.
Da Agência Estado
.
Dois caminhões carregados de sementes e adubo foram queimados ontem num ataque de invasores aos funcionários da Fazenda Coqueiros que estavam plantando soja, em Coqueiros do Sul, no noroeste do Rio Grande do Sul. O capataz Dario Tagliari atribuiu a ação aos sem-terra acampados numa área próxima, do lado de fora da propriedade rural. Depois de afugentar os peões e atear fogo aos veículos, os agressores saíram da fazenda.
.
.
Dois caminhões carregados de sementes e adubo foram queimados ontem num ataque de invasores aos funcionários da Fazenda Coqueiros que estavam plantando soja, em Coqueiros do Sul, no noroeste do Rio Grande do Sul. O capataz Dario Tagliari atribuiu a ação aos sem-terra acampados numa área próxima, do lado de fora da propriedade rural. Depois de afugentar os peões e atear fogo aos veículos, os agressores saíram da fazenda.
.
A coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) negou que seus militantes tenham participado da ação. A Fazenda Coqueiros, de propriedade da família Guerra, está sob pressão do MST desde abril de 2004 e já sofreu quatro invasões com montagem de acampamento em seu território de 7 mil hectares, além de dezenas de atos rápidos de sabotagem a plantios e colheitas.
COMENTANDO A NOTICIA: E o governador reeleito do Mato Grosso, Blairo Maggi ainda tem peito de ir ao Rio Grande do Sul fazer campanha por Olívio Dutra, sabidamente um ferrenho defensor do MST ? Tristes tempos em que nossos governantes podendo lutar para acabar com a anarquia, dão-lhe as costas por míseros centavos !!!
.
Blairo, que logo após Alckmin ser declarado candidato pela coligação PSDB/PFL, declarou seu apoio ao tucano, ignorou sua coerência e até sua origem. Governando um estado em a força de sua economia está basicamente assentada na agro-pecuária, ignorou os quatro anos em que Lula simplesmente abandonou o setor, levando milhares de agro-pecuaristas de pequeno, médio e grande porte a uma crise sem precedentes nos últimos trinta anos.
.
No primeiro turno, o preço do “apoio” foram 126,0 milhões, pagáveis em três parcelas, verba a que o estado tem direito por conta da Lei Kandir. Portanto, não foi nenhum favor de Lula garantir o repasse das verbas. Era um direito do Estado que até poderia ter recorrido à Justiça para fazer o governo federal cumprir seu dever constitucional. Já no segundo turno o “ágio” foram 3,0 bilhões dos quais o primeiro bilhão já foi repassado.
.
Em campanha no sul, em favor de candidatos lullistas, Blairo precisou experimentar o gosto amargo das vaias dos produtores rurais. “Um líder às vezes tem que contrariar seu rebanho”, declarou Blairo depois de trair seu partido e declarar apoio a Lula em troca de "alfinetes".
.
Nada mais falso e incoerente. Nunca vi um líder trair a vontade de seu povo, senhor Maggi. Até pelo contrário, se é líder, deve-se ao fato de catalisar a vontade deste povo e lutar por tais ideais. Seria honesto você alegar isto em sua defesa, se antes de reeleito tivesse sido honesto em confessar suas simpatias por Lula. E mais: o preço pelo qual você se vendeu, não é nenhum favor do governo federal para o Mato Grosso. É um direito. Mire-se no exemplo de São Paulo e seus governantes, Covas e Alckmin. Apesar do corte de recursos na segurança pública, não ficaram em cima do muro se lamentando e nem se deixaram cooptar. Foi o estado da federação que apresentou os melhores índices de eficiência no combate ao crime. E mais: não pense o governador que sua “aliança” evitará que o MST poupe as propriedades produtivas do Estado, nem de que seja implementada uma portaria do governo federal, para facilitar as desapropriações de áreas rurais. Por esta portaria, mesmo sendo produtiva, mas não atingindo um determinado índice de produtividade, a área poderá ser tomada. Só que tal índice, diga-se de passagem, para ser atingido, precisará ser combinado com São Pedro para ser regulado o nível de chuvas no tempo certo !!!!
COMENTANDO A NOTICIA: E o governador reeleito do Mato Grosso, Blairo Maggi ainda tem peito de ir ao Rio Grande do Sul fazer campanha por Olívio Dutra, sabidamente um ferrenho defensor do MST ? Tristes tempos em que nossos governantes podendo lutar para acabar com a anarquia, dão-lhe as costas por míseros centavos !!!
.
Blairo, que logo após Alckmin ser declarado candidato pela coligação PSDB/PFL, declarou seu apoio ao tucano, ignorou sua coerência e até sua origem. Governando um estado em a força de sua economia está basicamente assentada na agro-pecuária, ignorou os quatro anos em que Lula simplesmente abandonou o setor, levando milhares de agro-pecuaristas de pequeno, médio e grande porte a uma crise sem precedentes nos últimos trinta anos.
.
No primeiro turno, o preço do “apoio” foram 126,0 milhões, pagáveis em três parcelas, verba a que o estado tem direito por conta da Lei Kandir. Portanto, não foi nenhum favor de Lula garantir o repasse das verbas. Era um direito do Estado que até poderia ter recorrido à Justiça para fazer o governo federal cumprir seu dever constitucional. Já no segundo turno o “ágio” foram 3,0 bilhões dos quais o primeiro bilhão já foi repassado.
.
Em campanha no sul, em favor de candidatos lullistas, Blairo precisou experimentar o gosto amargo das vaias dos produtores rurais. “Um líder às vezes tem que contrariar seu rebanho”, declarou Blairo depois de trair seu partido e declarar apoio a Lula em troca de "alfinetes".
.
Nada mais falso e incoerente. Nunca vi um líder trair a vontade de seu povo, senhor Maggi. Até pelo contrário, se é líder, deve-se ao fato de catalisar a vontade deste povo e lutar por tais ideais. Seria honesto você alegar isto em sua defesa, se antes de reeleito tivesse sido honesto em confessar suas simpatias por Lula. E mais: o preço pelo qual você se vendeu, não é nenhum favor do governo federal para o Mato Grosso. É um direito. Mire-se no exemplo de São Paulo e seus governantes, Covas e Alckmin. Apesar do corte de recursos na segurança pública, não ficaram em cima do muro se lamentando e nem se deixaram cooptar. Foi o estado da federação que apresentou os melhores índices de eficiência no combate ao crime. E mais: não pense o governador que sua “aliança” evitará que o MST poupe as propriedades produtivas do Estado, nem de que seja implementada uma portaria do governo federal, para facilitar as desapropriações de áreas rurais. Por esta portaria, mesmo sendo produtiva, mas não atingindo um determinado índice de produtividade, a área poderá ser tomada. Só que tal índice, diga-se de passagem, para ser atingido, precisará ser combinado com São Pedro para ser regulado o nível de chuvas no tempo certo !!!!