Sob o título acima, o Editorial da Folha de S. Paulo tratou sobre o aniversário da operação dossiegate, desencadeada pelo PT para dar um golpes nas eleições de 2006, tanto em nível federal, quanto estadual, no caso, São Paulo.
Aliás, dossiê é assunto em que o PT se tornou especialista. Sempre que um adversário incomodava sua caminhada rumo ao rumo ao poder, eles plantavam dossiês para destruir reputações. Neste jogo de topa tudo pelo poder, valia qualquer coisa sob qualquer método. O comum, claro, era a presença da canalhice no seu mais elevado grau.
No caso do dossiê anti-tucano, fajuto em toda a sua extensão, houve delegado da Polícia Federal que, fugindo ao script traçado pelo Planalto, resolveu tratar o seu trabalho de forma republicana. Afinal, a PF é do Estado, e não do governo, ainda mais, um governo de trambiqueiros. Assim, em tempo, conseguiram desbaratar a quadrilha e sua tentativa criminosa de golpear a lisura das eleições. Todos os envolvidos são figuras proeminentes do partido, e a grande, priva da intimidade de Lula. Assim, sabedor da descoberta, foi de extrema competência a ação do então ministro da Justiça, Márcio bastos, de levar para longe do Planalto as digitais, apagando todos os vestígios que liga o fato à Lula. O ministro sabia que qualquer rastro inviabilizaria a candidatura à reeleição de Lula.
E não apenas apagou rastros e digitais, mas manteve os holofotes longe dos fatos, contrariando em tudo todas as demais ações da Polícia Federal. Bem como, sua ação proporcionou o maior absurdo de que se tem notícia no país: houve o crime, houve a arma do crime, houve o pagamento pelo crime, mas não houve criminosos, apesar de todos os envolvidos. Sem dúvida, o governo Lula, no primeiro mandato precisou muito mais do trabalho de um criminalista para defender-se, e do porte de um Márcio Bastos, do que de um Ministro de Justiça para atender os interesses de sua pasta em favor do país. Não dá para negar que o governo Lula comanda uma poderosa quadrilha de saltimbancos.
Aliás, dossiê é assunto em que o PT se tornou especialista. Sempre que um adversário incomodava sua caminhada rumo ao rumo ao poder, eles plantavam dossiês para destruir reputações. Neste jogo de topa tudo pelo poder, valia qualquer coisa sob qualquer método. O comum, claro, era a presença da canalhice no seu mais elevado grau.
No caso do dossiê anti-tucano, fajuto em toda a sua extensão, houve delegado da Polícia Federal que, fugindo ao script traçado pelo Planalto, resolveu tratar o seu trabalho de forma republicana. Afinal, a PF é do Estado, e não do governo, ainda mais, um governo de trambiqueiros. Assim, em tempo, conseguiram desbaratar a quadrilha e sua tentativa criminosa de golpear a lisura das eleições. Todos os envolvidos são figuras proeminentes do partido, e a grande, priva da intimidade de Lula. Assim, sabedor da descoberta, foi de extrema competência a ação do então ministro da Justiça, Márcio bastos, de levar para longe do Planalto as digitais, apagando todos os vestígios que liga o fato à Lula. O ministro sabia que qualquer rastro inviabilizaria a candidatura à reeleição de Lula.
E não apenas apagou rastros e digitais, mas manteve os holofotes longe dos fatos, contrariando em tudo todas as demais ações da Polícia Federal. Bem como, sua ação proporcionou o maior absurdo de que se tem notícia no país: houve o crime, houve a arma do crime, houve o pagamento pelo crime, mas não houve criminosos, apesar de todos os envolvidos. Sem dúvida, o governo Lula, no primeiro mandato precisou muito mais do trabalho de um criminalista para defender-se, e do porte de um Márcio Bastos, do que de um Ministro de Justiça para atender os interesses de sua pasta em favor do país. Não dá para negar que o governo Lula comanda uma poderosa quadrilha de saltimbancos.
Segue o texto da Folha.
Sempre que confrontados com denúncias de corrupção no governo, entusiastas do lulo-petismo se apressam em brandir o emblema da Polícia Federal (PF). Afirmam que nunca antes na história deste país tantos criminosos de colarinho branco foram investigados e, dependendo do caso, presos.
É bem verdade que a PF vem, ao longo dos últimos anos, se tornando um órgão mais atuante, que produziu grande número de operações policiais de alta visibilidade. O impacto dessa atuação tende a ser positivo. Exageram, porém, os que decretam ter a PF se tornado uma polícia de Estado, impermeável a pressões políticas. Aqui, os fracassos da corporação se tornam mais eloqüentes que seus sucessos.
Na noite do dia 15 de setembro do ano passado, petistas ligados à campanha do presidente Lula foram presos com R$ 1,7 milhão que seria usado para comprar um suposto dossiê com acusações contra tucanos. Os tais documentos revelaram-se uma patranha, mas a PF, em flagrante contraste com a propaganda que faz de si mesma, não foi até hoje capaz de esclarecer a origem do dinheiro, que poderia comprometer petistas de alto coturno com crimes fiscais e eleitorais.
As investigações estão paradas, não só no âmbito policial, como também no do Ministério Público, da Justiça e do próprio PT, que prometera esclarecer tudo. O delegado da PF Edmilson Bruno, que, contra determinação da superintendência, repassou à imprensa as fotografias do dinheiro, ficou um ano afastado de suas funções e respondeu a dezenas de procedimentos internos.
A PF por certo melhorou, mas ainda está a anos-luz da polícia de Estado republicana que se deseja. Pelo visto, no Brasil ainda vale a pena ser amigo do rei.