Dilma critica caráter monopolista das empresas de aviação
Agência JB
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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu em defesa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e criticou o caráter 'monopolista' das empresas de aviação civil. Dilma defendeu regras claras para o setor, dizendo que o problema aéreo é muito complexo. Rebatendo críticas, sobretudo da oposição, a ministra afirmou que o governo dá importância às agências reguladoras e que a Anac ainda é uma agência nova.
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- A Anac tem menos de um ano e pegou um setor monopolista sem uma política de aviação clara - disse a jornalistas, nesta quinta-feira. Dilma comparou a Anac à Aneel em seu início. Ela lembrou que a agência do setor elétrico foi muito criticada no passado e hoje é um órgão maduro. Outro alvo de críticas constantes, o ministro Waldir Pires, da Defesa, foi defendido por Dilma com o argumento de que ele não pode ser responsabilizado pela crise.
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COMENTÁRIO DO PROSA & POLÍTICA:
Cai a máscara
Dentro do oceano de incompetências que cercam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 1° de janeiro de 2003, onde ele, incansável, nada de braçadas, fazendo e dizendo sua besteira de cada dia; parecia destoar Dilma Rouseff, inicialmente ministra das Minas e Energia; depois com o escândalo do mesalão, que nem lhe passou perto, assumiu poderoso cargo de ministra Chefe do Gabinete Civil. Tudo nela transpirava seriedade e eficiência. Todavia, suas declarações "que a crise aérea foi positiva, pois alertou que o setor deve ser reestruturado”. foi desculpa mais esfarrapada e irresponsável que já foi dita sobre o assunto e, é de ressaltar a quantidade de besteiras que foram “obradas” durante o apagão.
A ministra mostrou que não é séria, é mau humorada; não é eficiente, é apressadinha.
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Falência múltipla de órgãos
Blog do Glauco Fonseca
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A máscara de oxigênio já caiu diante da ANAC mais de 20 vezes apenas nos últimos 20 dias. Ela e seu presidente, o petista gaúcho Milton Zuanazzi, estão respirando por equipamento e, mesmo já tendo permissão para pousar, preferem ainda ficar zoando por aí. A ANATEL idem. Virou medalhão de troca, desta vez sem um talento treinado para dar as explanações incabíveis. A ANEEL também faz de conta que regula e que se preocupa com o setor de energia elétrica de modo independente. Para lembrar das ações da ANVISA (vigilância sanitária) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), basta recordar que o país está completamente parado na saúde, mas saltita de veloz no que se refere aos custos desatados das mensalidades dos planos de saúde privados, na rasgação irrestrita de contratos e na queda livre da qualidade dos serviços prestados pelas empresas.
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Agência JB
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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu em defesa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e criticou o caráter 'monopolista' das empresas de aviação civil. Dilma defendeu regras claras para o setor, dizendo que o problema aéreo é muito complexo. Rebatendo críticas, sobretudo da oposição, a ministra afirmou que o governo dá importância às agências reguladoras e que a Anac ainda é uma agência nova.
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- A Anac tem menos de um ano e pegou um setor monopolista sem uma política de aviação clara - disse a jornalistas, nesta quinta-feira. Dilma comparou a Anac à Aneel em seu início. Ela lembrou que a agência do setor elétrico foi muito criticada no passado e hoje é um órgão maduro. Outro alvo de críticas constantes, o ministro Waldir Pires, da Defesa, foi defendido por Dilma com o argumento de que ele não pode ser responsabilizado pela crise.
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COMENTÁRIO DO PROSA & POLÍTICA:
Cai a máscara
Dentro do oceano de incompetências que cercam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 1° de janeiro de 2003, onde ele, incansável, nada de braçadas, fazendo e dizendo sua besteira de cada dia; parecia destoar Dilma Rouseff, inicialmente ministra das Minas e Energia; depois com o escândalo do mesalão, que nem lhe passou perto, assumiu poderoso cargo de ministra Chefe do Gabinete Civil. Tudo nela transpirava seriedade e eficiência. Todavia, suas declarações "que a crise aérea foi positiva, pois alertou que o setor deve ser reestruturado”. foi desculpa mais esfarrapada e irresponsável que já foi dita sobre o assunto e, é de ressaltar a quantidade de besteiras que foram “obradas” durante o apagão.
A ministra mostrou que não é séria, é mau humorada; não é eficiente, é apressadinha.
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Falência múltipla de órgãos
Blog do Glauco Fonseca
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A máscara de oxigênio já caiu diante da ANAC mais de 20 vezes apenas nos últimos 20 dias. Ela e seu presidente, o petista gaúcho Milton Zuanazzi, estão respirando por equipamento e, mesmo já tendo permissão para pousar, preferem ainda ficar zoando por aí. A ANATEL idem. Virou medalhão de troca, desta vez sem um talento treinado para dar as explanações incabíveis. A ANEEL também faz de conta que regula e que se preocupa com o setor de energia elétrica de modo independente. Para lembrar das ações da ANVISA (vigilância sanitária) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), basta recordar que o país está completamente parado na saúde, mas saltita de veloz no que se refere aos custos desatados das mensalidades dos planos de saúde privados, na rasgação irrestrita de contratos e na queda livre da qualidade dos serviços prestados pelas empresas.
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As demais Agências Nacionais disto ou daquilo outro, a escolher, estão: ou a mercê do governo Lula ou totalmente inoperantes. Exemplos? A ANCINE virou uma espécie de Embrafilme da companheirada. Já a Agência Espacial Brasileira, esta sim foi para o espaço e se esqueceu de voltar. O contrário ocorre com a AN do petróleo. Está à disposição do PT 24 horas. Nas outras 24, quem manda lá é a Petrobrás.
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As agências reguladoras são apenas café pequeno num oceano de ineficiências e desvarios de dinheiro público. Carecem de competência até mesmo para encenarem alguma atividade envolvendo corrupção. Para um processo corrompido e cheio de irregularidades, tem que ter mesmo uma boa estatal, como os Correios, a Caixa, o Banco do Brasil, a Petrobrás, a Infraero, todas já nossas conhecidas. Só que hoje via noticiário policial.
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É o grande apagão nacional, muito mais perto e se aprochegando. O apagão de Lula, do PT, da ética dos companheiros, da moral petista de cueca cheia de dólar. O apagão do espetáculo do crescimento, o apagão do PIB, o apagão de uma esperança vendida a varejo. Com eles, o apagão derradeiro do pouco que restava de credibilidade ao congresso, o apagão da legitimidade e da independência do Ministério Público, o apagão da eficiência e da impessoalidade do poder judiciário, o apagão da lei, da ordem jurídica e da predominância do que é legal. Escurece também, por fadiga, a força da informação, em plena era da mesma. Depois das revoluções industrial, comercial, francesa, russa, a revolução da Internet aderna silenciosa num mar calmo de tanta idiotia e apatia nacionais. O subjugo daqueles que são pobres através da cativação eleitoreira terá um preço muito alto a pagar daqui a poucos anos.
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Restará, em alguns anos, a constatação do grande Cícero (106 – 43 a.C.): “os homens decidem mais problemas através do ódio, do amor, da luxúria, da ira, do sofrimento, da alegria, da esperança, do medo, da ilusão ou qualquer outra emoção, do que por causa da realidade, da autoridade ou de qualquer padrão legal, precedente judicial ou estatuto”. Concordando com Cícero, o grande Lulu Santos completa: “assim caminha a humanidade, com passo de formiga e sem vontade”.