.
"A candidatura de José Serra nos surpreendeu, não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível da sua campanha presidencial", diz um trecho do manifesto.
Segundo o documento, a campanha da petista Dilma Rousseff buscou "de forma pragmática" divulgar as políticas sociais e o desenvolvimento econômico obtido no governo Lula, "apoiando-se na popularidade e nos enorme índices de aprovação do atual governo".
Para os movimentos sociais, no primeiro turno não ocorreram debates sobre os principais problemas da população brasileira.
No segundo turno, MST e Via Campesina e outros movimentos como MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores) afirmam no manifesto que "é preciso derrotar a candidatura Serra, que representa as forças direitistas e fascistas do país".
Na eleição de 2006, o MST apoiou a candidatura de Lula no segundo turno da eleição também com o discurso de que era preciso derrotar a direita, na época, representada pelo candidato tucano Geraldo Alckmin.
Os movimentos afirmam que, independentemente de quem seja o presidente eleito, vão continuar a "lutar pela expansão das liberdades e dos direitos democráticos oprimidos".
Integrantes do MST invadem Banco do Brasil em Ribeirão Preto
Cerca de 150 integrantes do MST invadiram no final da manhã desta sexta-feira a superintendência estadual do Banco do Brasil, que fica no RibeirãoShopping, em Ribeirão Preto (SP).
Participam da invasão representantes das famílias do assentamento Mário Lago, antiga Fazenda da Barra.
O objetivo dos sem-terra é pressionar o banco a liberar recurso para a construção de moradias no assentamento.
Cada família, diz o MST, tem direito a um valor de R$ 15 mil como apoio para construção de moradias no Mário Lago, mas o BB só teria liberado R$ 7.000.
Neste momento, uma comissão de quatro sem-terra está em reunião com a direção do banco.
***** COMENTANDO A NOTÍCIA:
Um recado para os produtores rurais brasileiros: olhem bem para a foto ao alto. Viram? Então, agora vocês já sabem o que devem fazer no dia 31 de outubro para, literalmente, salvarem suas lavouras das pragas...
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