O Estado de S.Paulo
Dezenas de ambulâncias e veículos do corpo de bombeiros foram enviados para o local da tragédia; mais de 300 pessoas participam dos trabalhos de resgate
Foto: REUTERS/Ramzi Boudina
Dezenas de ambulâncias e veículos do corpo
de bombeiros foram enviados para o local da tragédia
O porta-voz da agência de proteção civil Farouk Achour disse que o número de vítimas ainda é "provisório". Ele afirmou que alguns passageiros foram "extraídos com queimaduras profundas causadas pela fuselagem em chamas".
ARGEL - Ao menos 257 pessoas morreram, incluindo 26 membros da Frente Polisário (movimento de independência do Saara Ocidental), após a queda de um avião militar nesta quarta-feira, 11, pouco depois de ele decolar perto da base aérea de Boufarik, a 30 km de Argel, capital da Argélia, de acordo com informações oficiais. Alguns sobreviventes já foram resgatados.
Dezenas de ambulâncias e veículos do corpo de bombeiros foram enviados para o local da tragédia. Mais de 300 pessoas participam dos trabalhos de resgate.
Um comunicado do Ministério de Defesa argelino indicou que o titular, Gaid Salah, interrompeu uma visita de dois dias à Segunda Região Militar e ordenou a formação de uma comissão de investigação para identificar as causas do acidente. O general expressou suas "sinceras condolências às famílias" das vítimas, segundo a nota oficial.
Em fevereiro de 2014, 77 pessoas - militares e seus parentes - morreram na queda de um Hercules C-130 do Exército argelino a 500 km da capital Argel. Apenas uma pessoa sobreviveu ao acidente, que o Ministério da Defesa atribuiu na época às más condições meteorológicas. /
Com informações agências AFP, AP e EFE
