Cláudia Dianni, Jornal do Brasil
Os brasileiros vão continuar a passar horas e até a dormir nos principais aeroportos do país, como voltou a acontecer no último fim de semana, cada vez que mudar o clima, caso o governo não invista na compra de equipamentos de última geração que permitam pousos mesmo sob forte nevoeiros. Outra opção é promover uma melhor distribuição do vôos, para descongestionar o tráfego aéreo nos aeroportos de São Paulo, segundo a Infraero.
- A novidade do fim de semana foi que os três aeroportos de São Paulo fecharam por causa do mau tempo. Mas foi uma infeliz coincidência, porque o Aeroporto Internacional de Viracopos nunca fecha, mas o nevoeiro atingiu as três cidades São Paulo, Guarulhos e Campinas - disse o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira.
De acordo com o brigadeiro Pereira, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, pretende adquirir a terceira geração do equipamento ILS (sigla inglês para Sistema de Pouso por Instrumento) para os aeroportos de Guarulhos, Curitiba e Porto Alegre, que têm intenso tráfego aéreo, além de serem regiões freqüentemente afetadas por nevoeiros.
A vantagem do equipamento, utilizado pelos países do hemisfério Norte, é permitir pousos mesmo sem visibilidade nenhuma. Guarulhos opera com o ILS de segunda geração, que permite que o piloto desça até 60 metros mesmo sob forte nevoeiro. A Aeronáutica ainda não recebeu autorização para efetuar a compra.
Segundo Pereira, são equipamentos caros que custam no mínimo US$ 8 milhões.
- O problema não é só o custo da aquisição, mas o de instalação, manutenção e o alto custo de treinamento para o pilotos. As companhias teriam dificuldades para arcar com esses gastos. Além disso, seria preciso fazer investimentos nas pistas que precisariam de iluminação especial - afirma Pereira.
De acordo com o brigadeiro, basta que a temperatura suba cinco graus pela manhã para que um forte nevoeiro ocorra. Com a cada vez mais constante mudança climática, os nevoeiros devem ocorrer com mais freqüência, mas os aeroportos brasileiros não estão capacitados para as mudanças.
Na opinião da presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziela Baggi, além de equipamento, o governo tem que investir na redução da dependência do fluxo aéreo de todo o país dos aeroportos de Guarulhos e Cumbica.
- Viracopos tem capacidade de atender a forte demanda de São Paulo, mas isso não acontece porque não há investimento em transporte modal, ou seja, as companhias não investem para transportar os passageiros de forma prática e econômica de São Paulo a Campinas - afirma.
Os brasileiros vão continuar a passar horas e até a dormir nos principais aeroportos do país, como voltou a acontecer no último fim de semana, cada vez que mudar o clima, caso o governo não invista na compra de equipamentos de última geração que permitam pousos mesmo sob forte nevoeiros. Outra opção é promover uma melhor distribuição do vôos, para descongestionar o tráfego aéreo nos aeroportos de São Paulo, segundo a Infraero.
- A novidade do fim de semana foi que os três aeroportos de São Paulo fecharam por causa do mau tempo. Mas foi uma infeliz coincidência, porque o Aeroporto Internacional de Viracopos nunca fecha, mas o nevoeiro atingiu as três cidades São Paulo, Guarulhos e Campinas - disse o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira.
De acordo com o brigadeiro Pereira, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, pretende adquirir a terceira geração do equipamento ILS (sigla inglês para Sistema de Pouso por Instrumento) para os aeroportos de Guarulhos, Curitiba e Porto Alegre, que têm intenso tráfego aéreo, além de serem regiões freqüentemente afetadas por nevoeiros.
A vantagem do equipamento, utilizado pelos países do hemisfério Norte, é permitir pousos mesmo sem visibilidade nenhuma. Guarulhos opera com o ILS de segunda geração, que permite que o piloto desça até 60 metros mesmo sob forte nevoeiro. A Aeronáutica ainda não recebeu autorização para efetuar a compra.
Segundo Pereira, são equipamentos caros que custam no mínimo US$ 8 milhões.
- O problema não é só o custo da aquisição, mas o de instalação, manutenção e o alto custo de treinamento para o pilotos. As companhias teriam dificuldades para arcar com esses gastos. Além disso, seria preciso fazer investimentos nas pistas que precisariam de iluminação especial - afirma Pereira.
De acordo com o brigadeiro, basta que a temperatura suba cinco graus pela manhã para que um forte nevoeiro ocorra. Com a cada vez mais constante mudança climática, os nevoeiros devem ocorrer com mais freqüência, mas os aeroportos brasileiros não estão capacitados para as mudanças.
Na opinião da presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziela Baggi, além de equipamento, o governo tem que investir na redução da dependência do fluxo aéreo de todo o país dos aeroportos de Guarulhos e Cumbica.
- Viracopos tem capacidade de atender a forte demanda de São Paulo, mas isso não acontece porque não há investimento em transporte modal, ou seja, as companhias não investem para transportar os passageiros de forma prática e econômica de São Paulo a Campinas - afirma.