Milton Zuanazzi, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, deu a seguinte declaração: “(...) Eu acho que está havendo [perseguição política] contra nós(...)”.
Bem, Zuanazzi tem o direito de achar ou de entender qualquer coisa, tem direito de estar desgostoso até com as declarações de Nelson Jobim no sentido de esvaziar a ANAC, a agência que comanda, tem direito o mancebo a se sentir pressionado a dar uma resposta positiva à sociedade face à crise aérea que dura quase um ano, só não tem direito de afrontar a opinião pública com declarações infelizes como as que acima reproduzi.
Este cidadão queria o quê? Que reconhecêssemos atos de bravura pela medalha que a Aeronáutica lhe deu? Até Severino Cavalcanti então presidente do Congresso foi condecorado com medalha, mas isto não impediu que a figura fosse autor de uma patética ação de mensalinho com um dos administradores de restaurante do próprio Congresso, o que lhe valeu o cargo e o mandato. Trezentos e cinqüenta e três mortos depois, e dez meses de balbúrdia, constrangimentos e humilhações praticadas contra os usuários dos aeroportos do país, em que a ação da ANAC foi permissiva, chula, irresponsável, omissa e incompetente, Zuanazzi queria o que, que lhe beijássemos as mãos, ou lhe prestássemos reverências, ou então lhe consagrássemos rasgados elogios ? Ora, vá se danar seu moleque !
Se alguém lhe consagrar as mais terríveis críticas por sua atuação vexatória à frente da ANAC, o mínimo que este “cumpanheiro” deveria fazer seria humildemente pedir desculpas à sociedade pegar o boné e ir pra casa. Mas isto está muito acima de sua arrogância. Isto é pedir demais para um moleque a serviço de coisa nenhuma, isto é esperar o impossível de um agente público nomeado pelo compadrio vigarista que sufoca na má gestão e os prejuízos dela decorrentes para a sociedade, uma atitude digna para um caráter molambento que resvala na promiscuidade administrativa de um estado carcomido pelo ranço do atraso e da ineficiência.
Tivesse o senhor Zuanazzi a altivez dos grandes homens públicos que a nossa história já produziu, ou para falar um português mais inteligível para este gaiato, tivesse vergonha na cara, já teria solicitado demissão e deixado para alguém com conhecimento e competência no setor aeronáutico o cargo que ocupa e para qual não tem capacidade. O senhor Zuanazzi, porém, apegado ao cargo, e não ao trabalho que o cargo exige, prefere caçar chifres em cabeça de cavalo, a tomar sensatamente uma decisão que a realidade de sua negligência e vexatória atuação está a lhe impor.
Ninguém persegue politicamente ao moleque que se engana achando que dirige a ANAC: o moço não merece sequer isto. O que a sociedade lhe cobra é que, para o cargo que ele ocupa sem merecer e sem nada fazer sequer para continuar merecendo, cargo este sustentado pela sociedade, seja ocupado por alguém mais afeito ao setor, mais responsável para com a função pública, e que seja mais responsável e menos truculento. A sociedade cansou de sustentar vagabundo ineficaz e que, quando cobrado, dê respostas positivas de trabalho e dedicação, e não apenas um moleque a serviço de coisa nenhuma.
Bem, Zuanazzi tem o direito de achar ou de entender qualquer coisa, tem direito de estar desgostoso até com as declarações de Nelson Jobim no sentido de esvaziar a ANAC, a agência que comanda, tem direito o mancebo a se sentir pressionado a dar uma resposta positiva à sociedade face à crise aérea que dura quase um ano, só não tem direito de afrontar a opinião pública com declarações infelizes como as que acima reproduzi.
Este cidadão queria o quê? Que reconhecêssemos atos de bravura pela medalha que a Aeronáutica lhe deu? Até Severino Cavalcanti então presidente do Congresso foi condecorado com medalha, mas isto não impediu que a figura fosse autor de uma patética ação de mensalinho com um dos administradores de restaurante do próprio Congresso, o que lhe valeu o cargo e o mandato. Trezentos e cinqüenta e três mortos depois, e dez meses de balbúrdia, constrangimentos e humilhações praticadas contra os usuários dos aeroportos do país, em que a ação da ANAC foi permissiva, chula, irresponsável, omissa e incompetente, Zuanazzi queria o que, que lhe beijássemos as mãos, ou lhe prestássemos reverências, ou então lhe consagrássemos rasgados elogios ? Ora, vá se danar seu moleque !
Se alguém lhe consagrar as mais terríveis críticas por sua atuação vexatória à frente da ANAC, o mínimo que este “cumpanheiro” deveria fazer seria humildemente pedir desculpas à sociedade pegar o boné e ir pra casa. Mas isto está muito acima de sua arrogância. Isto é pedir demais para um moleque a serviço de coisa nenhuma, isto é esperar o impossível de um agente público nomeado pelo compadrio vigarista que sufoca na má gestão e os prejuízos dela decorrentes para a sociedade, uma atitude digna para um caráter molambento que resvala na promiscuidade administrativa de um estado carcomido pelo ranço do atraso e da ineficiência.
Tivesse o senhor Zuanazzi a altivez dos grandes homens públicos que a nossa história já produziu, ou para falar um português mais inteligível para este gaiato, tivesse vergonha na cara, já teria solicitado demissão e deixado para alguém com conhecimento e competência no setor aeronáutico o cargo que ocupa e para qual não tem capacidade. O senhor Zuanazzi, porém, apegado ao cargo, e não ao trabalho que o cargo exige, prefere caçar chifres em cabeça de cavalo, a tomar sensatamente uma decisão que a realidade de sua negligência e vexatória atuação está a lhe impor.
Ninguém persegue politicamente ao moleque que se engana achando que dirige a ANAC: o moço não merece sequer isto. O que a sociedade lhe cobra é que, para o cargo que ele ocupa sem merecer e sem nada fazer sequer para continuar merecendo, cargo este sustentado pela sociedade, seja ocupado por alguém mais afeito ao setor, mais responsável para com a função pública, e que seja mais responsável e menos truculento. A sociedade cansou de sustentar vagabundo ineficaz e que, quando cobrado, dê respostas positivas de trabalho e dedicação, e não apenas um moleque a serviço de coisa nenhuma.