domingo, janeiro 29, 2012

A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Comentando a Notícia

O texto a seguir é de Julio Severo, foi postado na página da Mídia Sem Máscara (link ao lado) e, por si só, relata o horror a que o país está sendo levado por uma total inversão de valores e que, em nome de se defender o direito dos homossexuais serem como são, ultrapassa-se todos os limites da decência, da honra, do respeito ao próximo, como se toda a sociedade brasileira fosse um abismo onde vicejam apenas a imoralidade e a libertinagem. 

É bom que os pais e mães honrados, que verdadeiramente se preocupam com a formação honrada e honesta para seus filhos, acordem para o estado de penúria moral a que o país está sendo conduzido e submetido.

Ninguém está impedido de exercer, livremente, dentro dos limites do decoro, sua opção sexual. Contudo, e isto é elementar em qualquer sociedade civilizada, o direito de um jamais pode invadir o direito de outrem. E isto, no relato a seguir, fica claro o quanto o direito de outros foi estupidamente invadido e o que é pior: foi simplesmente ignorado pelo Estado. E não se trata apenas de um simples direito, senão o direito de uma criança de apenas dez anos de idade. 

Mas que raios, que sociedade é esta que se está tentando impor à população brasileira, a de barbárie? Sem limites nem decência, sem moral e nem honra, sem respeito aos direitos de uma simples criança que se vê diante de flagrante desrespeito à sua própria formação? 

É claro que a grande imprensa – parte inclusive constrangida – sequer dará uma linha sequer ao acontecido. Mas deveria, no sentido de mostrar ao país o quão absurdo é a tentativa de alguns homossexuais tentarem  se impor aos costumes da sociedade sem freio algum. Querem liberdade de união, pois bem, a conseguiram, mesmo que para tanto o STF arbitrariamente tenha infringido dispositivo constitucional. Mas, por favor, não venham obrigar ao restante do país a tolerar seus abusos e comportamentos indecentes. Se ao casal heterossexual é vedado praticar sexo em público, a um homossexual masculino deve ser vedado seu ingresso em um banheiro feminino. Ali, definitivamente, não é o seu lugar.

Porque é preciso distinguir entre a tolerância que, de certa forma, tem sido conseguida, da imposição forçada  de aceitação de seu jeito de ser. Se eles não toleram preconceitos e se a violência contra seu jeito de ser deve ser condenável, da mesma forma, e em sentido contrário, eles devem adotar o código de conduta moral que A TODOS está definido em lei. A sociedade tem o direito de exigir que não seja violentada pelo desregramento de comportamentos que avançam os limites do decoro. Esta ausência de limites, nenhuma lei no mundo será capaz de garantir-lhes, e isto, senhores, não é homofobia, e sim civilização. Assim, que cada um fique na sua e respeite os limites individuais que cada um está sujeito, seja ele homo ou heterossexual. Ser homossexual não é um salvo conduto para comportamentos repulsivos e de puro desrespeito aos demais cidadãos. Há limites para tudo!!!

Segue o texto do Julio Severo.

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O jornal Folha de São Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina de apenas dez anos está envolvida.

Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”

A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.

O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.

Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.

A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.

Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.

Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.

O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.

Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.

A Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.

Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.

Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.

Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.

Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?

Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia”, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.

A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.

Como resultado direto dessa lei:

* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.

* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.

* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.

* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.

* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.

Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?

Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de dez anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?