Expectativa de crescimento cai novamente
Revista Veja Online
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Pela sexta semana consecutiva, o mercado reduziu sua estimativa de crescimento da economia brasileira em 2006. Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central, espera-se agora um avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,76% - e não mais de 2,8%, como na última avaliação. Já para 2007, os analistas mantiveram a expectativa de crescer 3,5%.
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Os dados coletados pelo BC apontam ainda estabilidade nas projeções do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como referência para a meta de inflação. O mercado aposta em 3,11% de inflação em 2006. Para 2007, houve pequena melhora nas expectativas, com queda 4,09% para 4,06%. Nos dois casos, as projeções estão abaixo da meta de inflação fixada pelo governo para os dois anos: 4,5%.
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A previsão para a taxa básica de juros em janeiro permaneceu estável também, em 13%. Atualmente, a taxa Selic está em 13,25% ao ano. Olhando para o fim de 2007, os economistas esperam que a cifra chegue a 12% ao ano – o que mostra uma redução mais lenta dos juros em comparação a 2006.
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Brasil – Um começo?
Radar – Revista Veja Online
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Um grupo de 50 estudantes de São Paulo promoveu hoje de manhã o primeiro ato público contra o aumento dos vencimentos dos deputados e senadores. Eles foram até o Terminal Princesa Isabel, munidos de faixas e cartazes, e entraram em um ônibus circular. A idéia era passar o dia rodando no ônibus exibindo frases contrárias ao aumento. A PM interceptou-os na Avenida Paulista e mandou a turma toda descer. O grupo dispersou-se em seguida.
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Interessante
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"O Ibama proíbe fazer bolsas com couro de jacaré, mas nenhum órgão proíbe a confecção do bolsa-família com o couro da classe média".
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Para pensar na cama
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Revista Veja Online
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Pela sexta semana consecutiva, o mercado reduziu sua estimativa de crescimento da economia brasileira em 2006. Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central, espera-se agora um avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,76% - e não mais de 2,8%, como na última avaliação. Já para 2007, os analistas mantiveram a expectativa de crescer 3,5%.
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Os dados coletados pelo BC apontam ainda estabilidade nas projeções do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como referência para a meta de inflação. O mercado aposta em 3,11% de inflação em 2006. Para 2007, houve pequena melhora nas expectativas, com queda 4,09% para 4,06%. Nos dois casos, as projeções estão abaixo da meta de inflação fixada pelo governo para os dois anos: 4,5%.
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A previsão para a taxa básica de juros em janeiro permaneceu estável também, em 13%. Atualmente, a taxa Selic está em 13,25% ao ano. Olhando para o fim de 2007, os economistas esperam que a cifra chegue a 12% ao ano – o que mostra uma redução mais lenta dos juros em comparação a 2006.
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Brasil – Um começo?
Radar – Revista Veja Online
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Um grupo de 50 estudantes de São Paulo promoveu hoje de manhã o primeiro ato público contra o aumento dos vencimentos dos deputados e senadores. Eles foram até o Terminal Princesa Isabel, munidos de faixas e cartazes, e entraram em um ônibus circular. A idéia era passar o dia rodando no ônibus exibindo frases contrárias ao aumento. A PM interceptou-os na Avenida Paulista e mandou a turma toda descer. O grupo dispersou-se em seguida.
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Interessante
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"O Ibama proíbe fazer bolsas com couro de jacaré, mas nenhum órgão proíbe a confecção do bolsa-família com o couro da classe média".
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Para pensar na cama
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No Brasil, 54% dos eleitores são contrários ao voto obrigatório e 45% são favoráveis.
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Por outro lado, 56% afirmaram que teriam votado nas últimas eleições mesmo que o voto não fosse obrigatório, enquanto 43% disseram que não teriam comparecido às urnas no último pleito.
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Por outro lado, 52% aprovam a fidelidade partidária e 37% são contra.
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77% são contrários ao financiamento público de campanhas eleitorais e apenas 16% são favoráveis.
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Por outro lado, 52% aprovam a fidelidade partidária e 37% são contra.
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77% são contrários ao financiamento público de campanhas eleitorais e apenas 16% são favoráveis.
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58% são favoráveis à reeleição, enquanto 38% desaprovam.
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Eis os resultados da pesquisa CNI/Ibope, realizada entre os dias 7 e 10 deste mês, ouvindo 2002 pessoas, em 140 municípios.
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Participação política nula
O levantamento mostrou que é baixa a participação política da sociedade.
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Oitenta e três por cento dos entrevistados disseram que nunca trabalharam para um partido político ou candidato e 71% revelaram que nunca trabalharam pela defesa de propostas ou idéias que afetam a sua vida ou a de sua comunidade.
O levantamento mostrou que é baixa a participação política da sociedade.
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Oitenta e três por cento dos entrevistados disseram que nunca trabalharam para um partido político ou candidato e 71% revelaram que nunca trabalharam pela defesa de propostas ou idéias que afetam a sua vida ou a de sua comunidade.
