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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Marta Suplicy, nova coordenadora de sua campanha no maior colégio eleitoral do país, o Estado de São Paulo, desafiaram a oposição na quarta-feira para um debate sobre ética e corrupção. Conforme ambos, o PT não teme as comparações com o PSDB. No mesmo dia, porém, os petistas faziam afagos aos colegas de partido acusados em escândalos.
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A posição que chamou mais atenção foi a de Marta, que bateu duramente nos tucanos e disse, ao falar sobre ética: "Nós podemos fazer esse debate". Mas a ex-prefeita de São Paulo se cercou de pelo menos três mensaleiros - João Paulo Cunha, José Mentor e José Genoino, todos deputados eleitos - no encontro com lideranças petistas no Estado para melhorar a campanha do presidente.
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Enquanto isso, Lula também provocava a oposição, dizendo que vai fazer o debate "profundo" sobre corrupção e ética. "Eu acho que o povo brasileiro merecia uma discussão melhor. Mas se quiserem enveredar por aí, vamos discutir isso, colocar na mesa as coisas que precisam ser colocadas numa campanha em que as pessoas não têm argumento para debater política econômica, social."
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Contrastando com a posição de Lula, quase ao mesmo tempo falou o presidente do PT-SP, Paulo Frateschi - substituído por Marta na coordenação paulista de Lula. E o petista defendeu os colegas acusados no escândalo do dossiê. "Não sou desses, como Lula, que tratou de maneira muito pesada, falou em tiro no pé, chamou de bandidos, aloprados. Não concordo. Eles não são bandidos."
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Fonte: Veja On line.
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11 dias após o bloqueio de 1,6 bi, a liberação de 1,5 bi
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A posição que chamou mais atenção foi a de Marta, que bateu duramente nos tucanos e disse, ao falar sobre ética: "Nós podemos fazer esse debate". Mas a ex-prefeita de São Paulo se cercou de pelo menos três mensaleiros - João Paulo Cunha, José Mentor e José Genoino, todos deputados eleitos - no encontro com lideranças petistas no Estado para melhorar a campanha do presidente.
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Enquanto isso, Lula também provocava a oposição, dizendo que vai fazer o debate "profundo" sobre corrupção e ética. "Eu acho que o povo brasileiro merecia uma discussão melhor. Mas se quiserem enveredar por aí, vamos discutir isso, colocar na mesa as coisas que precisam ser colocadas numa campanha em que as pessoas não têm argumento para debater política econômica, social."
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Contrastando com a posição de Lula, quase ao mesmo tempo falou o presidente do PT-SP, Paulo Frateschi - substituído por Marta na coordenação paulista de Lula. E o petista defendeu os colegas acusados no escândalo do dossiê. "Não sou desses, como Lula, que tratou de maneira muito pesada, falou em tiro no pé, chamou de bandidos, aloprados. Não concordo. Eles não são bandidos."
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Fonte: Veja On line.
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11 dias após o bloqueio de 1,6 bi, a liberação de 1,5 bi
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Três dias depois do início da campanha do segundo turno, o governo federal decidiu liberar 1,5 bilhão de reais do Orçamento - valor quase igual ao bloqueado pelo Ministério do Planejamento há menos de duas semanas. Na ocasião - 11 dias atrás, com Luiz Inácio Lula da Silva aparecendo nas pesquisas como vencedor no primeiro turno - o bloqueio nas despesas ficou em 1,6 bilhões.
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Uma boa parcela do dinheiro liberado, cerca de 231 milhões de reais, vai para o Ministério dos Transportes, que deverá usar o valor em Estados onde o presidente não teve uma boa votação no primeiro turno. Ainda assim, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, negou o uso eleitoral do dinheiro. "Não tem esse medo. As pessoas de boa-fé não farão essa leitura", garantiu ele.
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Bernardo disse que a maior parte do dinheiro não será usada em obras. Entre os Estados beneficiados com os recursos, porém, o segundo colégio eleitoral do país, Minas Gerais, se destaca - ali Lula pretende decidir a eleição contra Geraldo Alckmin. Uma outra área beneficiada é o Sul, onde Lula perdeu para Alckmin no primeiro turno - e onde ele já disse que quer se recuperar.
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'Cheira mal' - Paulo Bernardo atribuiu às dificuldades técnicas a aparente contradição nas decisões de sua pasta, que dentro de apenas 11 dias bloqueou e depois liberou dinheiro. Na oposição, a medida foi mais uma vez motivo de críticas. "A edição de medida provisória a essa altura do segundo turno no mínimo cheira mal. Que urgência é essa?", afirmou José Agripino (PFL-RN).
