Quem disse que Lula odeia privatização ?
COMENTANDO A NOTICIA: Sem nenhuma surpresa, leio no Alerta Total o plano de entrega de riquezas minerais que Lula ensaia para o próximo ano. Lembre-se que Ribeirão Preto sob o comando do ex-ministro Antonio Palocci privatizou o que pode. E ninguém fez guerra por causa disto. A questão não vender empresas públicas: é o destino que se dá a elas, tornando-as economicamente viáveis, e permitindo que o investimento privado possa universalizar seus serviços em favor da sociedade. Foi isto que aconteceu com os serviços de telefonia do Brasil. A empresa estatal no Brasil serviu sempre como modelo de ineficiência, má gestão, corrupção, e cabide de emprego para a elite política.. No caso do PT, a privatização é feita sim desde que o lucro seja do interesse do partido, menos da sociedade...
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COMENTANDO A NOTICIA: Sem nenhuma surpresa, leio no Alerta Total o plano de entrega de riquezas minerais que Lula ensaia para o próximo ano. Lembre-se que Ribeirão Preto sob o comando do ex-ministro Antonio Palocci privatizou o que pode. E ninguém fez guerra por causa disto. A questão não vender empresas públicas: é o destino que se dá a elas, tornando-as economicamente viáveis, e permitindo que o investimento privado possa universalizar seus serviços em favor da sociedade. Foi isto que aconteceu com os serviços de telefonia do Brasil. A empresa estatal no Brasil serviu sempre como modelo de ineficiência, má gestão, corrupção, e cabide de emprego para a elite política.. No caso do PT, a privatização é feita sim desde que o lucro seja do interesse do partido, menos da sociedade...
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Lula planeja vender, em 2007, 331 áreas minerais brasileiras
Lula planeja vender, em 2007, 331 áreas minerais brasileiras
Por Jorge Serrão
O Governo Lula da Silva, que acusa seus adversários de serem privatistas (com toda razão), se prepara para entregar 331 áreas com riquezas minerais ao capital privado transnacional (os controladores ingleses da economia mundial). As jazidas foram descobertas desde os anos 70 e são de níquel, carvão, zinco, diamante, ouro, cobre, turfa e terras raras (matéria-prima para a indústria eletroeletrônica). O Serviço Geológico do Brasil (ex-Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) prepara, para 2007, uma licitação de seus direitos minerários.
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O preço mínimo de cada área será divulgado apenas junto com os editais da licitação, prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2007. O processo de licitação está sendo elaborado há cinco meses pelo governo. Mas a CPRM vem organizando informações sobre essas áreas (localização, estimativas de reservas medidas e inferidas) desde 2003, de acordo com o presidente do órgão, Agamenon Dantas. A denúncia é do jornal Valor Econômico. Atualmente, o Brasil já perde US$ 700 milhões por dia, com o subfaturamento de minérios. O negócio de compra e venda de minerais brasileiros é controlado pela London Metal Exchange (LME) City de Londres.
A venda será dividida em blocos, por região e por minério.As áreas a serem vendidas estão há quase 40 anos em poder do Ministério de Minas e Energia. Das 331 áreas, 258 já têm documentação pronta. Quatro delas dentro de reservas indígenas em Roraima. Nelas existe grande quantidade de diamentes e minerais raros, como a gipsita, essenciais para a indústria do petróleo, espacial e de alta tecnologia. Outro alvo é a reserva de nióbio, no Rio Cupari, no Pará. Por conta da escalada do preço das commodities metálicas no mercado internacional, as reservas brasileiras que serão vendidas pelo governo Lula são consideradas atualmente viáveis para a instalação de projetos. As mineradoras estrangeiras estão de olho e torcendo pela reeleição.
Apenas para os céticos que gostam de exemplos – e que não acreditam na existência e no poder dos controladores ingleses, alegando que os relatos objetivos sobre eles são “Teoria da Conspiração” -, apenas as reservas de níquel contido em Goiás são avaliadas em 427 mil toneladas. Na semana passada, o metal fechou negociado (à vista, na LME londrina) - a US$ 33 mil e 500 dólares por tonelada.
