COMENTANDO A NOTICIA: A seguir, segue um trabalho que Lula algum, mesmo com todas as suas mentiras e propagandas não conseguirão desmontar: os verdadeiros números comparativos entre os governo do canalha e do ex-Presidente Fernando Henrique. Durante o tempo que Lula está presidente, tentou de inúmeras maneiras, todas cretinas e de com total desprezo pela verdade, provar que seu governo foi melhor do que o de FHC. Além da propaganda oficial, contou para isso com números absolutamente surreais, ou melhor dizendo, falsos em todos os sentidos.
Se para uma grande parcela da população o canalha conseguiu seu intento, porém, para história, e para aqueles que não se deixam seduzir pelo mau caráter que posa de bom moço, e não passa de um deslavado mentiroso e delinqüente, estejam certos de que não conseguiu. Seguem abaixo os números da verdade, e desafio a qualquer petista canalha tentar desmenti-los. Pelo menos nós mostramos as fontes e liberamos a pesquisa para quiser confrontar.
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Governo Lula x Governo FHC
Se para uma grande parcela da população o canalha conseguiu seu intento, porém, para história, e para aqueles que não se deixam seduzir pelo mau caráter que posa de bom moço, e não passa de um deslavado mentiroso e delinqüente, estejam certos de que não conseguiu. Seguem abaixo os números da verdade, e desafio a qualquer petista canalha tentar desmenti-los. Pelo menos nós mostramos as fontes e liberamos a pesquisa para quiser confrontar.
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Governo Lula x Governo FHC
Resumo: Um breve histórico da economia brasileira dos últimos 35 anos.
Veja como era o Brasil e os passos que foram dados até atingirmos a estabilidade.
Os dados utilizados neste trabalho são todos oficiais: do Banco Mundial, CEPAL, Arquivo Nacional, Conselho Regional de Economia-RJ, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Banco Central do Brasil.
Os dados utilizados neste trabalho são todos oficiais: do Banco Mundial, CEPAL, Arquivo Nacional, Conselho Regional de Economia-RJ, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Banco Central do Brasil.
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Por Lucio Lopes
Publicado no Minuto Político
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Publicado no Minuto Político
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O presidente Lula não perde oportunidade em vangloriar-se do “ponto forte” do seu governo: o sucesso da economia. Presidente, ministros e o PT jactam-se, constantemente, do melhor desempenho da economia em relação ao período FHC. Será este realmente um fato verdadeiro?
As turbulências da economia brasileira que emperraram o país durante 20 anos tiveram sua origem no “Milagre Brasileiro”. Com o aumento brutal do preço do petróleo, no início dos anos 70, os árabes inundaram a Europa e os EUA com seus petrodólares. Os militares brasileiros aproveitaram-se da imensa oferta de dinheiro no mercado e endividaram o país muito além do que seria prudente, uma vez que os juros dos empréstimos eram flutuantes. A inflação subiu violentamente nos EUA e os juros americanos, mais ainda, ultrapassando a casa dos 20% anuais. O mundo entrou em forte recessão e os países endividados foram ao caos. A dívida externa brasileira tornou-se astronômica.
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As turbulências da economia brasileira que emperraram o país durante 20 anos tiveram sua origem no “Milagre Brasileiro”. Com o aumento brutal do preço do petróleo, no início dos anos 70, os árabes inundaram a Europa e os EUA com seus petrodólares. Os militares brasileiros aproveitaram-se da imensa oferta de dinheiro no mercado e endividaram o país muito além do que seria prudente, uma vez que os juros dos empréstimos eram flutuantes. A inflação subiu violentamente nos EUA e os juros americanos, mais ainda, ultrapassando a casa dos 20% anuais. O mundo entrou em forte recessão e os países endividados foram ao caos. A dívida externa brasileira tornou-se astronômica.
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Em março de 1985 José Sarney assume o governo e o Brasil se esforça para pagar ao menos uma pequena parte dos juros. As reservas brasileiras vão a zero e o presidente decreta a moratória em janeiro de 1987. Sem crédito, o Brasil fica completamente desmoralizado no âmbito internacional.
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Em 1988, Bresser Pereira, o ministro da Fazenda, vai aos EUA com o propósito de convencer os credores a fazerem um abatimento do valor da dívida. Ele saiu escorraçado da América do Norte.
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Somente a partir de agosto de 1991, o novo ministro da Fazenda, Marcílio Marques Moreira, nomeia o economista Pedro Malan - um funcionário de carreira - para negociar com os mais de 800 bancos credores do Brasil. Esses credores exigem que Malan, primeiramente, acerte-se com o FMI. Ocorre, entretanto, que o Fundo Monetário, raivoso, nega-se a dialogar com o Brasil, em virtude dos diversos descumprimentos do que fora acordado em quase 20 anos. Éramos um país caloteiro.
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Depois de quase três anos de negociações, Malan fecha, com muita habilidade, um acordo com todos os credores que inclui: desconto no montante da dívida, redução das taxas de juros e prolongamento da amortização da dívida. Em abril de 1994 o Senado sacramenta este acordo e, em janeiro de 1995, Fernando Henrique Cardoso assume a presidência. O Brasil passa a cumprir rigorosamente os pagamentos previstos, deixando de ser visto como país trambiqueiro. No início de 2006 o atual governo antecipa os pagamentos e quita a história dívida.