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Uma boa parcela do dinheiro liberado, cerca de 231 milhões de reais, vai para o Ministério dos Transportes, que deverá usar o valor em Estados onde o presidente não teve uma boa votação no primeiro turno. Ainda assim, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, negou o uso eleitoral do dinheiro. "Não tem esse medo. As pessoas de boa-fé não farão essa leitura", garantiu ele.
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Bernardo disse que a maior parte do dinheiro não será usada em obras. Entre os Estados beneficiados com os recursos, porém, o segundo colégio eleitoral do país, Minas Gerais, se destaca - ali Lula pretende decidir a eleição contra Geraldo Alckmin. Uma outra área beneficiada é o Sul, onde Lula perdeu para Alckmin no primeiro turno - e onde ele já disse que quer se recuperar.
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'Cheira mal' - Paulo Bernardo atribuiu às dificuldades técnicas a aparente contradição nas decisões de sua pasta, que dentro de apenas 11 dias bloqueou e depois liberou dinheiro. Na oposição, a medida foi mais uma vez motivo de críticas. "A edição de medida provisória a essa altura do segundo turno no mínimo cheira mal. Que urgência é essa?", afirmou José Agripino (PFL-RN).
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Fonte: Veja On line
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Alckmin: “ ministros espalham boatos
sobre seu programa de governo”
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ANDREA CATÃO
da Folha Online
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Alckmin: “ ministros espalham boatos
sobre seu programa de governo”
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ANDREA CATÃO
da Folha Online
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O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse hoje que ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão "esparramando boatos" de que ele vai acabar com o Bolsa-Família e promover a privatização do Banco do Brasil, dos Correios e da Caixa Econômica Federal.
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"Esses ministros, que em vez de trabalhar, ficam fazendo campanha eleitoral, utilizando prédio público, transformando ministério em comitê eleitoral. Estão querendo assustar as pessoas", disse.
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Alckmin disse que as informações eram "inverdades". "Essa rede de proteção social [Bolsa-Família] foi criada no nosso governo, do PSDB." Quanto às privatizações, o tucano disse que a intenção é fortalecer a empresa privada e não privatizar as estatais..
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Empurrando com a barriga
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Dilma Roussef e Márcio Thomaz Bastos estão trabalhando incansavelmente para que o resultado das investigações sobre o desengonçado Dossiê, que levou a eleição para o segundo turno, só sejam encerradas após o segundo turno.
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Empurrando com a barriga
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Dilma Roussef e Márcio Thomaz Bastos estão trabalhando incansavelmente para que o resultado das investigações sobre o desengonçado Dossiê, que levou a eleição para o segundo turno, só sejam encerradas após o segundo turno.
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A Polícia Federal já ensaiou os passos para "legalizar" esta operação de "empurra com a barriga".
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Cresce a pressão interna do PT para que se encontre urgentemente um culpado pelo escândalo do dossiê contra José Serra (PSDB).
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A identificação do culpado é vista como indispensável para que Lula diminua os prejuízos eleitorais que amargou no primeiro turno.
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Ricardo Berzoini (PT-SP), presidente do PT, deve ser o primeiro a ser desbancado. Aloizio Mercadante (PT-SP), que empregava Hamilton Lacerda, acusado de levar o dinheiro para a compra do dossiê, está na fila do ajuste de contas.
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COMENTANDO A NOTICIA: Não adianta Lula cortar “cabeças” petistas, achando que conseguirá esconder aquilo que realmente interessa que é QUAL O DONO DO DINHEIRO QUE O PT USOU NA TRAPAÇA DO DOSSIÊ? O resto é papo furado.
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E o crimes eleitorais do PT se sucedem
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Se mobilizar 17 ministros para que o ajude na caça de votos, liberar R$ 1,5 bilhão para obras e pagamentos de dívidas depois de há 10 dias ter cortado R$ 1,6 bilhão do Orçamento a título de economia, e dar ordens à Polícia Federal para que apresse o fim do inquérito sobre um escândalo que lhe custou apoios no primeiro turno; se tudo isso não significar o uso de recursos e da máquina pública para se reeleger não sei o que poderá significar.
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No caso dos ministros, eles deveriam se afastar dos cargos para ir catar votos. Se não se afastam, aproveitam as facilidades oferecidas pelos cargos. No caso da liberação de R$ 1,5 bilhão, parte dele se destina a obras em Estados onde Lula precisa reforçar sua votação. Há mais o que dizer a respeito? Por último, no caso da Polícia Federal, não tem cabimento qualquer tipo de ordem para apressar ou retardar o inquérito.
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Sobre o dossiê, Lula, pergunte aos seus amigos
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A Polícia Federal não é polícia de governo - é do Estado. Espera-se que ela sempre seja ágil. Por vezes não é nem será.
