quarta-feira, setembro 19, 2007

O retrocesso da espécie humana, ao modo petista.

Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia

No artigo que fechamos a edição de ontem, criticamos o governo federal pela falta de investimentos na infra-estrutura e comentamos não apenas a péssima qualidade de ensino nos níveis fundamental e médio, que conseguiu a proeza de piorar nos últimos exames do ENEM em relação a 1995, data da realização do primeiro exame do tipo avaliativo.

No post anterior, exibimos a falsa ação democrática do mistificador governador do Paraná, Roberto Requião. Aquele mesmo que adora comer sementes de mamoma. Não me surpreenderia saber que nas refeições, alfafa e capim nunca deixem de faltar... Mas este rebotalho de tirano de meia pataca, é ainda um aprendiz na escola de Hugo Chavez. Os grandes mestres do ecumenismo do atraso, da boçalidade, da ignorância e do caos, vestem vermelho. Sua meta é o poder, e seus meios, é qualquer coisa e qualquer método capaz de idiotizar todo um povo para, por ele, serem venerados na condição de “heróis do povo”. Processo idêntico ao que se viu na China, na Rússia e em Cuba.

Pois bem, nos posts seguintes vocês vão conhecer, de um lado, um artigo do senador Demóstenes Torres, sobre a triste realidade brasileira de nossas rodovias. Claro, isto para quem não é obrigado a trafegar com freqüência pelos caminhos do inferno.

De outro lado, uma reportagem publicada pela BBC Brasil sobre um levantamento comparativo entre 34 países, que mediu os investimentos em educação feitos por cada um deles. Adivinhem quem investe menos, e ficou com a honrosa última colocação no ranking? Isto mesmo, o Brasil é o que menos investe. Assim, não é ao acaso que os níveis educacionais dos brasileiros sejam de tão baixa qualidade. Isto comprova que educação não se faz com discurso imbecil, nem tampouco com intenções alinhadas em pacotinhos ou pacotaços. Além de investir menos, ainda investimos mal. O resultado, assim, não poderia ser diferente do que o quadro atual. Quadro cuja crise o próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, reconhece. Bom, pelo menos ele reconhece. Porém, como a mesma clareza com que ele reconhece a má condição do ensino médio, por outro lado, faltou ao ministro desenhar as verdadeiras causas que nos colocam nesta condição deprimente. Faltou, por exemplo, explicar de como o ensino em 1995 tinha melhor qualidade e obtinha melhores resultados do que em 2005, dez anos depois. Acontece que esta regressão se deve muito ao que o governo Lula tem feito nos últimos quatro anos: menor investimento e deturpação do currículo escolar, impregnando o ensino com proselitismo vagabundo de cunho político-ideológico, em lugar de se ensinar coisas mais simples como português e matemática. O ensino brasileiro adotado pelo atual governo, é um modelo que mistura vigarice ideológica, cretinismo e mistificação. Na edição do jornal O Globo, a fala do ministro:

Ensino médio vive "crise aguda"

"O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse ontem que o ensino médio (antigo 2 grau) vive uma "crise aguda" e que as políticas adotadas pelo governo ainda não foram capazes de surtir efeito. Ele defendeu maiores investimentos nas escolas técnicas federais, sugerindo que elas poderiam funcionar como atalho para uma revolução no ensino brasileiro. Do contrário, segundo o ministro, o país terá de esperar até 15 anos para oferecer educação de qualidade aos jovens. Haddad falou na abertura do seminário Educação no Século 21: Modelos de Sucesso, na Câmara dos Deputados.

— O ensino médio vive uma crise aguda, uma crise grave. Talvez, das etapas da educação básica, seja a que inspira maiores cuidados, a julgar pelos dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, o Saeb — afirmou o ministro.

O Saeb é uma prova de português e matemática aplicada a cada dois anos, em todo o país. A última mostrou que os alunos do 3 ano do ensino médio estavam tão defasados que tinham nível de conhecimento compatível com o da 8 série do ensino fundamental. O pior é que os resultados de 2005 foram os piores de todas as edições do exame, entre 1995 e 2005."

Mas o que é repugnante, asqueroso, atraso pérfido que embrulha o estômago de qualquer pessoa medianamente conhecedora da história moderna, é o conta-nos o artigo do Ali Kammel, informando sobre o conteúdo de um tal livro que se diz “didático”, distribuído pelo MEC, para nossas crianças serem imbecilizadas em sala aula. Na verdade, o livro serve mais para manual de como abandonar a espécie humana para tornar-se um símio. Não sei e nem me interessa saber qual o idiota e estúpido que o escreveu, e mesmo que se tenham outras mãos irresponsáveis pela redação daquele conteúdo escroque que no tal livro se encontra: quem redigiu aquele texto e quem o autorizou a ser distribuído nas escolas, tudo bancado com dinheiro público, precisa ser preso, processado, internado em um hospício e de lá nunca mais sair.

Então o tal pac da educação, que prometia “revolucionar” a educação brasileira está ali representada? Além de ser uma diarréia verbal, manipular vergonhosamente a verdadeira Historia de nações como China, Rússia e Cuba, e apregoar tons coloridos para tornar heróis ditadores e sanguinários assassinos como Mao e Fidel Castro, deveria servir para depor um governo inteiro, por sentenciar à morte, a formação intelectual de toda uma geração.

Assim, não há como não nos revoltarmos diante deste governo de jumentos que nos desgoverna. O país está sendo idiotizado, está em frangalhos e eles fazem festa às nossas custas, e ainda emburrecem e praticam a mais desgraçada e nefandas das lavagens cerebrais, de forma covarde e criminosa, sobre uma geração de crianças que estão sendo condenadas à burrice eterna sem direito de defesa.

Vale repetir o que sempre sustentamos: não há país desenvolvido com povo analfabeto. Ou se leva a sério a educação do povo brasileiro, mediante professores bem remunerados e bem preparados, com meios mínimos e currículos decentes, ou não sairemos do lugar de eterno país pobre de um futuro rico. De momento, à exceção da riqueza no subsolo, em cima, o que temos são incompetências e irresponsabilidades extremas. Mas não basta alfabetizar apenas, é preciso educar com qualidade, garantindo que o cidadão, depois de formado, tenha condições de, livremente, fazer suas próprias escolhas, e não induzir estas escolha na forma de um processo educacional de auto-destruição da vontade e das liberdades de escolhas pessoais.

E está na hora da sociedade brasileira definir seu futuro: ou aceita ser teleguiada pelo comunismo pérfido, sórdido, anacrônico, caótico, atrasado, ignorante, imbecil, ou os depõem na próxima eleição e os chuta para longe daqui. Estamos voltando no tempo. De atraso em atraso, ainda farão com que deixemos de ser bípedes e racionais, e mudemos de gênero, afinal os oragotangos aí estão ameaçados de extinção, e precisando ser repovoados...

O perigo é faltar banana para a dosagem diária de ração...