domingo, julho 26, 2015

No Brasil, juros nas alturas. No México e na Colômbia, taxas de 3% e 4,5%

Alvaro Gribel
O Globo

A próxima semana será de reuniões nos bancos centrais de Brasil, Colômbia e México. O que chama atenção é que nos outros dois países as taxas devem ficar paradas, em níveis muito baixos, enquanto no Brasil a Selic deve continuar subindo, mesmo com o país em recessão.

A projeção do Bank of America é que a taxa brasileira suba mais meio ponto, indo a 14,25%. Para o México, a estimativa é que fique estável em 3%, enquanto na Colômbia deve permanecer em 4,5%.

A inflação alta é um problema interno do Brasil, resultado de erros da política econômica dos últimos anos. O quadro mundial é de preços baixos, principalmente os ligados à energia.