Redação Terra
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira, que a estrutura tributária brasileira "é injusta, ineficiente e irracional" e atrapalha o investimento. Segundo a Agência Câmara, em resposta a questionamento do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o ministro informou que o governo está discutindo mudanças na reforma tributária e deve enviar uma proposta ao Congresso no segundo semestre.
Ao comentar a Medida Provisória 380/07 (MP dos Sacoleiros, que trata da tributação de produtos vindos do Paraguai), o ministro disse que a alíquota única que vai ser cobrada por impostos federais nesses casos será em torno de 30%.
Mantega ressaltou que o governo tem apreendido mercadorias contrabandeadas daquele país, mas que não pode asfixiar uma economia que é mais pobre. Ele lembrou que 400 mil brasileiros vivem no Paraguai.
Tarifas bancárias
Em resposta ao deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que questionou as tarifas praticadas pelos bancos, o ministro da Fazenda reafirmou que o governo tenta criar condições para reduzi-las por meio do incentivo à concorrência. Mantega reconheceu que os bancos diminuem o spread bancário e, em contrapartida, aumentam a tarifa. "Eles dão com uma mão e tiram com a outra", disse.
Rendimento da poupança
O deputado Silvio Torres (PSDB-SP) questionou a mudança no cálculo do rendimento da poupança, que representou perda para os poupadores. O ministro respondeu que essa rentabilidade teve de ser adequada à queda da taxa de juros no País, para evitar a entrada de grandes investidores na poupança. Segundo Mantega, o poupador não foi prejudicado, tanto que a poupança continua batendo recordes de captação.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Nem diga, Mantega, nem diga! Mas como você já está há mais de ano comandando o Ministério Fazenda, diga lá: o que você nos propõe para corrigir a injusta e irracional estrutura tributária ? E neste período, que propostas concretas você apresentou ou implementou para mudar esta estrutura que você tanto condena ? Porque para falar-nos do óbvio, daquilo que o planeta todo já sabe, senhor Mantega, não precisamos de um ministro da fazenda. E a crítica só pode ser aceita como séria a partir de propostas concretas ou implementadas ou apresentadas com o propósito de corrigir-se aquilo que é um sentimento mundial que precisa ser mudado e corrigido. Porém, cruzar os braços, não fazer nada, e criticar da forma que você fez, é no mínimo uma atitude leviana e demagógica. Vá a luta, homem, trabalhe mais e fala menos. O que mais precisamos é justamente mais pessoas trabalhando com seriedade no governo Lula. Justifique não apenas os salários e os privilégios do cargo, mas principalmente estar no cargo.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira, que a estrutura tributária brasileira "é injusta, ineficiente e irracional" e atrapalha o investimento. Segundo a Agência Câmara, em resposta a questionamento do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o ministro informou que o governo está discutindo mudanças na reforma tributária e deve enviar uma proposta ao Congresso no segundo semestre.
Ao comentar a Medida Provisória 380/07 (MP dos Sacoleiros, que trata da tributação de produtos vindos do Paraguai), o ministro disse que a alíquota única que vai ser cobrada por impostos federais nesses casos será em torno de 30%.
Mantega ressaltou que o governo tem apreendido mercadorias contrabandeadas daquele país, mas que não pode asfixiar uma economia que é mais pobre. Ele lembrou que 400 mil brasileiros vivem no Paraguai.
Tarifas bancárias
Em resposta ao deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que questionou as tarifas praticadas pelos bancos, o ministro da Fazenda reafirmou que o governo tenta criar condições para reduzi-las por meio do incentivo à concorrência. Mantega reconheceu que os bancos diminuem o spread bancário e, em contrapartida, aumentam a tarifa. "Eles dão com uma mão e tiram com a outra", disse.
Rendimento da poupança
O deputado Silvio Torres (PSDB-SP) questionou a mudança no cálculo do rendimento da poupança, que representou perda para os poupadores. O ministro respondeu que essa rentabilidade teve de ser adequada à queda da taxa de juros no País, para evitar a entrada de grandes investidores na poupança. Segundo Mantega, o poupador não foi prejudicado, tanto que a poupança continua batendo recordes de captação.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Nem diga, Mantega, nem diga! Mas como você já está há mais de ano comandando o Ministério Fazenda, diga lá: o que você nos propõe para corrigir a injusta e irracional estrutura tributária ? E neste período, que propostas concretas você apresentou ou implementou para mudar esta estrutura que você tanto condena ? Porque para falar-nos do óbvio, daquilo que o planeta todo já sabe, senhor Mantega, não precisamos de um ministro da fazenda. E a crítica só pode ser aceita como séria a partir de propostas concretas ou implementadas ou apresentadas com o propósito de corrigir-se aquilo que é um sentimento mundial que precisa ser mudado e corrigido. Porém, cruzar os braços, não fazer nada, e criticar da forma que você fez, é no mínimo uma atitude leviana e demagógica. Vá a luta, homem, trabalhe mais e fala menos. O que mais precisamos é justamente mais pessoas trabalhando com seriedade no governo Lula. Justifique não apenas os salários e os privilégios do cargo, mas principalmente estar no cargo.