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Perguntinha idiota aos militares
A venda será dividida em blocos, por região e por minério.As áreas a serem vendidas estão há quase 40 anos em poder do Ministério de Minas e Energia. Das 331 áreas, 258 já têm documentação pronta. Quatro delas dentro de reservas indígenas em Roraima. Nelas existe grande quantidade de diamentes e minerais raros, como a gipsita, essenciais para a indústria do petróleo, espacial e de alta tecnologia. Outro alvo é a reserva de nióbio, no Rio Cupari, no Pará. Por conta da escalada do preço das commodities metálicas no mercado internacional, as reservas brasileiras que serão vendidas pelo governo Lula são consideradas atualmente viáveis para a instalação de projetos. As mineradoras estrangeiras estão de olho e torcendo pela reeleição.
Apenas para os céticos que gostam de exemplos – e que não acreditam na existência e no poder dos controladores ingleses, alegando que os relatos objetivos sobre eles são “Teoria da Conspiração” -, apenas as reservas de níquel contido em Goiás são avaliadas em 427 mil toneladas. Na semana passada, o metal fechou negociado (à vista, na LME londrina) - a US$ 33 mil e 500 dólares por tonelada.
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Perguntinha idiota aos militares
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O Governo Federal pretende entregar ao capital privado transnacional 331 áreas com riquezas minerais.
São jazidas de níquel, carvão, zinco, diamante, ouro, cobre, turfa e terras raras (matéria-prima para a indústria eletroeletrônica).
Há cinco meses, o Serviço Geológico do Brasil (ex-Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) elabora o processo de licitação de venda dos seus direitos minerários.O negócio de compra e venda de minerais brasileiros é controlado pela London Metal Exchange (LME) da City de Londres, cujos banqueiros e investidores querem controlar, ainda mais, o rico setor mineral brasileiro.
Atualmente, o Brasil já perde US$ 700 milhões por dia, em impostos que não são pagos, graças a um escandaloso subfaturamento na exportação dos minérios.Diante de tal denúncia cabe a pergunta idiota: Onde ficam os militares, que têm a obrigação de defender o patrimônio nacional, de acordo com o artigo 142 da Constituição?Militar que não faz nada e não sabe nada acaba virando um mero funcionário público de uniforme - o que não é o caso do pessoal das nossas Forças Armadas.
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A privatização do PT
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O Governo Federal pretende entregar ao capital privado transnacional 331 áreas com riquezas minerais.
São jazidas de níquel, carvão, zinco, diamante, ouro, cobre, turfa e terras raras (matéria-prima para a indústria eletroeletrônica).
Há cinco meses, o Serviço Geológico do Brasil (ex-Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) elabora o processo de licitação de venda dos seus direitos minerários.O negócio de compra e venda de minerais brasileiros é controlado pela London Metal Exchange (LME) da City de Londres, cujos banqueiros e investidores querem controlar, ainda mais, o rico setor mineral brasileiro.
Atualmente, o Brasil já perde US$ 700 milhões por dia, em impostos que não são pagos, graças a um escandaloso subfaturamento na exportação dos minérios.Diante de tal denúncia cabe a pergunta idiota: Onde ficam os militares, que têm a obrigação de defender o patrimônio nacional, de acordo com o artigo 142 da Constituição?Militar que não faz nada e não sabe nada acaba virando um mero funcionário público de uniforme - o que não é o caso do pessoal das nossas Forças Armadas.
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A privatização do PT
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Estudo divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o governo Lula deu um jeito de, mesmo sem as estatais que cobiçava para acomodar a companheirada, arrumar um cargo público para todos os seus aloprados. O estudo mostra que Lula, reestatizando aqui, criando ministérios ali, manteve o orçamento do Estado em 20% do PIB. E mais: segundo a Folha de S. Paulo, desviou R$ 16 bi de fundos de telecomunicações para bancar a orgia de gastos públicos. Essa é a versão petista da privatização em proveito próprio...
Leiam o que diz o jornalista Reinaldo Azevedo:
“Vivam FHC e as privatizações! E abaixo o debate vagabundo!
