Adelson Elias Vasconcellos
Existem coisas que você pode fazer na vida, sempre que lhe der vontade.e ninguém tem nada com isso. São opções que você faz, por sua livre e espontânea vontade, muito embora, as circunstâncias possam inclinar você a decidir ou não por esta ou aquela escolha.
Quando o ser humano cresce e amadurece, a primeira coisa que ele aprende é que a infância ficou para trás. Que “certas criancices” não pegam bem para um homem adulto. Da mesma forma, em relação à adolescência. Certas conversas que entre garotos de 14, 15 anos, dez anos depois parecerão ridículas, e a tal ponto que muitas vezes você mesmo se pegará dizendo “como fui ridículo, meu Deus !”.
Porém, nem todos os adultos se dão conta disto. E continuam ridículos vida afora, fazendo palhaçadas sem se aperceberem do quão medíocres, e quase sempre inconvenientes, acabam se tornando. Enquanto se é um zé-ninguém, até que são “suportáveis”. Porém, se o acaso da vida os tornar algo maior, então esta falta de maturidade acaba sendo ainda mais ridícula do que o normal.
Tais pensamentos me vieram nesta semana quando, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o presidente Lula aproveitou para relançar um programa de combate à AIDS. Aliás, Lula é mesmo um festeiro. Festeja até pedra lançado ao rio. Comemora até o buraco tapada de uma estrada de terra do interior. Até aí, tudo bem. Mesmo que esta seja a terceira versão de um mesmo programa, isto não o impediu de repetir no discurso as mesmas baboseiras de sempre, eivadas de arrogância, de chute na memória e na história, além da má intencionada ignorância do que foi feito antes.
Lula, a certa altura do discurso, produziu duas lulices que, convenhamos, o melhor seria que ficasse de boca fechada. A primeira genial descoberta presidencial foi saber da existência de massa encefálica no seu cérebro. Reunindo-se toda a coletânea de sandices e asneiras produzidas por Lula desde janeiro de 2003, convenhamos que esta é uma descoberta e tanto. Imaginávamos pelo repertório produzido, que em lugar de massa encefálica houvesse outros conteúdos. Mas Lula nunca se contém em pronunciar uma asneira isolada. Precisa tornar o discurso ainda mais imbecil e imoral. Vai daí que resolveu que o governo deve ensinar sexo nas escolas, já que não consegue ensinar às crianças português e matemática, talvez quem sabe uma sacanagem...
Claro que para um débil mental dizer asneiras leva-se à conta de sua precariedade mental. Mas, em sendo a figura um presidente da república, que deveria ao menos manter certo decoro com o cargo que ocupa e ostenta, há de ser no mínimo uma desmoralização total. Para um presidente, que admite ser a violência uma questão de “sobrevivência”, que burramente insiste em culpar a criminalidade pela “pobreza”, e não pelo instinto maldoso do criminoso e a falta de punição exemplar, pôr-se a declarar que se precisa ensinar sexo para os jovens, e que isto apenas seria suficiente para, com o uso da camisinha, evitar-se a AIDS, chega a ser deprimente. E o que é pior: chamou a todos nós, moralistas, incluindo aí a Igreja Católica, de hipócritas por não discutirmos o assunto abertamente. Ora, faça-me o favor: maior abertura para se falar em sexo, só se agora começarem a praticá-lo em praça pública, a céu aberto e explicitamente ! Fosse há quarenta, cinqüenta anos atrás, até que faria sentido! Menos nos tempos atuais.
Reafirmamos o que comentamos no meio da semana: ao senhor Lula da Silva falta competência moral e de caráter para chamar a quem quer que seja de hipócrita, da mesma forma que não lhe cabe, como governante, intrometer-se em assuntos que são sim de foro íntimo de qualquer cidadão. Compete ao governo programas de prevenção, de orientação, de informação. Mas foge da alçada do Estado, seja ele governado por quem quer que seja, intrometer-se na educação sexual que cada pai e cada mãe entendam fornecer aos seus filhos. E mais vedado ainda à alçada de Lula presidente, querer incentivar o sexo com sua imoralidade e falta de escrúpulos.
