Só perdemos para o Haiti
O índice de repetência do Brasil agora só não é maior que o do Haiti. E o último Enem atestou que a qualidade do ensino despencou. Mas o ministro Fernando Haddad (Educação) continua fortalecido. Apesar dos péssimos indicadores, o presidente Lula não só não menciona Haddad, mas nem sequer reuniu o ministério para examinar o problema.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Nas inúmeras vezes que aqui se disse que estávamos mais próximos do Haiti e da Somália, muitos torceram o nariz. Mas a dado novo dado deste governo, mais e mais esta tendência se afirma. Estamos ficando para trás em tudo. Como já disse, com este governo, o caminho é só ladeira abaixo, mesmo !
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Deputados querem punir quem não respondeu à CPI dos Correios
Deputados da extinta CPI dos Correios devem cobrar na Justiça os responsáveis por órgãos públicos que ainda não responderam às recomendações feitas pela comissão. O relatório final da CPI, aprovado em abril do ano passado, indiciou mais de cem pessoas por envolvimento com o esquema do mensalão e fez uma série de recomendações ao Ministério Público e ministérios das Comunicações, da Fazenda e da Justiça.
O índice de repetência do Brasil agora só não é maior que o do Haiti. E o último Enem atestou que a qualidade do ensino despencou. Mas o ministro Fernando Haddad (Educação) continua fortalecido. Apesar dos péssimos indicadores, o presidente Lula não só não menciona Haddad, mas nem sequer reuniu o ministério para examinar o problema.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Nas inúmeras vezes que aqui se disse que estávamos mais próximos do Haiti e da Somália, muitos torceram o nariz. Mas a dado novo dado deste governo, mais e mais esta tendência se afirma. Estamos ficando para trás em tudo. Como já disse, com este governo, o caminho é só ladeira abaixo, mesmo !
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Deputados querem punir quem não respondeu à CPI dos Correios
Deputados da extinta CPI dos Correios devem cobrar na Justiça os responsáveis por órgãos públicos que ainda não responderam às recomendações feitas pela comissão. O relatório final da CPI, aprovado em abril do ano passado, indiciou mais de cem pessoas por envolvimento com o esquema do mensalão e fez uma série de recomendações ao Ministério Público e ministérios das Comunicações, da Fazenda e da Justiça.
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Dados preliminares mostram que, das 19 autoridades que receberam o relatório, 15 não prestaram conta ao Congresso Nacional. O relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), reconhece que houve atraso no envio do texto aos órgãos, mas afirma que o fato não justifica a falta de respostas.
Dados preliminares mostram que, das 19 autoridades que receberam o relatório, 15 não prestaram conta ao Congresso Nacional. O relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), reconhece que houve atraso no envio do texto aos órgãos, mas afirma que o fato não justifica a falta de respostas.
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“O levantamento que foi procedido indica que muito pouco se recebeu de retorno, embora haja uma lei que determine que, a cada seis meses, qualquer autoridade que tenha sido instada a tomar alguma providência precisa prestar informação à casa legislativa que promoveu a CPI”, explicou.
“O levantamento que foi procedido indica que muito pouco se recebeu de retorno, embora haja uma lei que determine que, a cada seis meses, qualquer autoridade que tenha sido instada a tomar alguma providência precisa prestar informação à casa legislativa que promoveu a CPI”, explicou.
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Os sub-relatores da CPMI dos Correios José Eduardo Cardozo (PT-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) encaminharam ofício à presidência do Senado em busca de informações sobre o que foi efetivamente feito em relação às recomendações da comissão. Segundo Cardozo, os responsáveis pela omissão devem ser responsabilizados na Justiça.
Os sub-relatores da CPMI dos Correios José Eduardo Cardozo (PT-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) encaminharam ofício à presidência do Senado em busca de informações sobre o que foi efetivamente feito em relação às recomendações da comissão. Segundo Cardozo, os responsáveis pela omissão devem ser responsabilizados na Justiça.
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“Seja quem for que tenha descumprido ou não tenha justificado o descumprimento em relação ao relatório trata o parlamento e o povo brasileiro com descaso. E nós não podemos tolerar isso. No que depender de nós, vamos agir na forma da lei, pedindo inclusive o enquadramento criminal”, afirmou o deputado.
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INSS: herança maldita
O ministro Nelson Machado (Previdência) quer que o Tesouro reembolse o INSS pelo que chama de renúncia concedida aos autônomos. Mas foi ele mesmo quem reduziu a contribuição dos autônomos a 50%, mantendo 100% do valor de benefício. De cara, ele criou uma renúncia, que não se sabe se será coberta pelo Tesouro, e legou às futuras gerações um novo déficit – um buraco espetacular que precisa ser tapado daqui a 35 anos.
