***** Brasil terá um déficit de U$ 1 bi com a China
Veja online
O Brasil vai fechar o ano de 2007 com o primeiro déficit comercial com a China em sete anos, de acordo com projeções da Fundação Centro de Estudos em Comércio Exterior (Funcex) divulgadas nesta quinta-feira. Os dados apontam um déficit de cerca de 1 bilhão de dólares até o final do ano.
O Brasil já chegou a ter saldo comercial positivo de 2,4 bilhões de dólares com o país asiático em 2003, logo após a forte desvalorização do câmbio no ano anterior - com o dólar chegando a quase 4 reais. Nos últimos 12 meses, porém, o saldo é positivo em apenas 100 milhões de dólares. Considerando-se apenas o ano de 2007, o resultado é ainda pior: 410 milhões de dólares negativos.
Enquanto o total de importações do Brasil teve um crescimento de 27% este ano, a importação de produtos chineses cresceu 49%. Os itens que tiveram maior crescimento no total das importações foram os eletrônicos de uso doméstico, com aumento de 98%, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior. Em seguida, vieram as máquinas automáticas para processamento de dados, com 78%, e motores geradores e transformadores, com 67%.
***** A caixinha da discórdia
Lauro Jardim, Radar, Veja online
O lançamento da tevê digital no Brasil está marcado para dezembro, mas desde já uma briga pesada começa se desenhar. De um lado, a indústria eletroeletrônica. Do outro lado do ringue, a indústria de informática. O x da questão são as caixinhas conversoras que deverão ser instaladas nos aparelhos de quem quiser receber o novo sinal.
Os fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos querem que elas sejam classificadas como "bens de lazer", para que possam ser produzidos por eles nas fábricas da Zona Franca de Manaus, com os incentivos fiscais de praxe. Já os fabricantes de computadores, querem que elas ganhem a classificação de "bens de informática", e possam ser fabricadas por eles, onde bem quiserem.
Veja online
O Brasil vai fechar o ano de 2007 com o primeiro déficit comercial com a China em sete anos, de acordo com projeções da Fundação Centro de Estudos em Comércio Exterior (Funcex) divulgadas nesta quinta-feira. Os dados apontam um déficit de cerca de 1 bilhão de dólares até o final do ano.
O Brasil já chegou a ter saldo comercial positivo de 2,4 bilhões de dólares com o país asiático em 2003, logo após a forte desvalorização do câmbio no ano anterior - com o dólar chegando a quase 4 reais. Nos últimos 12 meses, porém, o saldo é positivo em apenas 100 milhões de dólares. Considerando-se apenas o ano de 2007, o resultado é ainda pior: 410 milhões de dólares negativos.
Enquanto o total de importações do Brasil teve um crescimento de 27% este ano, a importação de produtos chineses cresceu 49%. Os itens que tiveram maior crescimento no total das importações foram os eletrônicos de uso doméstico, com aumento de 98%, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior. Em seguida, vieram as máquinas automáticas para processamento de dados, com 78%, e motores geradores e transformadores, com 67%.
***** A caixinha da discórdia
Lauro Jardim, Radar, Veja online
O lançamento da tevê digital no Brasil está marcado para dezembro, mas desde já uma briga pesada começa se desenhar. De um lado, a indústria eletroeletrônica. Do outro lado do ringue, a indústria de informática. O x da questão são as caixinhas conversoras que deverão ser instaladas nos aparelhos de quem quiser receber o novo sinal.
Os fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos querem que elas sejam classificadas como "bens de lazer", para que possam ser produzidos por eles nas fábricas da Zona Franca de Manaus, com os incentivos fiscais de praxe. Já os fabricantes de computadores, querem que elas ganhem a classificação de "bens de informática", e possam ser fabricadas por eles, onde bem quiserem.
Para se ter uma idéia do que essa briga significa, no Brasil são vendidos hoje nove milhões de novos aparelhos de televisão em média anualmente — das pequenas tevês de 14 polegadas aos telões de plasma. Espera-se para os conversores procura semelhante nos primeiros anos de operação do sistema.
***** MP libera mais R$ 6,3 bilhões para ministérios
Tramita na Câmara uma medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 6,33 bilhões para os ministérios de Minas e Energia, da Saúde, dos Transportes, da Defesa, da Integração Nacional e das Cidades e para a Secretaria Especial de Portos. Cerca de R$ 6 bi dos recursos vêm do superávit do ano passado. Os recursos têm "diversos fins" como a implantação de sistemas de esgoto e abastecimento de água, urbanização de assentamentos precários, e restauração e construção de rodovias.