Existem coisas que você pode fazer na vida, sempre que lhe der vontade.e ninguém tem nada com isso. São opções que você faz, por sua livre e espontânea vontade, muito embora, as circunstâncias possam inclinar você a decidir ou não por esta ou aquela escolha.
Quando o ser humano cresce e amadurece, a primeira coisa que ele aprende é que a infância ficou para trás. Que “certas criancices” não pegam bem para um homem adulto. Da mesma forma, em relação à adolescência. Certas conversas que entre garotos de 14, 15 anos, dez anos depois parecerão ridículas, e a tal ponto que muitas vezes você mesmo se pegará dizendo “como fui ridículo, meu Deus !”.
Porém, nem todos os adultos se dão conta disto. E continuam ridículos vida afora, fazendo palhaçadas sem se aperceberem do quão medíocres, e quase sempre inconvenientes, acabam se tornando. Enquanto se é um zé-ninguém, até que são “suportáveis”. Porém, se o acaso da vida os tornar algo maior, então esta falta de maturidade acaba sendo ainda mais ridícula do que o normal.
Tais pensamentos me vieram nesta semana quando, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o presidente Lula aproveitou para relançar um programa de combate à AIDS. Aliás, Lula é mesmo um festeiro. Festeja até pedra lançado ao rio. Comemora até o buraco tapada de uma estrada de terra do interior. Até aí, tudo bem. Mesmo que esta seja a terceira versão de um mesmo programa, isto não o impediu de repetir no discurso as mesmas baboseiras de sempre, eivadas de arrogância, de chute na memória e na história, além da má intencionada ignorância do que foi feito antes.
Lula, a certa altura do discurso, produziu duas lulices que, convenhamos, o melhor seria que ficasse de boca fechada. A primeira genial descoberta presidencial foi saber da existência de massa encefálica no seu cérebro. Reunindo-se toda a coletânea de sandices e asneiras produzidas por Lula desde janeiro de 2003, convenhamos que esta é uma descoberta e tanto. Imaginávamos pelo repertório produzido, que em lugar de massa encefálica houvesse outros conteúdos. Mas Lula nunca se contém em pronunciar uma asneira isolada. Precisa tornar o discurso ainda mais imbecil e imoral. Vai daí que resolveu que o governo deve ensinar sexo nas escolas, já que não consegue ensinar às crianças português e matemática, talvez quem sabe uma sacanagem...
Claro que para um débil mental dizer asneiras leva-se à conta de sua precariedade mental. Mas, em sendo a figura um presidente da república, que deveria ao menos manter certo decoro com o cargo que ocupa e ostenta, há de ser no mínimo uma desmoralização total. Para um presidente, que admite ser a violência uma questão de “sobrevivência”, que burramente insiste em culpar a criminalidade pela “pobreza”, e não pelo instinto maldoso do criminoso e a falta de punição exemplar, pôr-se a declarar que se precisa ensinar sexo para os jovens, e que isto apenas seria suficiente para, com o uso da camisinha, evitar-se a AIDS, chega a ser deprimente. E o que é pior: chamou a todos nós, moralistas, incluindo aí a Igreja Católica, de hipócritas por não discutirmos o assunto abertamente. Ora, faça-me o favor: maior abertura para se falar em sexo, só se agora começarem a praticá-lo em praça pública, a céu aberto e explicitamente ! Fosse há quarenta, cinqüenta anos atrás, até que faria sentido! Menos nos tempos atuais.
Reafirmamos o que comentamos no meio da semana: ao senhor Lula da Silva falta competência moral e de caráter para chamar a quem quer que seja de hipócrita, da mesma forma que não lhe cabe, como governante, intrometer-se em assuntos que são sim de foro íntimo de qualquer cidadão. Compete ao governo programas de prevenção, de orientação, de informação. Mas foge da alçada do Estado, seja ele governado por quem quer que seja, intrometer-se na educação sexual que cada pai e cada mãe entendam fornecer aos seus filhos. E mais vedado ainda à alçada de Lula presidente, querer incentivar o sexo com sua imoralidade e falta de escrúpulos.