COMENTANDO A NOTICIA: Nem se precisará esperar tanto tempo assim: em 15 anos, o rombo já começará a produzir seus efeitos danosos. Aliás, a “genialidade” deste ministro é um espanto, a tal ponto que ele consegue “achar” (aliás, só um mentecapto como ele o consegue) que, diminuindo 50% da receita mantendo a despesa intacta em 100%, tal medida pode dar certo. Omã ova, seu imbecil ! E mais imbecil ainda é querer transferir para o Tesouro o rombo provocado. E sabem por quê ? Porque agora quem pagará o prejuízo será TODA a nação. Quantos autônomos tem o país ? Pois então: dá-se um desconto de 50% para uma parte dos trabalhadores que são autônomas, ao custo de todo o restante do país pagar pela gentileza ! Um idiota deste “quilate” ser ministro do governo Lula, nenhuma surpresa. Neste governo se admite qualquer coisa idiota. Mas o manicômio donde deixaram sair esta múmia, é de espantar que não o tenham levado volta ! Acredito que as sindicatos e centrais sindicais deveriam era por a boca no trombone e berrarem contra esta indecência deste maluco, porque que será prejudicada é toda a classe trabalhadora. E cadê a oposição, santo Deus, que não diz e não faz nada ?
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A força das “bancadas informais”
De O Estado de S.Paulo:
"Com menos de um mês de rotina parlamentar, as bancadas informais já estão prontas para mostrar quem são os verdadeiros grandes partidos que atuam no Congresso, independentemente da sigla oficial. Há a bancada ruralista - um partido informal com 104 parlamentares; a bancada empresarial, que tem 120 representantes; a municipalista, com mais de 100; a sindicalista, barulhenta e sempre ativa, que dispõe de 60 eleitos, e a evangélica - que, envolvida em escândalos no ano passado, volta mais fraca, com apenas 36 fiéis. Já a bancada das comunicações volta bem forte, com mais de 100 participantes, entre os quais os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor."
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Líderes da CUT em conflito
De O Estado de S.Paulo:
"A onda de invasões comandada pelo líder José Rainha Júnior no interior do Estado de São Paulo, durante o carnaval, pôs em conflito a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e seus representantes na região. A coordenadora regional de Presidente Prudente, Sonia Auxiliadora, disse ontem que a entidade não vai se responsabilizar juridicamente pelas ações dos sindicatos que apoiaram a mobilização liderada por Rainha - na qual um total de 13 fazendas foram ocupadas no fim de semana. No fim da tarde, porém, a diretoria-executiva nacional da central divulgou nota em que apóia as ocupações realizadas no Pontal de Paranapanema, “por considerar justa a luta pela reforma agrária no Brasil”."
COMENTANDO A NOTICIA: Uma coisa é reforma agrária, outra, e bem diferente, é incitar a violência no campo com invasão de propriedades que ainda é crime segundo a lei em vigor. Deveriam era pressionar o governo federal (sempre tão defensor da reforma agrária quando na oposição), porque é que tem o poder de atender os pleitos do MSR, CUTs, CNBB. Inadmissível é invadir propriedades alheias produtivas como forma de pressão ao governo Lula. Vão lá e acampem no Palácio do Planalto ou mesmo no Palácio da Alvorada, mas deixem em paz quem tem terra, está trabalhando e produzindo o alimento nosso de cada dia.
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Falando asneiras:
"É esdrúxula!"
Deputado Fernando Ferro (PT-PE), sobre a PEC que extingue as medidas provisórias.
COMENTANDO A NOTICIA: É esdrúxula por que, cara pálida ? Seria a melhor coisa que poderia acontecer para o país começar a tomar jeito, ou seja, reduzir-se o poder do Executivo de legislar, e sempre, em causa própria. Se a intenção é a de devolver ao Legislativo sua função primordial, e restabelecer parte do equilíbrio entre os poderes, acabar-se com a medida provisória seria excelente. Nas democracias mais avançadas do mundo, tal figura não existe.
Há um total abuso no uso desta figura bizarra chamada de “medida provisória”. O Executivo tem na suas mãos um poder imperial que acaba anulando o chamado equilíbrio entre os poderes. Legislativo anda a cabresto do Executivo. Outra coisa que seria moralizadora é a questão do orçamento impositivo. Uma vez votado e aprovado, não seria mais alterado. Quanto a medida provisória, contudo, duvido que a bancada do PT vá deixar a idéia vingar. Quanto maior o poder de Lula, mais todos eles saem ganhando. Por vias indiretas, lógico...
“Seja quem for que tenha descumprido ou não tenha justificado o descumprimento em relação ao relatório trata o parlamento e o povo brasileiro com descaso. E nós não podemos tolerar isso. No que depender de nós, vamos agir na forma da lei, pedindo inclusive o enquadramento criminal”, afirmou o deputado.
