Luciana Mattiussi, Jornal da Tarde
Os computadores do programa PC Conectado - criado pelo governo federal com o objetivo de aumentar o acesso da população de baixa renda à computação e informática - irão sofrer alterações para ficarem mais potentes. O assessor especial da Presidência da República e coordenador do programa, José Luiz de Aquino, adiantou que entre elas estão o aumento da memória mínima de 128 megabytes para 256 megabytes, a inclusão de monitores de cristal líquido de 14 polegadas e a extinção dos leitores de disquetes.
Os computadores do programa PC Conectado - criado pelo governo federal com o objetivo de aumentar o acesso da população de baixa renda à computação e informática - irão sofrer alterações para ficarem mais potentes. O assessor especial da Presidência da República e coordenador do programa, José Luiz de Aquino, adiantou que entre elas estão o aumento da memória mínima de 128 megabytes para 256 megabytes, a inclusão de monitores de cristal líquido de 14 polegadas e a extinção dos leitores de disquetes.
.
Essas alterações foram propostas pela própria indústria do setor em outubro, mas ainda não há previsão de quando irão chegar aos consumidores. O Ministério da Ciência e Tecnologia afirma apenas que “será em breve” e também não descarta outras mudanças com o objetivo “de adequar o computador à modernização de equipamentos similares”. O Ministério ainda garante que, apesar de as máquinas ficarem melhores, elas não sofrerão alterações de preços. Lançado em 2005, o Computador para Todos, como também é chamado, permite a venda de máquinas por até R$ 1,4 mil em 24 parcelas com juros mensais fixos de 2%. Esses computadores são mais baratos devido à isenção de impostos.
Essas alterações foram propostas pela própria indústria do setor em outubro, mas ainda não há previsão de quando irão chegar aos consumidores. O Ministério da Ciência e Tecnologia afirma apenas que “será em breve” e também não descarta outras mudanças com o objetivo “de adequar o computador à modernização de equipamentos similares”. O Ministério ainda garante que, apesar de as máquinas ficarem melhores, elas não sofrerão alterações de preços. Lançado em 2005, o Computador para Todos, como também é chamado, permite a venda de máquinas por até R$ 1,4 mil em 24 parcelas com juros mensais fixos de 2%. Esses computadores são mais baratos devido à isenção de impostos.
.
A extinção dos leitores de disquetes deve baratear o preço final. Segundo Aquino, eles já não são necessários, pois os computadores já vêm equipados com gravadores de CD. “Com isso, o fabricante gastará cerca de R$ 35 a menos, o que vai baratear o preço das máquinas.” Ele também informa que, por conta dos avanços do setor, já é possível colocar nos PCs um pente de 256 Mb sem elevar o custo.
A extinção dos leitores de disquetes deve baratear o preço final. Segundo Aquino, eles já não são necessários, pois os computadores já vêm equipados com gravadores de CD. “Com isso, o fabricante gastará cerca de R$ 35 a menos, o que vai baratear o preço das máquinas.” Ele também informa que, por conta dos avanços do setor, já é possível colocar nos PCs um pente de 256 Mb sem elevar o custo.
.
Assim que o acordo com as alterações for finalizado, será criada uma nova regulamentação para o programa. Depois disso, os fabricantes terão um prazo de 90 dias, provavelmente, para se adaptar às normas.
Assim que o acordo com as alterações for finalizado, será criada uma nova regulamentação para o programa. Depois disso, os fabricantes terão um prazo de 90 dias, provavelmente, para se adaptar às normas.
.
Para quem quer comprar o computador popular, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal têm linhas de empréstimos específicas, com juros de 2% ao mês e prazo de 24 meses. Os dois bancos financiam até R$ 1,2 mil do valor da máquina, desde que ela tenha o selo de autenticação do programa. Após a aprovação do crédito, o comprador escolhe o computador em uma loja que tenha o produto credenciado. Depois, deve levar à agência a nota fiscal do equipamento - com o número do selo do programa -, para a assinatura do contrato.
Para quem quer comprar o computador popular, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal têm linhas de empréstimos específicas, com juros de 2% ao mês e prazo de 24 meses. Os dois bancos financiam até R$ 1,2 mil do valor da máquina, desde que ela tenha o selo de autenticação do programa. Após a aprovação do crédito, o comprador escolhe o computador em uma loja que tenha o produto credenciado. Depois, deve levar à agência a nota fiscal do equipamento - com o número do selo do programa -, para a assinatura do contrato.