Três delegados dizem que tiveram de deixar Satiagraha
Redação Terra
Três delegados envolvidos na Operação Satiagraha - Protógenes Queiroz, Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza - disseram ao juiz da 6ª Vara Federal Criminal Fausto de Sanctis e ao procurador da República Rodrigo de Grandis que foram obrigados pela Polícia Federal a deixar o caso. Mais cedo, a PF alegou "motivos pessoais" na saída do delegado Protógenes Queiroz, que comanda a operação. As informações são do Jornal Nacional.
De acordo com a PF, Protógenes estava inscrito no Curso Superior de Polícia desde o mês passado e seu pedido de afastamento, formalizado ontem à sua equipe e à direção da PF, não tem nenhum tipo de relação com eventuais pressões que o policial poderia estar sofrendo. O curso a que se submeterá o policial abrange uma parte de ensino à distância, já concluída por ele, e um módulo presencial, com duração de 30 dias, de 21 de julho a 22 de agosto.
Na ausência de Protógenes Queiroz, Carlos Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza, que faziam parte das apurações da Operação Satiagraha, dariam continuidade aos trabalhos. Contudo, segundo o telejornal, a PF também os teria forçado a deixar os trabalhos.
Nesta noite, o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou que o afastamento de Protógenes "é uma questão de rotina da Polícia Federal". Ele afirmou ainda que o pedido de férias do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, também não tem relação com as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). "Se trata realmente de uma coincidência", disse.
"As férias estavam marcadas e eu pedi que não mudasse. Não tinha nenhuma emergência, nenhuma instabilidade política", explicou o ministro da Justiça. Tarso enfatizou também que o inquérito sobre a Satiagraha "está 99% terminado".
Enquanto isso...
Tarso: afastamento de delegado e férias do diretor são coincidência
Laryssa Borges, Redação Terra
O ministro da Justiça, Tarso Genro, rebateu as insinuações de perseguição política contra o delegado Protógenes Queiroz, responsável pelas investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. Segundo ele, o afastamento de Protógenes "é uma questão de rotina da Polícia Federal". Ele afirmou ainda que o pedido de férias do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, também não tem relação com as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). "Se trata realmente de uma coincidência", disse.
"Quando completa 10 anos, o policial deve fazer uma reciclagem", disse o ministro. Ele enfatizou também que o inquérito sobre a Satiagraha "está 99% terminado".
"As férias estavam marcadas e eu pedi que não mudasse. Não tinha nenhuma emergência, nenhuma instabilidade política", explicou o ministro da Justiça.
De acordo com a Polícia Federal, Protógenes estava inscrito no Curso Superior de Polícia desde o mês passado e seu pedido de afastamento, formalizado ontem à sua equipe e à direção da PF, não tem nenhum tipo de relação com eventuais pressões que o policial poderia estar sofrendo. O curso abrange uma parte de ensino à distância, concluída por ele, e um módulo presencial, com duração de 30 dias, de 21 de julho a 22 de agosto.
Nesta noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiram a viabilização de uma nova lei contra abusos de autoridade. Mendes, que tem sido alvo de desgaste desde que mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas, controlador do grupo Opportunity, não comentou o pedido de afastamento de Protógenes Queiroz.
Na ausência de Protógenes Queiroz, os delegados Carlos Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza, que faziam parte das apurações da Operação Satiagraha, darão continuidade aos trabalhos.
***** COMENTANDO A NOTÍCIA:
Redação Terra
Três delegados envolvidos na Operação Satiagraha - Protógenes Queiroz, Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza - disseram ao juiz da 6ª Vara Federal Criminal Fausto de Sanctis e ao procurador da República Rodrigo de Grandis que foram obrigados pela Polícia Federal a deixar o caso. Mais cedo, a PF alegou "motivos pessoais" na saída do delegado Protógenes Queiroz, que comanda a operação. As informações são do Jornal Nacional.
De acordo com a PF, Protógenes estava inscrito no Curso Superior de Polícia desde o mês passado e seu pedido de afastamento, formalizado ontem à sua equipe e à direção da PF, não tem nenhum tipo de relação com eventuais pressões que o policial poderia estar sofrendo. O curso a que se submeterá o policial abrange uma parte de ensino à distância, já concluída por ele, e um módulo presencial, com duração de 30 dias, de 21 de julho a 22 de agosto.
Na ausência de Protógenes Queiroz, Carlos Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza, que faziam parte das apurações da Operação Satiagraha, dariam continuidade aos trabalhos. Contudo, segundo o telejornal, a PF também os teria forçado a deixar os trabalhos.
Nesta noite, o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou que o afastamento de Protógenes "é uma questão de rotina da Polícia Federal". Ele afirmou ainda que o pedido de férias do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, também não tem relação com as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). "Se trata realmente de uma coincidência", disse.
"As férias estavam marcadas e eu pedi que não mudasse. Não tinha nenhuma emergência, nenhuma instabilidade política", explicou o ministro da Justiça. Tarso enfatizou também que o inquérito sobre a Satiagraha "está 99% terminado".
Enquanto isso...
Tarso: afastamento de delegado e férias do diretor são coincidência
Laryssa Borges, Redação Terra
O ministro da Justiça, Tarso Genro, rebateu as insinuações de perseguição política contra o delegado Protógenes Queiroz, responsável pelas investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. Segundo ele, o afastamento de Protógenes "é uma questão de rotina da Polícia Federal". Ele afirmou ainda que o pedido de férias do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, também não tem relação com as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). "Se trata realmente de uma coincidência", disse.
"Quando completa 10 anos, o policial deve fazer uma reciclagem", disse o ministro. Ele enfatizou também que o inquérito sobre a Satiagraha "está 99% terminado".
"As férias estavam marcadas e eu pedi que não mudasse. Não tinha nenhuma emergência, nenhuma instabilidade política", explicou o ministro da Justiça.
De acordo com a Polícia Federal, Protógenes estava inscrito no Curso Superior de Polícia desde o mês passado e seu pedido de afastamento, formalizado ontem à sua equipe e à direção da PF, não tem nenhum tipo de relação com eventuais pressões que o policial poderia estar sofrendo. O curso abrange uma parte de ensino à distância, concluída por ele, e um módulo presencial, com duração de 30 dias, de 21 de julho a 22 de agosto.
Nesta noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiram a viabilização de uma nova lei contra abusos de autoridade. Mendes, que tem sido alvo de desgaste desde que mandou soltar por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas, controlador do grupo Opportunity, não comentou o pedido de afastamento de Protógenes Queiroz.
Na ausência de Protógenes Queiroz, os delegados Carlos Eduardo Pellegrini Magro e Karina Murakami Souza, que faziam parte das apurações da Operação Satiagraha, darão continuidade aos trabalhos.
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Coincidência, é, Tarso Genro? Uma ova! Bastou as investigações encostarem no pessoal graúdo do partido e do governo para brecarem o inquérito!!!
Deste modo, fica claro e comprovado que, todas as afirmações feitas não apenas pela imprensa séria, mas também as que fez o ministro Gilmar Mendes quanto ao uso policial de aparelhos do Estado com fins estritamente políticos, estavam corretas! Gente delinqüente e safada !!!
Deste modo, fica claro e comprovado que, todas as afirmações feitas não apenas pela imprensa séria, mas também as que fez o ministro Gilmar Mendes quanto ao uso policial de aparelhos do Estado com fins estritamente políticos, estavam corretas! Gente delinqüente e safada !!!