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A CNI/Ibope constatou ainda que 48% dos entrevistados acompanham as questões políticas por meio de conversas com amigos, enquanto 29% nunca conversam sobre política com amigos e 24% quase nunca falam do assunto com amigos.
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A pesquisa ainda constatou que 51% das pessoas ouvidas acreditam que o voto pode melhorar a vida das pessoas, mas 47% consideram que, independentemente do voto, a vida das pessoas continua do mesmo jeito ou muda por outras razões.
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Governo adia para abril entrada em vigor da conta-salário
Fonte: Reuters
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Governo adia para abril entrada em vigor da conta-salário
Fonte: Reuters
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O Conselho Monetário Nacional (CMN) adiou para abril o prazo para entrar em vigor a conta-salário, prevista inicialmente para 1º de janeiro, e anunciou na quinta-feira regras de transição para as contas do funcionalismo público e para convênios já firmados entre bancos e empresas ou prefeituras.
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O conselho também esclareceu que a conta-salário, instituída em setembro, não valerá para o pagamento de benefícios do INSS.
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Para o funcionalismo, a conta-salário poderá ser instituída apenas a partir de janeiro de 2012, se o poder público quiser leiloar a folha de pagamento. Apesar do prazo dilatado, as contas terão de atender já a partir do próximo ano a algumas exigências - como proibição da cobrança de tarifas para saques e para transferência de recursos a outras contas -, mas não terão todas as facilidades da conta-salário.
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"É para que Estados e municípios tenham um caixa adicional. Estamos permitindo que haja um acréscimo dos recursos disponíveis", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista. A excepcionalidade, segundo ele, foi instituída a pedido de governadores como José Serra (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Jaques Wagner (PT-BA), interessados em leiloar suas folhas.
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Anunciada pelo CMN como uma medida para estimular a concorrência bancária, as contas-salário são específicas para receber pagamentos de salários sem cobrança de algumas tarifas e com possibilidade de transferência automática dos créditos.
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A regulamentação aprovada nesta quinta-feira fixou a proibição da cobrança de tarifas para manutenção da conta, fornecimento de cartão magnético, cinco saques por crédito recebido, duas consultas mensais de saldo e dois extratos.
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O conselho também esclareceu que a conta-salário, instituída em setembro, não valerá para o pagamento de benefícios do INSS.
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Para o funcionalismo, a conta-salário poderá ser instituída apenas a partir de janeiro de 2012, se o poder público quiser leiloar a folha de pagamento. Apesar do prazo dilatado, as contas terão de atender já a partir do próximo ano a algumas exigências - como proibição da cobrança de tarifas para saques e para transferência de recursos a outras contas -, mas não terão todas as facilidades da conta-salário.
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"É para que Estados e municípios tenham um caixa adicional. Estamos permitindo que haja um acréscimo dos recursos disponíveis", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista. A excepcionalidade, segundo ele, foi instituída a pedido de governadores como José Serra (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Jaques Wagner (PT-BA), interessados em leiloar suas folhas.
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Anunciada pelo CMN como uma medida para estimular a concorrência bancária, as contas-salário são específicas para receber pagamentos de salários sem cobrança de algumas tarifas e com possibilidade de transferência automática dos créditos.
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A regulamentação aprovada nesta quinta-feira fixou a proibição da cobrança de tarifas para manutenção da conta, fornecimento de cartão magnético, cinco saques por crédito recebido, duas consultas mensais de saldo e dois extratos.
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O CMN também definiu que, para correntistas sujeitos a convênios fechados entre bancos e setores público ou privado para a administração de folhas de pagamento até 5 de setembro, a data-limite para abertura da conta salário será janeiro de 2009, mesmo que os respectivos convênios terminem depois desse prazo.
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Questionado, Mantega negou que o governo estaria quebrando contratos ao delimitar a data. "Nós não estamos quebrando, apenas estamos impondo uma norma. Ao impor a criação da conta-salário, evidentemente a gente está diminuindo o valor desses contratos, mas eles continuam vigorando. O que nós estamos é dando um prazo médio. Porque, se fôssemos obedecer a todos os prazos, nunca a gente ia conseguir implementer a conta-salário."
O adiamento do prazo para abril ocorreu, segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para que os bancos tivessem tempo de fazer os "ajustes técnicos" necessários.
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Questionado, Mantega negou que o governo estaria quebrando contratos ao delimitar a data. "Nós não estamos quebrando, apenas estamos impondo uma norma. Ao impor a criação da conta-salário, evidentemente a gente está diminuindo o valor desses contratos, mas eles continuam vigorando. O que nós estamos é dando um prazo médio. Porque, se fôssemos obedecer a todos os prazos, nunca a gente ia conseguir implementer a conta-salário."
O adiamento do prazo para abril ocorreu, segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para que os bancos tivessem tempo de fazer os "ajustes técnicos" necessários.