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O Ministério Público Estadual pediu o bloqueio dos bens do chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, do PT nacional e de outras seis pessoas acusadas de participar de um suposto esquema de corrupção na prefeitura de Santo André, na Grande São Paulo. A ação civil pública contendo o pedido foi distribuída na quinta-feira para a 7.ª Vara Cível do Fórum de Santo André. Os promotores responsáveis pelo processo sustentam que um grupo de empresários e agentes políticos municipais violou a Lei de Improbidade Administrativa.
A ação relata que o então secretário de Serviços Municipais de Santo André, Klinger Luiz de Oliveira Sousa, liderava uma quadrilha que extorquia dinheiro de empresários do setor de transportes da cidade entre 1997 e 2001. Sob pena de sanções, os empresários eram obrigados a pagar mensalmente à quadrilha 500 reais por ônibus que circulava na cidade. Os promotores estimam que em quatro anos a quadrilha extorquiu 5,3 milhões de reais dos empresários.
Segundo as investigações, o dinheiro seria usado para financiar campanhas eleitorais do PT e chegava à direção nacional do partido por meio de Gilberto Carvalho. Na época, ele era secretário de governo de Santo André. Para o Ministério Público, o esquema de corrupção motivou o assassinato do prefeito Celso Daniel, em janeiro de 2002. Os promotores alegam que Daniel sabia do esquema, e tentou barrar a ação da quadrilha.
O bloqueio pedido pelo MP é uma forma de garantir o ressarcimento dos 5,3 milhões de reais aos empresários vítimas do suposto esquema, além do pagamento de multa de até três vezes o mesmo valor ao poder público. Por meio de sua assessoria, Gilberto Carvalho disse à reportagem do jornal Folha de S. Paulo que só vai se pronunciar quando tiver conhecimento da ação e que "está com a consciência tranqüila".
A assessoria do PT disse que o partido ainda não tomou conhecimento da ação e ainda vai se reunir para discutir o que será feito. O promotor Roberto Wider explicou que o Ministério Público decidiu instaurar a ação civil por improbidade administrativa porque "a quadrilha agia como um braço da administração municipal para praticar crimes".
O Ministério Público Estadual pediu o bloqueio dos bens do chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, do PT nacional e de outras seis pessoas acusadas de participar de um suposto esquema de corrupção na prefeitura de Santo André, na Grande São Paulo. A ação civil pública contendo o pedido foi distribuída na quinta-feira para a 7.ª Vara Cível do Fórum de Santo André. Os promotores responsáveis pelo processo sustentam que um grupo de empresários e agentes políticos municipais violou a Lei de Improbidade Administrativa.
A ação relata que o então secretário de Serviços Municipais de Santo André, Klinger Luiz de Oliveira Sousa, liderava uma quadrilha que extorquia dinheiro de empresários do setor de transportes da cidade entre 1997 e 2001. Sob pena de sanções, os empresários eram obrigados a pagar mensalmente à quadrilha 500 reais por ônibus que circulava na cidade. Os promotores estimam que em quatro anos a quadrilha extorquiu 5,3 milhões de reais dos empresários.
Segundo as investigações, o dinheiro seria usado para financiar campanhas eleitorais do PT e chegava à direção nacional do partido por meio de Gilberto Carvalho. Na época, ele era secretário de governo de Santo André. Para o Ministério Público, o esquema de corrupção motivou o assassinato do prefeito Celso Daniel, em janeiro de 2002. Os promotores alegam que Daniel sabia do esquema, e tentou barrar a ação da quadrilha.
O bloqueio pedido pelo MP é uma forma de garantir o ressarcimento dos 5,3 milhões de reais aos empresários vítimas do suposto esquema, além do pagamento de multa de até três vezes o mesmo valor ao poder público. Por meio de sua assessoria, Gilberto Carvalho disse à reportagem do jornal Folha de S. Paulo que só vai se pronunciar quando tiver conhecimento da ação e que "está com a consciência tranqüila".
A assessoria do PT disse que o partido ainda não tomou conhecimento da ação e ainda vai se reunir para discutir o que será feito. O promotor Roberto Wider explicou que o Ministério Público decidiu instaurar a ação civil por improbidade administrativa porque "a quadrilha agia como um braço da administração municipal para praticar crimes".