domingo, julho 12, 2015

CUSTO DA LUXÚRIA: Era PT usou cartão para torrar R$ 615 milhões

Diário do Poder

Lula tornou sigilosos 95% dos gastos pela 'segurança do Estado'


Cerca de 95% dos gastos são sigilosos para 'segurança do Estado'

Nos governos petistas de Lula e Dilma, de 2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos somaram R$ 615 milhões. Cerca de 95% dessas despesas são “secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos extravagantes. Em 2002, o último ano do governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.

Ministros de Lula foram flagrados usando cartão corporativo para pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabeleireira, aluguel de carro, etc.

A anarquia chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações comprar duas mesas de sinuca usando o cartão.

Em São Bernardo, seguranças da família do então presidente Lula pagaram equipamentos de musculação com cartão corporativo.

No governo Lula, seguranças de sua filha Lurian pagaram com cartão corporativo R$ 55 mil em material de construção, ferragens etc. 

****** COMENTANDO A NOTÍCIA:

Eis aí um bom combate para o Congresso enfrentar a presidência da República. Não sei como se faria do ponto de vista legal, mas creio que  se fosse aprovada lei tornando obrigatória a transparência de TODO E QUALQUER GASTO da Presidência da República e, ainda assim, o mesmo sendo submetido à análise do TCU, este decreto absurdo assinado por Lula, ainda durante seu primeiro mandato,  iria para a lata do lixo que é o lugar que merece.  Não há nenhuma justificativa ou impedimento legal  para gasto público ser sigiloso, ficar ocultado da sociedade que é, afinal,. quem banca a conta toda. 

E se for aberta esta caixa preta, tenham certeza de que muita despesa de natureza exclusivamente pessoal, terá sido bancada com dinheiro público, o que caracteriza crime. 

Para um país tão carente de investimentos na educação, saúde e segurança, é inadmissível o alto valor torrado em despesas “sigilosas”, quanto mais se tais despesas não atendem ao interesse público e são feitas apenas para bancar a luxúria dos governantes.!