***** Stédile elege novos alvos do MST: "Agora são as empresas"
O principal líder do Movimento dos Sem Terra, João Pedro Stédile, anunciou que o "latifúndio" deixou de ser o principal inimigo do ‘movimento’. A partir de agora, foram escolhidos como adversários a serem combatidos as empresas transnacionais, o agronegócio e o "governo Lula e seu modelo econômico".
Em discurso na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Cascavel, Stédile vociferou seus habituais ataques. "Antes era o latifúndio, agora [o inimigo] são as empresas transnacionais que exploram as nossas riquezas e levam para fora do País", afirmou ele, referindo-se a multinacionais como Cargil, Bünge e Monsanto.
Stédile foi além e disparou suas farpas contra o companheiro presidente Lula. "O MST se iludiu com o Lula porque ele não manda nada, vive viajando. Quem manda nesse País são os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Por isso, a reforma agrária não avança. O Lula fica quieto porque recebeu dinheiro de campanha das empresas transnacionais", acusou.
***** Governo quer contratar pagando salários de mercado
O novo modelo de gestão apresentado pelo governo quer tornar os serviços públicos mais ágeis e eficientes, e vai permitir a contratação de profissionais por salários de mercado. A informação foi dada pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em entrevista ao jornal 'O Globo' nesta sexta-feira.
***** Cala a boca, Marta
A ministra Marta Suplicy (Turismo) abriu a boca para protagonizar mais uma saia justa, ontem. Ao cumprimentar a atleta Eliete Cardoso dos Reis, de patinação, a ministra perguntou se ela era mãe da ginasta Daiane dos Santos. "Não, por quê?", indagou Eliete. Marta se revelou: "Porque vocês duas são moreninhas". Eliete se queimou: "Moreninhas, não, ministra. Nós somos negras". Marta preferiu não mandar Eliete relaxar e gozar.
***** DEM prepara ação no STF contra LDO
O Democratas pretende entrar com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no STF (Supremo Tribunal Federal) para questionar a legalidade da aprovação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). De acordo com o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), o texto é inconstitucional à medida que a previsão orçamentária conta com a arrecadação da CPMF, o imposto sobre cheques, que deve ter sua cobrança encerrada em 31 de dezembro. "Vamos contestar no Supremo porque é inconstitucional aprovar uma lei para 2008 em que uma das previsões é arrecadar receita a partir da cobrança de uma contribuição que vai acabar no final do ano", afirmou Bornhausen, líder do movimento intitulado "Xô CPMF". "Não existe receita condicionada. É contar com o que ainda não está certo", concluiu.
A questão da CPMF está sendo discutida na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é relator de proposta que analisa se é constitucional ou não a manutenção da cobrança do imposto. O relatório deve ser votado em agosto, após o recesso parlamentar.
***** Onyx adverte Calheiros: "Se formos falar de mãos sujas, não serão as nossas"
O líder dos Democratas na Câmara, deputado Onyx Lorenzoni (RS), rebateu a declaração do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) sobre "sujar as mãos". "Se formos falar de mãos sujas, não serão as nossas", advertiu o democrata. Ele afirmou que Calheiros deve deixar a presidência do Congresso para que haja investigação séria. "O envolvimento do presidente do Senado nessas improbidades e sua resistência para se afastar do cargo usando prerrogativa que tem como objetivo impedir bloquear e em algum momento manobrar para que as investigações não aconteçam é inadmissível", constatou o gaúcho.
O deputado ainda cobrou dos parlamentares um posicionamento quanto aos escândalos que vem acontecendo no Congresso e criticou o corporativismo. "Neste caso, não é o nome do parlamentar A , B, ou C que deve ser preservado, mas o nome do Parlamento. É urgente que se faça deste, um espaço ético", concluiu.
***** Máfia dos estaleiros agia há 4 anos na Petrobrás
Investigação da própria Petrobrás mostra que a máfia dos estaleiros, revelada nesta semana pela Operação Águas Profundas da Polícia Federal, atuava há pelo menos quatro anos dentro da estatal. Auditoria da empresa indica vazamento de informações na licitação feita em 2003 para estadia e apoio da plataforma P-22.