Adelson Elias Vasconcellos
Graças a Deus, nem todos no Brasil são crédulos a ponto de aceitarem sem contestação qualquer afirmativa oriunda do senhor Luiz Inácio. Há muito tempo estamos acusando que o governo federal, na ânsia de angariar lucro político junto ao povo, que sabemos ter 85% não lê jornais, vem praticando uma ação totalmente prejudicial às finanças públicas. A questão é a dívida pública.
A externa, mais barata, está sendo paga com o aumento colossal da interna, bem mais cara e cujo limite suportável está quase sendo atingindo. No ritmo que vai, qualquer que seja o próximo presidente que o suceder, terá que enfrentar esta questão com seriedade, precisando inclusive reduzir investimentos para o reequilíbrio das finanças. A ação não pode ser indecorosa possível: receber o governo como ele recebeu, com equilíbrio fiscal, inflação dominada, dinheiro em caixa, e dívidas renegociadas de acordo com a capacidade de pagamentos do país, deveria merecer de sua excelência um mínimo de reciprocidade. Porém, quando pior for o cenário que puder deixar para quem o suceder, melhor proveito político poderá tirar depois. Claro que se trata de uma canalhice. Mas vindo de quem vem, alguma surpresa ?
Foram, nesta semana, dois artigos, nos quais mais uma vez provamos a farsa do que o senhor Luiz Inácio contou ter liquidado a dívida externa, bem como, desmontamos a falácia de que nossas reservas cambiais são suficientes para blindar o país diante de turbulências externas. E trouxemos para ilustrar o que estamos afirmando há muito tempo, o testemunho de dois economistas de respeito, Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES ainda no primeiro mandato de Lula, e Adriano Benayon, autor do livro e "Globalização Versus Desenvolvimento", e que ainda desmontou, tecnicamente, a farsa de que o Brasil virou “credor líquido” porque as reservas em moedas estrangeiras superaram a dívida externa. Pena que a mídia amestrada não dê maior ênfase para desmistificar, de vez, mais esta lorota do Luiz Inácio.
Hoje, e no post seguinte, é Sebastião Nery quem nos traz a opinião do professor e doutor em Economia, Helio Duque, que vai nesta mesma direção, chegando o jornalista a afirmar que o senhor Luiz Inácio “...está enganando o País, fingindo que acabou com a dívida, como se um doce fosse, mas é um crime "pessoalmente".
É claro que, cedo ou tarde, esta verdade acabará se tornando de domínio público, e o melhor seria que isto se consumasse antes de qualquer eleição. É claro que o povo brasileiro, sendo mantido na ignorância e na desinformação, acaba por comprar lebre por coelho. Diante da fábula que se gasta em propaganda e marquetagem política com verbas do Tesouro, fica difícil para o cidadão comum saber quando estão lhe dizendo a verdade, ou lhe vendendo um paraíso que só existe no papel, uma ilha da fantasia. Até para ficar num exemplo bem presente: vimos aqui hoje que o governo gastou apenas 55% do total do orçamento, em 2007, com programa de prevenção da dengue. Ou seja, a verba foi prevista quando ainda havia CPMF. A prevenção era para ser feita no ano passado. Como fizeram serviço pela metade, o resultado é o que se vê no Rio de Janeiro. De nada adiante o Luiz Inácio ir para o palanque e acusar, mentirosamente, a oposição de lhe ter negado a CPMF, verba com a qual iria bancar os paquidermes da saúde. E quando teve o dinheiro da CPMF, por que não fez ? E quem derrubou a CPMF, vamos repetir, foi a base aliado do Luiz Inácio que tinha maioria no Congresso para aprová-la.
Diante das mentias contadas em palanque, e muitas vezes sustentada pela propaganda cara, mas mentirosa, não é difícil de entender porque a popularidade do senhor Luiz Inácio se sustenta nos atuais índices.
Talvez um dia ainda o povo desperte desta letargia e comece a ver que seu ídolo era apenas uma ilusão, porque foi construído totalmente na mentira e na farsa. Que tal despertar quando acontecer, já não nos seja tarde demais...