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O fato é que o Brasil, até 1993, viveu um enorme período de turbulências econômicas. O regime militar de 1964 a 1985 já alegara essas turbulências como um dos motivos do golpe. A desordem política foi, sem dúvida, a principal justificativa para a tomada à força do poder, mas a instabilidade econômica foi também alegada por eles: uma inflação “imoral” que chegava aos 80% ao ano. Pois bem, nesses 21 anos a inflação acumulada chegou a dois milhões e quatrocentos mil por cento.
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Para combater este mal, Sarney, Collor e Itamar implantaram vários planos econômicos. A moeda mudou de nome várias vezes. A cada plano cortavam-se três zeros e uma nova moeda era criada: cruzado, cruzado novo, cruzeiro, cruzeiro real e, por fim, o real.
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Até surgir a atual a atual moeda, entrava e saia presidente, entrava e saia ministro, um novo e milagroso PLANO ECONÔMICO era anunciado. Durante horas o povo voltava a atenção para a TV tentando entender o plano mirabolante que cada ministro, a seu tempo, propunha-se a explicar. Cada plano era, entretanto, mais desastroso que o outro. Foram criados os seguintes planos econômicos, com seus respectivos ministros e presidentes:
- Plano Cruzado I, Dílson Funaro e José Sarney, março/1986;
- Plano Cruzado II, Dílson Funaro e José Sarney, novembro/1986;
- Plano Bresser, Bresser Pereira e Sarney, junho/1987;
- Plano “Feijão-com-arroz”, Maílson da Nóbrega e Sarney, janeiro/1988;
- Plano Verão, Maílson da Nóbrega e Sarney, janeiro/1989;
- Plano Collor I, Zélia Cardoso e Fernando Collor, março/1990;
- Plano Collor II, Zélia e Collor, janeiro/1991;
- Plano Itamar I, Gustavo Krause e Itamar Franco, outubro/1992;
- Plano Itamar II, Paulo Haddad e Itamar, janeiro/1993;
- Plano Itamar III, Elizeu Resende e Itamar, março/1993;
- Plano Real, Fernando Henrique e Itamar, março/1994.
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Após inúmeras tentativas malsucedidas, o PLANO REAL veio para ficar. Não foi fácil, pois o governo FHC enfrentou graves crises internacionais que atingiram em cheio a economia brasileira. Somando-se a estas crises, outras duas se impuseram, com igual peso das crises internacionais, fazendo todas os mesmos estragos: Fuga do capital estrangeiro com brutal baixa das reservas internacionais, queda das bolsas de valores e evasão de divisas. Para reverter o quadro, a saída para salvar o REAL era elevar as taxas de juros, reduzir o prazo de captação para estimular a entrada de capital e conter a sua saída, além de lançar mão de empréstimos no FMI, BID e BIRD.
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- Plano Cruzado II, Dílson Funaro e José Sarney, novembro/1986;
- Plano Bresser, Bresser Pereira e Sarney, junho/1987;
- Plano “Feijão-com-arroz”, Maílson da Nóbrega e Sarney, janeiro/1988;
- Plano Verão, Maílson da Nóbrega e Sarney, janeiro/1989;
- Plano Collor I, Zélia Cardoso e Fernando Collor, março/1990;
- Plano Collor II, Zélia e Collor, janeiro/1991;
- Plano Itamar I, Gustavo Krause e Itamar Franco, outubro/1992;
- Plano Itamar II, Paulo Haddad e Itamar, janeiro/1993;
- Plano Itamar III, Elizeu Resende e Itamar, março/1993;
- Plano Real, Fernando Henrique e Itamar, março/1994.
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Após inúmeras tentativas malsucedidas, o PLANO REAL veio para ficar. Não foi fácil, pois o governo FHC enfrentou graves crises internacionais que atingiram em cheio a economia brasileira. Somando-se a estas crises, outras duas se impuseram, com igual peso das crises internacionais, fazendo todas os mesmos estragos: Fuga do capital estrangeiro com brutal baixa das reservas internacionais, queda das bolsas de valores e evasão de divisas. Para reverter o quadro, a saída para salvar o REAL era elevar as taxas de juros, reduzir o prazo de captação para estimular a entrada de capital e conter a sua saída, além de lançar mão de empréstimos no FMI, BID e BIRD.
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Difícil, igualmente, foi enfrentar a crise “Pão-de-Queijo”, provocada pelo então governador Itamar Franco, ao decretar a moratória mineira. A crise teve repercussão internacional, pois quem a decretara, um ex-presidente, era, à época, potencial candidato à sucessão de FHC. ;
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Novas evasões de divisas e novas medidas econômicas tiveram de ser adotadas. Vale registrar as seguintes crises ocorridas durante o governo FHC:
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- Crise Mexicana, O Efeito Tequila. Dezembro de 1994;
- Crise Asiática. Maio de 1997;
- Crise Russa. Agosto de 1998;
- Crise “Pão-de-Queijo”. Janeiro de 1999;
- Crise Argentina. Em 2001;
- Crise cambial brasileira, Risco Lula. Em 2002.
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- Crise Asiática. Maio de 1997;
- Crise Russa. Agosto de 1998;
- Crise “Pão-de-Queijo”. Janeiro de 1999;
- Crise Argentina. Em 2001;
- Crise cambial brasileira, Risco Lula. Em 2002.
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Em contrapartida, nos quatro anos de governo petista, uma única crise que pouco abalou o País - tal a solidez do Plano Real - crise esta gerada pelas próprias mazelas do governo Lula e seu partido, o PT.