Os bocas-de-trapo do petismo dizem gostar quando FHC entra no debate. Eu também. Eles dizem gostar porque o tucano tiraria votos de Alckmin. Eu gosto porque tenho apreço pela inteligência e pela política. Se um petista diz que o ex-presidente ajuda o PT, então deve ser o contrário. Uma boa maneira de você estar perto da verdade é pensar o contrário do que pensam os petistas. Ponto parágrafo.
FHC fez o que, até agora, o comando da campanha de Alckmin e seus “especialistas” amestrados — amestrados, sem querer, pelo PT — não tiveram coragem de fazer: defender as privatizações e acusar a demagogia de Lula. Se vencer, infelizmente, o presidenciável tucano não vai vender coisa nenhuma, embora devesse.
O ex-presidente falou e lembrou a coisa certa: o PT acusa os adversários de querer privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil? Que o PSDB parta para o contra-ataque. E a melhor maneira de fazê-lo não é assinando documentos para pacificar o inexistente PDT; a melhor maneira de fazê-lo é demonstrando que as estatais, sob a gestão petista, se transformaram em aparelhos partidários, em covil de pilantras. Ou, nas palavras do próprio FHC: “A Petrobras tem que ser outra coisa. Uma empresa pública, e não o que está sendo, usada para fins políticos. O Banco do Brasil tem de ser uma empresa pública, não para ser usado no Valerioduto. Você tem aí empresas que devem ser do governo, mas não devem ser usadas por um partido. E empresas que não têm sentido estarem no governo, que devem ser privatizadas". As declarações foram feitas à rádio CBN.
É claro que a zonzeira reinante na imprensa ajuda os petistas. Leiam o seguinte trecho, em itálico, que está na Folha On Line, com atenção especial ao que está em vermelho: “O líder tucano afirmou que é demagogia do PT afirmar que um eventual governo de Geraldo Alckmin venderia o controle da empresa. FHC afirmou que "ninguém vai privatizar" a gigante estatal do petróleo, mas em seguida deixou escapar a frase 'não sou contra a privatização da Petrobras'".
“Deixou escapar”??? Quer dizer que alguém só pode se dizer “não contrário” — o que não quer dizer exatamente “favorável” — à privatização da Petrobras num ato falho, num lapso, assim como quando um bandido confessa um crime sem querer ou quando a nossa linguagem trai uma vontade que estamos tentando esconder? A Petrobras e o Banco do Brasil se transformaram, agora, num dado da nossa psique, da nossa conformação mental? Ah... Mais respeito, intelectual ao menos, com FHC! Não sou seu amigo, não, mas já estive com ele algumas vezes. Não é do tipo que “deixa escapar” frases. Expôs dois dados da realidade: 1) os tucanos não vão privatizar a Petrobras se Alckmin vencer; 2) mesmo não privatizando, ele não é contrário ao processo.
O petismo só prospera onde a linguagem assume uma dimensão pobremente mágica; onde o fetiche substitui a razão. Ok. Alckmin já expressou seu compromisso. Agora cumpre demonstrar para que finalidade os petistas usaram, até agora, a Petrobras, o Banco do Brasil e os Correios, onde tudo começou. No Roda Viva, Lula defendeu o antigo modelo da Telebrás. Hoje era o dia de o horário eleitoral de Alckmin lembrar como era a empresa nos tempos em que os petistas saíam por aí chutando o traseiro — literalmente — de investidores que iriam participar de leilões públicos. Seria o caso de demonstrar que a venda das ações da Telebrás se fizeram à luz do dia. Já os canalhas que usaram as estatais para comprar consciências o fizeram, claro pela porta dos fundos.Mas, para tanto, é preciso ter tutano e saber fazer política. Um candidato não pode ser refém do temor e do marketing — especialmente do marketing incompetente. Tem de partir para o debate. Já escrevi isso aqui umas 500 vezes. É preciso deixar claro que, se vitorioso, Alckimin vai “desprivatizar” a Petrobras e o Banco do Brasil, que foram ocupadas pelo PT, assim como o MST ocupa terras que não pertencem. Ah, que falta nos faz a política, Santo Deus! Que falta nos faz a política!”
Leiam o que diz o jornalista Reinaldo Azevedo:
“Vivam FHC e as privatizações! E abaixo o debate vagabundo!
