Adelson Elias Vasconcellos
Nos bons tempos em que o bom senso e a decência ainda preservam alguns respingos de existência nas altas esferas do poder, quem chefiava um ministério era chamado de ministro, quem chefiava era Secretário. Não no governo Lula. Ali, crime contra o Tesouro virou “falha administrativa”, crime contra o decoro legislativo virou “erro companheiro”, e outras falcatruas legais passaram a ser chamadas de “alopramento”.
Claro que este vocabulário só foi implementado a partir de 2003 quando o crime organizado se instalou no poder federal, e a incompetência e a mentira passaram a fazer parte do cardápio de perfis dos ocupantes de cargos de confiança. Bastava ser sindicalista ou petista de carteirinha e pronto: nada mais se exigia do candidato, que logo era agraciado com a boquinha rica às custas do otário contribuinte e trabalhador brasileiro que, de contrapeso, era brindado com uma bolsa miséria de qualquer coisa.
Chegamos ao ponto de mais baixa iguaria da incompetência na administração que, por um longo período, o ministério foi ocupado em grande parte por “interinos”. Gente que apenas ocupa o posto vago para fazer parte do banquete da imoralidade institucional da nação.
Hoje, o senhor José Ignácio, dito presidente deste país, deu a prova eloqüente do quanto de cretinice somos governados. Dando posse ao substituto da ex-secretária Matilde Ribeiro da Secretaria de (des) Igualdade, que se mancou do crime cometido no uso dos tais cartões corporativos, já que fez uso de verba pública em benefício que, claro, em qualquer país sério e decente do mundo, seria motivo não apenas para demissão sumária, mas também para responder na Justiça a um processo penal.
Porém no governo do companheiro tais relevâncias não são consideradas. Muda-se o nome de crime para “falha administrativa” e pronto, fica tudo por isso mesmo.
Mas, do alto de sua arrogância, como também de sua benevolente mansuetude para com os companheiros, Lula resolveu acrescentar um tijolo na obra de desconstrução moral das institucionais públicas do país. O tal substituto, por ser deputado, não poderia apenas prestar um serviço à sociedade. Precisa ganhar um bônus especial. Através de uma medida provisória, o dito cujo passou à categoria de ministro chefe, vejam vocês de uma ... Secretaria. A secretaria permanece como tal, mas seu mandatário passa a ser ministro apenas para não precisar renunciar ao seu mandato parlamentar, e poder continuar espoliando aos contribuintes com uma renda extra de um mandato que não mais ocupa.
Ou seja, num único ato, Lula torna desigual o sujeito que deverá zelar pelas políticas de igualdade. Será que neste poço é possível descerem moralmente ainda mais ? De qualquer modo é possível sabermos que o consolo para se jogar a moral no lixo é ter os bolsos recheados com salários por cargos que não se ocupa. Haja cretinice neste antro pervertido que transformaram o governo do país!!! E os canalhas têm a petulância em falar de “igualdade” !
Nos bons tempos em que o bom senso e a decência ainda preservam alguns respingos de existência nas altas esferas do poder, quem chefiava um ministério era chamado de ministro, quem chefiava era Secretário. Não no governo Lula. Ali, crime contra o Tesouro virou “falha administrativa”, crime contra o decoro legislativo virou “erro companheiro”, e outras falcatruas legais passaram a ser chamadas de “alopramento”.
Claro que este vocabulário só foi implementado a partir de 2003 quando o crime organizado se instalou no poder federal, e a incompetência e a mentira passaram a fazer parte do cardápio de perfis dos ocupantes de cargos de confiança. Bastava ser sindicalista ou petista de carteirinha e pronto: nada mais se exigia do candidato, que logo era agraciado com a boquinha rica às custas do otário contribuinte e trabalhador brasileiro que, de contrapeso, era brindado com uma bolsa miséria de qualquer coisa.
Chegamos ao ponto de mais baixa iguaria da incompetência na administração que, por um longo período, o ministério foi ocupado em grande parte por “interinos”. Gente que apenas ocupa o posto vago para fazer parte do banquete da imoralidade institucional da nação.
Hoje, o senhor José Ignácio, dito presidente deste país, deu a prova eloqüente do quanto de cretinice somos governados. Dando posse ao substituto da ex-secretária Matilde Ribeiro da Secretaria de (des) Igualdade, que se mancou do crime cometido no uso dos tais cartões corporativos, já que fez uso de verba pública em benefício que, claro, em qualquer país sério e decente do mundo, seria motivo não apenas para demissão sumária, mas também para responder na Justiça a um processo penal.
Porém no governo do companheiro tais relevâncias não são consideradas. Muda-se o nome de crime para “falha administrativa” e pronto, fica tudo por isso mesmo.
Mas, do alto de sua arrogância, como também de sua benevolente mansuetude para com os companheiros, Lula resolveu acrescentar um tijolo na obra de desconstrução moral das institucionais públicas do país. O tal substituto, por ser deputado, não poderia apenas prestar um serviço à sociedade. Precisa ganhar um bônus especial. Através de uma medida provisória, o dito cujo passou à categoria de ministro chefe, vejam vocês de uma ... Secretaria. A secretaria permanece como tal, mas seu mandatário passa a ser ministro apenas para não precisar renunciar ao seu mandato parlamentar, e poder continuar espoliando aos contribuintes com uma renda extra de um mandato que não mais ocupa.
Ou seja, num único ato, Lula torna desigual o sujeito que deverá zelar pelas políticas de igualdade. Será que neste poço é possível descerem moralmente ainda mais ? De qualquer modo é possível sabermos que o consolo para se jogar a moral no lixo é ter os bolsos recheados com salários por cargos que não se ocupa. Haja cretinice neste antro pervertido que transformaram o governo do país!!! E os canalhas têm a petulância em falar de “igualdade” !