Jornal do Brasil
Em obras desde maio deste ano, as pistas do Aeroporto de Congonhas, onde ocorreu o acidente, ainda não haviam sido completamente concluídas. No dia 29 de junho deste ano, a Infraero liberou as pistas principal e auxiliar, mas ainda faltava corrigir as ranhuras - canaletas por onde escoa a água das chuvas e que poderiam provocar derrapagem.
Aparentemente foi o que ocorreu com o A-320, que deslizou até a Avenida Washington Luiz e chocou-se com o prédio da TAM. Outros seis vôos haviam passado pelo mesmo problema nos últimos anos. O mais recente na segunda-feira, mas sem vítimas, apesar do pânico espalhado entre os passageiros.
A Infraero havia gasto R$ 11 milhões na recuperação geométrica da extensão, na correção da declividade e na substituição das camadas gastas das pistas, obras que demoraram cerca de 45 dias. Pela programação da empresa, seriam investidos ainda outros R$ 17 milhões. Mas até o final do ano o aeroporto de Congonhas - o mais movimentado do país, com 633 pousos e decolagens por dia - voltaria a operar em ritmo total e com uma pista principal definitivamente recuperada e mais ampla, passando de 49 metros para 54 metros de largura.
Além da execução das ranhuras, ainda faltava concluir a obra da passagem subterrânea, que deverá ligar a Avenida Washington Luís ao acesso viário do terminal de passageiros do aeroporto e ao estacionamento. O pátio oeste e seu subsolo também estavam inconclusos. Uma nova torre de controle também estava em construção no local.
Durante a entrega das pistas, no dia 29 de junho, o superintendente regional da Infraero, Edgard Brandão Júnior, chegou a afirmar que as obras não interfeririam no fluxo de aeronaves e previa que Congonhas, localizado na área urbana mais adensada do país em habitantes, seria, finalmente "um aeroporto mais agradável e seguro". Ele previa que, com a conclusão da reforma nas pistas do Aeroporto de Guarulhos, em Cumbica, prevista para dezembro, São Paulo teria 20 anos de tranqüilidade.
Em obras desde maio deste ano, as pistas do Aeroporto de Congonhas, onde ocorreu o acidente, ainda não haviam sido completamente concluídas. No dia 29 de junho deste ano, a Infraero liberou as pistas principal e auxiliar, mas ainda faltava corrigir as ranhuras - canaletas por onde escoa a água das chuvas e que poderiam provocar derrapagem.Aparentemente foi o que ocorreu com o A-320, que deslizou até a Avenida Washington Luiz e chocou-se com o prédio da TAM. Outros seis vôos haviam passado pelo mesmo problema nos últimos anos. O mais recente na segunda-feira, mas sem vítimas, apesar do pânico espalhado entre os passageiros.
A Infraero havia gasto R$ 11 milhões na recuperação geométrica da extensão, na correção da declividade e na substituição das camadas gastas das pistas, obras que demoraram cerca de 45 dias. Pela programação da empresa, seriam investidos ainda outros R$ 17 milhões. Mas até o final do ano o aeroporto de Congonhas - o mais movimentado do país, com 633 pousos e decolagens por dia - voltaria a operar em ritmo total e com uma pista principal definitivamente recuperada e mais ampla, passando de 49 metros para 54 metros de largura.
Além da execução das ranhuras, ainda faltava concluir a obra da passagem subterrânea, que deverá ligar a Avenida Washington Luís ao acesso viário do terminal de passageiros do aeroporto e ao estacionamento. O pátio oeste e seu subsolo também estavam inconclusos. Uma nova torre de controle também estava em construção no local.
Durante a entrega das pistas, no dia 29 de junho, o superintendente regional da Infraero, Edgard Brandão Júnior, chegou a afirmar que as obras não interfeririam no fluxo de aeronaves e previa que Congonhas, localizado na área urbana mais adensada do país em habitantes, seria, finalmente "um aeroporto mais agradável e seguro". Ele previa que, com a conclusão da reforma nas pistas do Aeroporto de Guarulhos, em Cumbica, prevista para dezembro, São Paulo teria 20 anos de tranqüilidade.