Os bocas-de-trapo do petismo dizem gostar quando FHC entra no debate. Eu também. Eles dizem gostar porque o tucano tiraria votos de Alckmin. Eu gosto porque tenho apreço pela inteligência e pela política. Se um petista diz que o ex-presidente ajuda o PT, então deve ser o contrário. Uma boa maneira de você estar perto da verdade é pensar o contrário do que pensam os petistas. Ponto parágrafo.
FHC fez o que, até agora, o comando da campanha de Alckmin e seus “especialistas” amestrados — amestrados, sem querer, pelo PT — não tiveram coragem de fazer: defender as privatizações e acusar a demagogia de Lula. Se vencer, infelizmente, o presidenciável tucano não vai vender coisa nenhuma, embora devesse.
O ex-presidente falou e lembrou a coisa certa: o PT acusa os adversários de querer privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil? Que o PSDB parta para o contra-ataque. E a melhor maneira de fazê-lo não é assinando documentos para pacificar o inexistente PDT; a melhor maneira de fazê-lo é demonstrando que as estatais, sob a gestão petista, se transformaram em aparelhos partidários, em covil de pilantras. Ou, nas palavras do próprio FHC: “A Petrobras tem que ser outra coisa. Uma empresa pública, e não o que está sendo, usada para fins políticos. O Banco do Brasil tem de ser uma empresa pública, não para ser usado no Valerioduto. Você tem aí empresas que devem ser do governo, mas não devem ser usadas por um partido. E empresas que não têm sentido estarem no governo, que devem ser privatizadas". As declarações foram feitas à rádio CBN.
É claro que a zonzeira reinante na imprensa ajuda os petistas. Leiam o seguinte trecho, em itálico, que está na Folha On Line, com atenção especial ao que está em vermelho: “O líder tucano afirmou que é demagogia do PT afirmar que um eventual governo de Geraldo Alckmin venderia o controle da empresa. FHC afirmou que "ninguém vai privatizar" a gigante estatal do petróleo, mas em seguida deixou escapar a frase 'não sou contra a privatização da Petrobras'".
“Deixou escapar”??? Quer dizer que alguém só pode se dizer “não contrário” — o que não quer dizer exatamente “favorável” — à privatização da Petrobras num ato falho, num lapso, assim como quando um bandido confessa um crime sem querer ou quando a nossa linguagem trai uma vontade que estamos tentando esconder? A Petrobras e o Banco do Brasil se transformaram, agora, num dado da nossa psique, da nossa conformação mental? Ah... Mais respeito, intelectual ao menos, com FHC! Não sou seu amigo, não, mas já estive com ele algumas vezes. Não é do tipo que “deixa escapar” frases. Expôs dois dados da realidade: 1) os tucanos não vão privatizar a Petrobras se Alckmin vencer; 2) mesmo não privatizando, ele não é contrário ao processo.
O petismo só prospera onde a linguagem assume uma dimensão pobremente mágica; onde o fetiche substitui a razão. Ok. Alckmin já expressou seu compromisso. Agora cumpre demonstrar para que finalidade os petistas usaram, até agora, a Petrobras, o Banco do Brasil e os Correios, onde tudo começou. No Roda Viva, Lula defendeu o antigo modelo da Telebrás. Hoje era o dia de o horário eleitoral de Alckmin lembrar como era a empresa nos tempos em que os petistas saíam por aí chutando o traseiro — literalmente — de investidores que iriam participar de leilões públicos. Seria o caso de demonstrar que a venda das ações da Telebrás se fizeram à luz do dia. Já os canalhas que usaram as estatais para comprar consciências o fizeram, claro pela porta dos fundos.Mas, para tanto, é preciso ter tutano e saber fazer política. Um candidato não pode ser refém do temor e do marketing — especialmente do marketing incompetente. Tem de partir para o debate. Já escrevi isso aqui umas 500 vezes. É preciso deixar claro que, se vitorioso, Alckimin vai “desprivatizar” a Petrobras e o Banco do Brasil, que foram ocupadas pelo PT, assim como o MST ocupa terras que não pertencem. Ah, que falta nos faz a política, Santo Deus! Que falta nos faz a política!”