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INSS: herança maldita
O ministro Nelson Machado (Previdência) quer que o Tesouro reembolse o INSS pelo que chama de renúncia concedida aos autônomos. Mas foi ele mesmo quem reduziu a contribuição dos autônomos a 50%, mantendo 100% do valor de benefício. De cara, ele criou uma renúncia, que não se sabe se será coberta pelo Tesouro, e legou às futuras gerações um novo déficit – um buraco espetacular que precisa ser tapado daqui a 35 anos.
COMENTANDO A NOTICIA: Nem se precisará esperar tanto tempo assim: em 15 anos, o rombo já começará a produzir seus efeitos danosos. Aliás, a “genialidade” deste ministro é um espanto, a tal ponto que ele consegue “achar” (aliás, só um mentecapto como ele o consegue) que, diminuindo 50% da receita mantendo a despesa intacta em 100%, tal medida pode dar certo. Omã ova, seu imbecil ! E mais imbecil ainda é querer transferir para o Tesouro o rombo provocado. E sabem por quê ? Porque agora quem pagará o prejuízo será TODA a nação. Quantos autônomos tem o país ? Pois então: dá-se um desconto de 50% para uma parte dos trabalhadores que são autônomas, ao custo de todo o restante do país pagar pela gentileza ! Um idiota deste “quilate” ser ministro do governo Lula, nenhuma surpresa. Neste governo se admite qualquer coisa idiota. Mas o manicômio donde deixaram sair esta múmia, é de espantar que não o tenham levado volta ! Acredito que as sindicatos e centrais sindicais deveriam era por a boca no trombone e berrarem contra esta indecência deste maluco, porque que será prejudicada é toda a classe trabalhadora. E cadê a oposição, santo Deus, que não diz e não faz nada ?
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A força das “bancadas informais”
De O Estado de S.Paulo:
"Com menos de um mês de rotina parlamentar, as bancadas informais já estão prontas para mostrar quem são os verdadeiros grandes partidos que atuam no Congresso, independentemente da sigla oficial. Há a bancada ruralista - um partido informal com 104 parlamentares; a bancada empresarial, que tem 120 representantes; a municipalista, com mais de 100; a sindicalista, barulhenta e sempre ativa, que dispõe de 60 eleitos, e a evangélica - que, envolvida em escândalos no ano passado, volta mais fraca, com apenas 36 fiéis. Já a bancada das comunicações volta bem forte, com mais de 100 participantes, entre os quais os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor."
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Líderes da CUT em conflito
De O Estado de S.Paulo:
"A onda de invasões comandada pelo líder José Rainha Júnior no interior do Estado de São Paulo, durante o carnaval, pôs em conflito a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e seus representantes na região. A coordenadora regional de Presidente Prudente, Sonia Auxiliadora, disse ontem que a entidade não vai se responsabilizar juridicamente pelas ações dos sindicatos que apoiaram a mobilização liderada por Rainha - na qual um total de 13 fazendas foram ocupadas no fim de semana. No fim da tarde, porém, a diretoria-executiva nacional da central divulgou nota em que apóia as ocupações realizadas no Pontal de Paranapanema, “por considerar justa a luta pela reforma agrária no Brasil”."
COMENTANDO A NOTICIA: Uma coisa é reforma agrária, outra, e bem diferente, é incitar a violência no campo com invasão de propriedades que ainda é crime segundo a lei em vigor. Deveriam era pressionar o governo federal (sempre tão defensor da reforma agrária quando na oposição), porque é que tem o poder de atender os pleitos do MSR, CUTs, CNBB. Inadmissível é invadir propriedades alheias produtivas como forma de pressão ao governo Lula. Vão lá e acampem no Palácio do Planalto ou mesmo no Palácio da Alvorada, mas deixem em paz quem tem terra, está trabalhando e produzindo o alimento nosso de cada dia.
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Falando asneiras:
"É esdrúxula!"
Deputado Fernando Ferro (PT-PE), sobre a PEC que extingue as medidas provisórias.
COMENTANDO A NOTICIA: É esdrúxula por que, cara pálida ? Seria a melhor coisa que poderia acontecer para o país começar a tomar jeito, ou seja, reduzir-se o poder do Executivo de legislar, e sempre, em causa própria. Se a intenção é a de devolver ao Legislativo sua função primordial, e restabelecer parte do equilíbrio entre os poderes, acabar-se com a medida provisória seria excelente. Nas democracias mais avançadas do mundo, tal figura não existe.
Há um total abuso no uso desta figura bizarra chamada de “medida provisória”. O Executivo tem na suas mãos um poder imperial que acaba anulando o chamado equilíbrio entre os poderes. Legislativo anda a cabresto do Executivo. Outra coisa que seria moralizadora é a questão do orçamento impositivo. Uma vez votado e aprovado, não seria mais alterado. Quanto a medida provisória, contudo, duvido que a bancada do PT vá deixar a idéia vingar. Quanto maior o poder de Lula, mais todos eles saem ganhando. Por vias indiretas, lógico...