Adelson Elias Vasconcellos
Vamos começar por mostrar o quanto este pessoal das FARC’s é humanista. A reportagem é da Tribuna da Imprensa, e nos dá amostra do respeito que eles têm pela vida humana. Nada diferente do que o comunismo espalhou pelo mundo. Por onde eles passam não lhes falta competência para empilharem cadáveres. Não é a toa que Fidel Castro é seu guru, acima como o Che Guevara sempre foi seu ícone. Para esta gente canalha a única vida que importa é a deles próprios. Os demais só são úteis enquanto ajoelhados e submissos. Contrariedades são tratadas a bala.
Líder morto das Farc mandou executar mais de 200 rebeldes
Tribuna da Imprensa
Vamos começar por mostrar o quanto este pessoal das FARC’s é humanista. A reportagem é da Tribuna da Imprensa, e nos dá amostra do respeito que eles têm pela vida humana. Nada diferente do que o comunismo espalhou pelo mundo. Por onde eles passam não lhes falta competência para empilharem cadáveres. Não é a toa que Fidel Castro é seu guru, acima como o Che Guevara sempre foi seu ícone. Para esta gente canalha a única vida que importa é a deles próprios. Os demais só são úteis enquanto ajoelhados e submissos. Contrariedades são tratadas a bala.
Líder morto das Farc mandou executar mais de 200 rebeldes
Tribuna da Imprensa
BOGOTÁ - Ivan Ríos, membro da cúpula das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) morto na semana passada por um de seus seguranças, mandou executar mais de 200 rebeldes entre 2005 e 2007, segundo informações que estavam em seu computador. Fontes militares teriam divulgado que no computador de Ríos havia relatos sobre os "conselhos de guerra", com os nomes dos rebeldes acusados de infiltração nas Farc, e dos "juízes" designados pelos guerrilheiros, e o "júri".
Ainda segundo os documentos, no final, ocorriam as votações, que quase sempre terminavam em condenação. Na maioria dos julgamentos os rebeldes eram acusados de infiltração, mas a pena máxima também era aplicada em casos de desobediência ou faltas menores.
Ríos e sua namorada foram mortos pelo guerrilheiro Pablo Montoya, conhecido como Rojas, que decepou a mão do líder rebelde e a levou, com documentos e o computador, às autoridades para comprovar sua identidade. As evidências coincidem com as declarações de Rojas, que descreveu Ríos como um matador implacável. Rojas disse ter matado Ríos, porque acreditava que o líder rebelde desconfiava dele e pretendia submetê-lo ao "conselho de guerra".
Segundo Rojas, Ríos ficou paranóico ao saber da morte de Raúl Reyes durante a ofensiva militar colombiana em território equatoriano no dia 1º de março. Desde então acreditava que seu acampamento seria atacado. Um desertor das Farc também teria colaborado na morte de Ríos. O homem de 35 anos, que não teve a identidade divulgada, foi contatado pela inteligência militar em outubro, após se apresentar ao Programa de Desmobilização.
Os militares autorizaram o retorno do desertor à Frente 47 para que entrasse em contato com Rojas, um amigo que, segundo ele, poderia ser convencido a entregar a comandante Nelly Ávila, conhecido como Karina. Rojas foi enviado a outro acampamento, mas concordou em matar Ríos.
A irmã de um seqüestrado das Farc disse ontem na Colômbia que o reconheceu nas imagens de TV dos rebeldes capturados na semana passada no Equador. A mulher disse ter certeza de que um deles é seu irmão, Carlos Andrés Alpalá, de 23 anos, seqüestrado em meados de 2006. Ela pediu ajuda aos governos do Equador e da Colômbia para obter sua repatriação.
O ex-senador Luis Eladio Pérez, libertado no dia 27 após seis anos em poder das Farc, viajará amanhã a Paris para propor ao presidente francês, Nicolas Sarkozy, um plano que facilite a libertação da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt.
Popularidade
Betancourt, há anos mantida em cativeiro pelas Farc, encabeça uma lista dos políticos mais populares colombianos, com 71% de popularidade, segundo uma pesquisa divulgada ontem. Outro que se destacou foi o atual presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, alvo de uma pesquisa em separado das demais personalidades. Uribe atingiu 82% de popularidade em março, ante 80% no levantamento feito em janeiro.
Jorge Londoño, diretor do Gallup, instituto responsável pelas pesquisas, atribui o aumento de popularidade do atual mandatário à solidariedade dos colombianos ante a crise diplomática do país com Equador e Venezuela. A sondagem foi realizada entre 4 a 6 de março, com mil pessoas consultadas por telefone em Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, e tem margem de erro de três pontos percentuais.
Ingrid Betancourt, de 46 anos, chegou ao primeiro lugar entre as personalidades colombianas - lista que exclui o atual presidente. Além dos 71% de popularidade, Ingrid tem apenas 12% de rejeição. A ex-candidata franco-colombiana foi seqüestrada em fevereiro de 2002 pelas Farc.
Logo abaixo de Ingrid está a ex-ministra de Relações Exteriores e atual embaixadora da Colômbia nos Estados Unidos, Noemi Sanín, com 70% de popularidade e 13% de rejeição. Em terceiro lugar está o ex-prefeito de Bogotá, Antanas Mockus, com 60% de aprovação e 26% de desaprovação.
Ingrid "se converteu em um ícone dos seqüestrados. As últimas imagens indubitavelmente têm a ver" com seu nível de aceitação, avaliou Londoño, analisando a alta de popularidade da ex-candidata. "É um apoio moral" dos colombianos à seqüestrada, acrescentou.