Graças a Deus, nem todos no Brasil são crédulos a ponto de aceitarem sem contestação qualquer afirmativa oriunda do senhor Luiz Inácio. Há muito tempo estamos acusando que o governo federal, na ânsia de angariar lucro político junto ao povo, que sabemos ter 85% não lê jornais, vem praticando uma ação totalmente prejudicial às finanças públicas. A questão é a dívida pública.
A externa, mais barata, está sendo paga com o aumento colossal da interna, bem mais cara e cujo limite suportável está quase sendo atingindo. No ritmo que vai, qualquer que seja o próximo presidente que o suceder, terá que enfrentar esta questão com seriedade, precisando inclusive reduzir investimentos para o reequilíbrio das finanças. A ação não pode ser indecorosa possível: receber o governo como ele recebeu, com equilíbrio fiscal, inflação dominada, dinheiro em caixa, e dívidas renegociadas de acordo com a capacidade de pagamentos do país, deveria merecer de sua excelência um mínimo de reciprocidade. Porém, quando pior for o cenário que puder deixar para quem o suceder, melhor proveito político poderá tirar depois. Claro que se trata de uma canalhice. Mas vindo de quem vem, alguma surpresa ?
Foram, nesta semana, dois artigos, nos quais mais uma vez provamos a farsa do que o senhor Luiz Inácio contou ter liquidado a dívida externa, bem como, desmontamos a falácia de que nossas reservas cambiais são suficientes para blindar o país diante de turbulências externas. E trouxemos para ilustrar o que estamos afirmando há muito tempo, o testemunho de dois economistas de respeito, Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES ainda no primeiro mandato de Lula, e Adriano Benayon, autor do livro e "Globalização Versus Desenvolvimento", e que ainda desmontou, tecnicamente, a farsa de que o Brasil virou “credor líquido” porque as reservas em moedas estrangeiras superaram a dívida externa. Pena que a mídia amestrada não dê maior ênfase para desmistificar, de vez, mais esta lorota do Luiz Inácio.
Hoje, e no post seguinte, é Sebastião Nery quem nos traz a opinião do professor e doutor em Economia, Helio Duque, que vai nesta mesma direção, chegando o jornalista a afirmar que o senhor Luiz Inácio “...está enganando o País, fingindo que acabou com a dívida, como se um doce fosse, mas é um crime "pessoalmente".
É claro que, cedo ou tarde, esta verdade acabará se tornando de domínio público, e o melhor seria que isto se consumasse antes de qualquer eleição. É claro que o povo brasileiro, sendo mantido na ignorância e na desinformação, acaba por comprar lebre por coelho. Diante da fábula que se gasta em propaganda e marquetagem política com verbas do Tesouro, fica difícil para o cidadão comum saber quando estão lhe dizendo a verdade, ou lhe vendendo um paraíso que só existe no papel, uma ilha da fantasia. Até para ficar num exemplo bem presente: vimos aqui hoje que o governo gastou apenas 55% do total do orçamento, em 2007, com programa de prevenção da dengue. Ou seja, a verba foi prevista quando ainda havia CPMF. A prevenção era para ser feita no ano passado. Como fizeram serviço pela metade, o resultado é o que se vê no Rio de Janeiro. De nada adiante o Luiz Inácio ir para o palanque e acusar, mentirosamente, a oposição de lhe ter negado a CPMF, verba com a qual iria bancar os paquidermes da saúde. E quando teve o dinheiro da CPMF, por que não fez ? E quem derrubou a CPMF, vamos repetir, foi a base aliado do Luiz Inácio que tinha maioria no Congresso para aprová-la.
Diante das mentias contadas em palanque, e muitas vezes sustentada pela propaganda cara, mas mentirosa, não é difícil de entender porque a popularidade do senhor Luiz Inácio se sustenta nos atuais índices.
Talvez um dia ainda o povo desperte desta letargia e comece a ver que seu ídolo era apenas uma ilusão, porque foi construído totalmente na mentira e na farsa. Que tal despertar quando acontecer, já não nos seja tarde demais...