Governo pretende reduzir em 20% gasto energético
Agência JB
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O Governo Federal anunciou, neste domingo, que pretende reduzir em 20% os gastos em energia das empresas do setor de saneamento, que atualmente representa, cerca de R$ 1,5 bilhão por ano - o equivalente ao consumo de 12 mil casas.
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Para atingir seu objetivo de economia de energia elétrica e evitar o desperdício de água, o Governo pretende capacitar, a partir de janeiro de 2007, 4,5 mil funcionários das empresas que prestam serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto do país.
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Segundo a coordenadora-substituta do Programa Nacional de Eficiência Energética em Saneamento Ambiental (Procel-Sanear) da Eletrobrás, Luciana Machado, o investimento vai reduzir custos e beneficiar a população.
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- O Procel-Sanear está investindo neste biênio de 2006-2007 um total de R$ 22 milhões de reais. Com isso, proporciona menores custos para a sociedade, além de benefícios adicionais nas áreas de saúde e meio ambiente - explica.
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Agência JB
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O Governo Federal anunciou, neste domingo, que pretende reduzir em 20% os gastos em energia das empresas do setor de saneamento, que atualmente representa, cerca de R$ 1,5 bilhão por ano - o equivalente ao consumo de 12 mil casas.
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Para atingir seu objetivo de economia de energia elétrica e evitar o desperdício de água, o Governo pretende capacitar, a partir de janeiro de 2007, 4,5 mil funcionários das empresas que prestam serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto do país.
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Segundo a coordenadora-substituta do Programa Nacional de Eficiência Energética em Saneamento Ambiental (Procel-Sanear) da Eletrobrás, Luciana Machado, o investimento vai reduzir custos e beneficiar a população.
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- O Procel-Sanear está investindo neste biênio de 2006-2007 um total de R$ 22 milhões de reais. Com isso, proporciona menores custos para a sociedade, além de benefícios adicionais nas áreas de saúde e meio ambiente - explica.
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Informações da Agência Brasil
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Bolívia e Venezuela viram sócias para produzir gás natural
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Bolívia e Venezuela iniciaram neste domingo uma sociedade na área de energia. Os dois países firmaram o compromisso de construir duas plantas de gás em território boliviano a um custo de US$ 170 milhões.
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Em um novo sinal de aproximação entre os governos de esquerda dos dois países, as estatais petrolíferas YPFB e PDVSA constituirão a empresa conjunta Petroandina Gas, que operará estas plantas, com uma capacidade projetada de processamento de 680 milhões de pés cúbicos de gás por dia, informou o Ministério dos Hidrocarbonetos e Energia.
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Os compromissos foram assinados em Yacuiba, no rico distrito petroleiro boliviano de Tarija, em um ato que estava preparado para ser dirigido pelos presidentes Evo Morales e Hugo Chávez, mas os dois foram os grandes ausentes.
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Morales preferiu dar prioridade à resolução do conflito político interno do seu país em torno de uma assembléia constituinte, que desencadeou paralisações e greves de fome, enquanto Chávez regressou à Venezuela na manhã deste domingo depois de ter participado da Cúpula da Comunidade Sul-Americana de Nações em Cochabamba (Bolívia).
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Com estas plantas, "a Bolívia passará da nacionalização dos hidrocarbonetos para a industrialização dos mesmos", segundo um comunicado do ministério. "É possível outra política petroleira e de integração entre os países", destacou o ministro boliviano dos Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, durante o evento realizado em um ginásio desportivo em Yacuiba.
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As plantas vão extrair gasolina e gás liquefeito do fluxo de gás natural que é exportado para Argentina e Brasil, dois compradores da Bolívia e com os quais La Paz tem um compromisso para aumentar o volume de vendas.
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A Petroandina Gas, com 51% de participação da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e com 49% da Petróleos de Venezuela (PDVSA), será encarregada da execução e posterior operação das plantas.
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A execução das plantas é produto de um acordo de cooperação energética firmado no início deste ano pela Bolívia e pela Venezuela, que contempla também outros projetos de exploração, produção, refino, distribuição, processamento e industrialização de hidrocarbonetos.
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A Bolívia decretou a nacionalização dos hidrocarbonetos em maio com o objetivo de devolver aos bolivianos a riqueza que era explorada por empresas multinacionais como a Petrobras e a espanhola Repsol-YPF, que se viram obrigadas a aceitar novos contratos em que concedem ao Estado a propriedade de toda a produção.
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Tarso se afasta de Chinaglia
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O ministro Tarso Genro desembarcou da candidatura de Arlindo Chinaglia a presidente da Câmara. Repetiu a Chinaglia a mesma desculpa dada dias atrás a Aldo. Não irá se envolver, antes de ser confirmado ministro por Lula.
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A força de Gabrielli
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Segundo Dilma Rousseff tem dito aos mais próximos, somente José Sergio Gabrielli permanece na Petrobras a partir de janeiro. O resto da diretoria cai todo. Se é desejo da ministra ou decisão do presidente, só se saberá no mês que vem.
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YPFB E PETROBRAS fracassam em nova rodada de negociações
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A Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e a brasileira Petrobras ainda não conseguiram fechar acordo sobre o novo preço do gás que a Bolívia exporta para o Brasil, informou nesta quinta-feira (23) um comunicado da estatal em La Paz, após dois dias de negociações.
