Denise Campos de Toledo , Redação Terra
A produção industrial brasileira apresentou expansão além da esperada no mês do junho: 1,2%. Mas o presidente Lula, embora ache que o número seja uma resposta aos pessimistas, disse que esperava mais.
Parece que o presidente, ás vezes, esquece que o andamento da economia está diretamente relacionado à política econômica adotada pelo próprio governo.
O crescimento, não só da produção industrial, mas de toda a economia, não é maior, em boa parte, pelas condições adversas à ampliação dos investimentos. Investir no Brasil, ampliar a produção, custa caro, entre outras coisas, porque o governo gasta demais e não pode reduzir a carga de impostos. Tem que arrecadar muito para bancar as despesas. Retira da economia, das empresas, recursos que poderiam ir para a produção e para a geração de emprego. E investe pouco em áreas que ajudariam a reduzir custos, como estradas, portos, ferrovias.
Ainda tem a burocracia, a falta de regras em setores estratégicos, os programas que não andam. Até agora pouco mais de 10% dos recursos destinados a projetos incluídos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) foi liberado.
Aliás, o presidente Lula fez essas declarações, sobre a produção industrial, em evento onde anunciou investimentos de quase R$ 7 bilhões para obras de saneamento em 13 Estados. Na verdade, se metade das promessas, dos projetos, virasse realidade, nos prazos previsto, as condições do País seriam bem melhores. Poderíamos ter um nível de investimentos, de produção industrial, de geração de emprego, enfim, de crescimento da economia bem mais robustos.
Estamos numa fase melhor da economia, com recuperação de vários indicadores e a perspectivas de avanço mais acelerado do PIB. Mas são números melhores, principalmente, em comparação com o histórico do País. O Brasil ainda está com um retrato pior que dos emergentes, em geral. E com sérias limitações a avanços mais acelerados, em grande parte, por ineficiências da própria economia, que têm ligação direta com as ações de governo.
A produção industrial brasileira apresentou expansão além da esperada no mês do junho: 1,2%. Mas o presidente Lula, embora ache que o número seja uma resposta aos pessimistas, disse que esperava mais.
Parece que o presidente, ás vezes, esquece que o andamento da economia está diretamente relacionado à política econômica adotada pelo próprio governo.
O crescimento, não só da produção industrial, mas de toda a economia, não é maior, em boa parte, pelas condições adversas à ampliação dos investimentos. Investir no Brasil, ampliar a produção, custa caro, entre outras coisas, porque o governo gasta demais e não pode reduzir a carga de impostos. Tem que arrecadar muito para bancar as despesas. Retira da economia, das empresas, recursos que poderiam ir para a produção e para a geração de emprego. E investe pouco em áreas que ajudariam a reduzir custos, como estradas, portos, ferrovias.
Ainda tem a burocracia, a falta de regras em setores estratégicos, os programas que não andam. Até agora pouco mais de 10% dos recursos destinados a projetos incluídos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) foi liberado.
Aliás, o presidente Lula fez essas declarações, sobre a produção industrial, em evento onde anunciou investimentos de quase R$ 7 bilhões para obras de saneamento em 13 Estados. Na verdade, se metade das promessas, dos projetos, virasse realidade, nos prazos previsto, as condições do País seriam bem melhores. Poderíamos ter um nível de investimentos, de produção industrial, de geração de emprego, enfim, de crescimento da economia bem mais robustos.
Estamos numa fase melhor da economia, com recuperação de vários indicadores e a perspectivas de avanço mais acelerado do PIB. Mas são números melhores, principalmente, em comparação com o histórico do País. O Brasil ainda está com um retrato pior que dos emergentes, em geral. E com sérias limitações a avanços mais acelerados, em grande parte, por ineficiências da própria economia, que têm ligação direta com as ações de governo.