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A ajuda da polícia é dispensável para que Lula saiba a origem do dinheiro destinado à compra do dossiê da Máfia dos Sanguessugas contra políticos do PSDB. Basta perguntar ao pessoal que o cerca. Pergunte, por exemplo, a Expedito Veloso, ex-diretor de Gestão e Risco do Banco do Brasil. Ele está envolvido no caso até a cabeça. Negociou a compra do dossiê. Assistiu em Cuiabá a entrevista dos mafiosos concedida à ISTOÉ. Viajou a São Paulo onde o dinheiro foi apreendido.
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O próprio Expedito confessou à polícia que tinha comprovantes de pagamentos feitos pelos mafiosos ao empresário de Piracicaba Abel Pereira, ligado ao atual prefeito de Picacicaba a Barjas Negri, ex-ministro da Saúde, homem de confiança do governador eleito de São Paulo José Serra. Como Expedito poderia ter os comprovantes sem que contas de Pereira e dos mafiosos tenham sido violadas?
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É muita ingenuidade supor que Expedito violaria as contas usando a senha do banco que lhe dava acesso a dados contábeis de natureza sigilosa. É mais fácil que tenha terceirizado a violação. Não se saberá disso tão cedo. Entre disputar o segundo turno refém do escândalo do dossiê e esclarecer o escândalo antes do dia da nova eleição, tudo indica que o governo escolherá a segunda opção.
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Deve ter suas razões para isso.
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Cresce a pressão interna do PT para que se encontre urgentemente um culpado pelo escândalo do dossiê contra José Serra (PSDB).
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A identificação do culpado é vista como indispensável para que Lula diminua os prejuízos eleitorais que amargou no primeiro turno.
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Ricardo Berzoini (PT-SP), presidente do PT, deve ser o primeiro a ser desbancado. Aloizio Mercadante (PT-SP), que empregava Hamilton Lacerda, acusado de levar o dinheiro para a compra do dossiê, está na fila do ajuste de contas.
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COMENTANDO A NOTICIA: Não adianta Lula cortar “cabeças” petistas, achando que conseguirá esconder aquilo que realmente interessa que é QUAL O DONO DO DINHEIRO QUE O PT USOU NA TRAPAÇA DO DOSSIÊ? O resto é papo furado.
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E o crimes eleitorais do PT se sucedem
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Se mobilizar 17 ministros para que o ajude na caça de votos, liberar R$ 1,5 bilhão para obras e pagamentos de dívidas depois de há 10 dias ter cortado R$ 1,6 bilhão do Orçamento a título de economia, e dar ordens à Polícia Federal para que apresse o fim do inquérito sobre um escândalo que lhe custou apoios no primeiro turno; se tudo isso não significar o uso de recursos e da máquina pública para se reeleger não sei o que poderá significar.
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No caso dos ministros, eles deveriam se afastar dos cargos para ir catar votos. Se não se afastam, aproveitam as facilidades oferecidas pelos cargos. No caso da liberação de R$ 1,5 bilhão, parte dele se destina a obras em Estados onde Lula precisa reforçar sua votação. Há mais o que dizer a respeito? Por último, no caso da Polícia Federal, não tem cabimento qualquer tipo de ordem para apressar ou retardar o inquérito.
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Sobre o dossiê, Lula, pergunte aos seus amigos
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A Polícia Federal não é polícia de governo - é do Estado. Espera-se que ela sempre seja ágil. Por vezes não é nem será.
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A ajuda da polícia é dispensável para que Lula saiba a origem do dinheiro destinado à compra do dossiê da Máfia dos Sanguessugas contra políticos do PSDB. Basta perguntar ao pessoal que o cerca. Pergunte, por exemplo, a Expedito Veloso, ex-diretor de Gestão e Risco do Banco do Brasil. Ele está envolvido no caso até a cabeça. Negociou a compra do dossiê. Assistiu em Cuiabá a entrevista dos mafiosos concedida à ISTOÉ. Viajou a São Paulo onde o dinheiro foi apreendido.
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O próprio Expedito confessou à polícia que tinha comprovantes de pagamentos feitos pelos mafiosos ao empresário de Piracicaba Abel Pereira, ligado ao atual prefeito de Picacicaba a Barjas Negri, ex-ministro da Saúde, homem de confiança do governador eleito de São Paulo José Serra. Como Expedito poderia ter os comprovantes sem que contas de Pereira e dos mafiosos tenham sido violadas?
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É muita ingenuidade supor que Expedito violaria as contas usando a senha do banco que lhe dava acesso a dados contábeis de natureza sigilosa. É mais fácil que tenha terceirizado a violação. Não se saberá disso tão cedo. Entre disputar o segundo turno refém do escândalo do dossiê e esclarecer o escândalo antes do dia da nova eleição, tudo indica que o governo escolherá a segunda opção.
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Deve ter suas razões para isso.