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"Representantes de ambas as empresas se reuniram nos dias 22 e 23 de novembro na cidade de Santa Cruz de la Sierra para continuar negociando a cláusula de preço do gás natural do contrato de compra e venda", anuncia o boletim enviado à imprensa.
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As discussões deste complexo assunto continuarão entre os dias 4 e 8 de dezembro em local ainda não definido.
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A YPFB deve decidir um novo preço para o gás que a Petrobras importa para satisfazer 50% da demanda nacional do produto no Brasil: 26 milhões de metros cúbicos por dia.
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O Brasil paga atualmente US$ 4,3 pelo milhar de BTU (Unidade Térmica Britânica), mas a Bolívia pretende cobrar US$ 5, o mesmo preço estabelecido com a Argentina.
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Desafio
por Roberto Jefferson
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Bolívia e Venezuela viram sócias para produzir gás natural
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Bolívia e Venezuela iniciaram neste domingo uma sociedade na área de energia. Os dois países firmaram o compromisso de construir duas plantas de gás em território boliviano a um custo de US$ 170 milhões.
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Em um novo sinal de aproximação entre os governos de esquerda dos dois países, as estatais petrolíferas YPFB e PDVSA constituirão a empresa conjunta Petroandina Gas, que operará estas plantas, com uma capacidade projetada de processamento de 680 milhões de pés cúbicos de gás por dia, informou o Ministério dos Hidrocarbonetos e Energia.
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Os compromissos foram assinados em Yacuiba, no rico distrito petroleiro boliviano de Tarija, em um ato que estava preparado para ser dirigido pelos presidentes Evo Morales e Hugo Chávez, mas os dois foram os grandes ausentes.
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Morales preferiu dar prioridade à resolução do conflito político interno do seu país em torno de uma assembléia constituinte, que desencadeou paralisações e greves de fome, enquanto Chávez regressou à Venezuela na manhã deste domingo depois de ter participado da Cúpula da Comunidade Sul-Americana de Nações em Cochabamba (Bolívia).
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Com estas plantas, "a Bolívia passará da nacionalização dos hidrocarbonetos para a industrialização dos mesmos", segundo um comunicado do ministério. "É possível outra política petroleira e de integração entre os países", destacou o ministro boliviano dos Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, durante o evento realizado em um ginásio desportivo em Yacuiba.
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As plantas vão extrair gasolina e gás liquefeito do fluxo de gás natural que é exportado para Argentina e Brasil, dois compradores da Bolívia e com os quais La Paz tem um compromisso para aumentar o volume de vendas.
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A Petroandina Gas, com 51% de participação da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e com 49% da Petróleos de Venezuela (PDVSA), será encarregada da execução e posterior operação das plantas.
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A execução das plantas é produto de um acordo de cooperação energética firmado no início deste ano pela Bolívia e pela Venezuela, que contempla também outros projetos de exploração, produção, refino, distribuição, processamento e industrialização de hidrocarbonetos.
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A Bolívia decretou a nacionalização dos hidrocarbonetos em maio com o objetivo de devolver aos bolivianos a riqueza que era explorada por empresas multinacionais como a Petrobras e a espanhola Repsol-YPF, que se viram obrigadas a aceitar novos contratos em que concedem ao Estado a propriedade de toda a produção.
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Tarso se afasta de Chinaglia
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O ministro Tarso Genro desembarcou da candidatura de Arlindo Chinaglia a presidente da Câmara. Repetiu a Chinaglia a mesma desculpa dada dias atrás a Aldo. Não irá se envolver, antes de ser confirmado ministro por Lula.
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A força de Gabrielli
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Segundo Dilma Rousseff tem dito aos mais próximos, somente José Sergio Gabrielli permanece na Petrobras a partir de janeiro. O resto da diretoria cai todo. Se é desejo da ministra ou decisão do presidente, só se saberá no mês que vem.
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YPFB E PETROBRAS fracassam em nova rodada de negociações
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A Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e a brasileira Petrobras ainda não conseguiram fechar acordo sobre o novo preço do gás que a Bolívia exporta para o Brasil, informou nesta quinta-feira (23) um comunicado da estatal em La Paz, após dois dias de negociações.
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"Representantes de ambas as empresas se reuniram nos dias 22 e 23 de novembro na cidade de Santa Cruz de la Sierra para continuar negociando a cláusula de preço do gás natural do contrato de compra e venda", anuncia o boletim enviado à imprensa.
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As discussões deste complexo assunto continuarão entre os dias 4 e 8 de dezembro em local ainda não definido.
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A YPFB deve decidir um novo preço para o gás que a Petrobras importa para satisfazer 50% da demanda nacional do produto no Brasil: 26 milhões de metros cúbicos por dia.
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O Brasil paga atualmente US$ 4,3 pelo milhar de BTU (Unidade Térmica Britânica), mas a Bolívia pretende cobrar US$ 5, o mesmo preço estabelecido com a Argentina.
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Desafio
por Roberto Jefferson
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No Correio Braziliense, o ex-ministro Reinhold Stephanes defende que a reforma previdenciária seja feita em cima do setor público, não do INSS. Entre suas mazelas, Stephanes critica o teto vinculado a ministro do STF, "uma maluquice", além da ausência de um fator previdenciário e de idade mínima para se aposentar. Recentemente, a Folha informou que o governo reformará a previdência dos servidores públicos. Ninguém desmentiu. Fica a pergunta: Lula vai mexer com os alicerces do PT, que é o sindicato dos servidores públicos?