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Correio Braziliense
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Uma gravação de telefonemas de Juvenil Alves, até setembro último, interceptados pela Polícia Federal com autorização judicial, demonstra o descontentamento do deputado federal eleito pelo PT com os altos custos da campanha do companheiro Durval Ângelo, beneficiado com verbas do esquema do advogado, investigado por comandar um esquema de blindagem patrimonial e fiscal de empresas e provocar um rombo de mais de R$ 1 bilhão somente nos últimos dois anos.
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Na conversa, Juvenil Alves reclama do alto investimento na campanha do petista Durval Ângelo, reeleito para a Assembléia Legislativa de Minas. Numa só planilha com os custos de campanha, Juvenil Alves, em contabilidade paralela, declara gastos de R$ 2,7 milhões somente com material de campanha, além do pagamento de funcionários administrativos em Belo Horizonte, Contagem e Ribeirão das Neves, bases eleitorais dos dois candidatos a deputado. Em sua declaração ao TRE, Juvenil Alves declarou custos inferiores a R$ 415 mil apenas, mas as suspeitas são de que os gastos reais superem o valor em mais de 10 vezes.
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Pente fino
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Durante todo o fim de semana, técnicos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MG) e a Polícia Federal vasculharam os discos rígidos dos computadores apreendidos no 5ºandar do escritório de advocacia de Juvenil Alves. Nesses computadores estão todas as movimentações de campanha de Juvenil Alves e de outros candidatos do PT, suspeitos de lançarem mão de caixa 2 durante o processo eleitoral.
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Os documentos já estão com representantes da Procuradoria da República de Minas, responsáveis não só pela área criminal como pela eleitoral. A análise dos discos apreendidos vão resultar num segundo relatório da PF a ser encaminhado ao TRE, que já suspendeu liminarmente a diplomação de Juvenil Alves, preso preventivamente desde a última quarta-feira. Além de Durval Ângelo, a força-tarefa analisa a prestação de contas de outros deputados estaduais petistas que também se beneficiaram de doações de campanha de Juvenil Alves.
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A Polícia Federal termina o inquérito do caso Juvenil Alves na quinta-feira, permitindo que o Ministério Público Federal faça a denúncia e que a ação penal seja aberta.
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Ministro propõe vinculação de reajuste do mínimo ao PIB
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Ministro propõe vinculação de reajuste do mínimo ao PIB
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Da FolhaNews
Com Agência Brasil
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Com Agência Brasil
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O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu a vinculação do reajuste do salário mínimo ao desempenho da economia. Para ele, isso garantiria uma recuperação de compra de longo prazo e maior previsibilidade para o governo.
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Marinho, no entanto, não definiu como seria o mecanismo de vinculação. "Pode ser um PIB cheio ou um pedaço do PIB mais alguma coisa. Isso a negociação é que vai determinar", afirmou.
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A vinculação valeria a partir de 2008 e seria revisada a cada quatro anos. A proposta não seria aplicada no reajuste do próximo ano e ainda será discutida com as centrais sindicais e com o governo.
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"Se houver previsibilidade, ela (a mudança) é boa para todo mundo, como o mercado de trabalho e os setores públicos, que iriam trabalhar com uma regra preestabelecida", afirmou.
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Para ele, o aumento do salário mínimo para R$ 367, conforme a proposta do Ministério da Fazenda, está de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, já que esse reajuste é composto pelo índice de inflação mais o Produto Interno Bruto per capita.
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Marinho não quis opinar sobre os R$ 375 propostos pelo Ministério do Planejamento. Mas disse achar difícil o novo mínimo chegar a R$ 420, como querem os sindicalistas. "Nós deveremos fazer uma negociação, a exemplo do que fizemos no ano passado, com as centrais sindicais. Dessa negociação certamente sairá o novo valor”.
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Imposto de Renda
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Sobre a correção da tabela do IR, o ministro disse que o percentual de reajuste ainda não foi discutida com as centrais sindicais. "A negociação do IR ser feita também com as centrais sindicais, o governo ainda não fez. O reajuste de 3% é uma discussão que Planejamento e Fazenda fizeram com o Congresso Nacional", afirmou.
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Sobre a correção da tabela do IR, o ministro disse que o percentual de reajuste ainda não foi discutida com as centrais sindicais. "A negociação do IR ser feita também com as centrais sindicais, o governo ainda não fez. O reajuste de 3% é uma discussão que Planejamento e Fazenda fizeram com o Congresso Nacional", afirmou.
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As centrais pediram correção de 7,7% referentes à reposição da inflação no governo Lula. O ministro Guido Mantega (Fazenda), que havia dito que a correção da tabela do IR não era prioridade, recuou e disse que o índice pode ser de 3%, de acordo com proposta feita pelo relator do Orçamento, senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
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