Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Lembram nos anos 2004 e 2005 em que o Brasil só conseguia crescer mais do que o Haiti no continente sul-americano? Acredito que Lula deva ter ficado com raiva em razão do Haiti conseguir tamanha façanha: ser pior ainda que o Brasil, e por dois anos consecutivos.
Pois então, Lula, seus problemas acabaram: estamos iguais ao Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão. Que belas companhias, hein? De fato, desta vez você se superou. Parabéns.
Relatório anual do instituto de economia canadense Fraser, divulgado nesta quarta-feira, classificou o Brasil em 101º lugar no ranking que avalia a liberdade econômica em 141 países. Na mesma posição estão Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão. O instituto analisou quatro aspectos das economias nacionais para fazer a classificação. São eles: liberdade pessoal de escolha, intercâmbio voluntário, liberdade para competir e segurança da propriedade privada.
O Brasil obteve sua nota mais baixa nos indicadores de regulamentação de crédito, trabalho e negócios: 4,3, numa escala de zero a dez. Com a nota final 6, o país caiu da 85º posição, conseguida em 2004, para a 101º.
Os primeiros colocados do ranking são Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça e Estados Unidos. O país da América Latina mais bem classificado é o México, que está na 44ª posição. Em último lugar vem o Zimbabue.
De fato, não é possível transformar um país em tão pouco tempo. Lula precisou um mandato e mais um pouco para fazer o Brasil, como “nunca dantez na história”, estar lado a lado com países como os acima. Mediocridade, sem dúvida, não é para qualquer um. É preciso ter muita competência para exercê-la com tremendo sucesso.
A reportagem é da BBC Brasil.
Brasil cai e fica em 101º em ranking de liberdade econômica
BBC Brasil
Hong Kong encabeça a lista dos que têm mais liberdade econômica
O Brasil ficou em 101º lugar num ranking que mede o grau de liberdade econômica em 141 países, dividindo a colocação com países como Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão.
O relatório anual, compilado pelo Fraser Institute, do Canadá, se baseou em dados de 2005, considerando quatro aspectos para avaliar os países: a liberdade pessoal de escolha, o intercâmbio voluntário, a liberdade para competir e a segurança da propriedade privada.
Liberdade Econômica
1 - Hong Kong
2 - Cingapura
3 - Nova Zelândia
4 - Suíça
5 - Estados Unidos
101 - Brasil
135 - Venezuela
141 – Zimbábue
The Fraser Institute
A partir destes conceitos, 42 componentes são usados para se chegar ao índice final. A nota mais baixa do Brasil foi no indicador de regulamentação do crédito, do trabalho e dos negócios: 4,3, numa escala de zero a dez.
A nota final do país foi 6, um pouco acima da obtida em 2004. Mesmo assim, o Brasil caiu da 85ª posição para a 101ª.
'Menos barreiras e impostos'
Para conseguir um alto índice de liberdade econômica, os países precisam promover um ambiente financeiro estável, em que a propriedade privada é protegida, respeitar contratos, reduzir barreiras ao comércio nacional e internacional e manter os impostos baixos.
No topo do ranking estão Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça e Estados Unidos, enquanto o Zimbábue ocupa o último lugar da lista, precedido por Mianmar, República Democrática do Congo e Angola.
Entre economias emergentes, a China ficou em 86º lugar, a Índia em 69º, a Rússia em 112º.
Na América Latina, o México ficou na 44ª posição e a Argentina, na 124ª.
Mianmar (140º) e Venezuela (135º) são os únicos países não-africanos entre os dez piores colocados.
Os países que tiveram uma melhoria mais evidente no índice de liberdade econômica, com uma alta de pelo menos três pontos desde 1980, foram Hungria, Peru, Uganda, Gana e Israel.
Lembram nos anos 2004 e 2005 em que o Brasil só conseguia crescer mais do que o Haiti no continente sul-americano? Acredito que Lula deva ter ficado com raiva em razão do Haiti conseguir tamanha façanha: ser pior ainda que o Brasil, e por dois anos consecutivos.
Pois então, Lula, seus problemas acabaram: estamos iguais ao Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão. Que belas companhias, hein? De fato, desta vez você se superou. Parabéns.
Relatório anual do instituto de economia canadense Fraser, divulgado nesta quarta-feira, classificou o Brasil em 101º lugar no ranking que avalia a liberdade econômica em 141 países. Na mesma posição estão Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão. O instituto analisou quatro aspectos das economias nacionais para fazer a classificação. São eles: liberdade pessoal de escolha, intercâmbio voluntário, liberdade para competir e segurança da propriedade privada.
O Brasil obteve sua nota mais baixa nos indicadores de regulamentação de crédito, trabalho e negócios: 4,3, numa escala de zero a dez. Com a nota final 6, o país caiu da 85º posição, conseguida em 2004, para a 101º.
Os primeiros colocados do ranking são Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça e Estados Unidos. O país da América Latina mais bem classificado é o México, que está na 44ª posição. Em último lugar vem o Zimbabue.
De fato, não é possível transformar um país em tão pouco tempo. Lula precisou um mandato e mais um pouco para fazer o Brasil, como “nunca dantez na história”, estar lado a lado com países como os acima. Mediocridade, sem dúvida, não é para qualquer um. É preciso ter muita competência para exercê-la com tremendo sucesso.
A reportagem é da BBC Brasil.
Brasil cai e fica em 101º em ranking de liberdade econômica
BBC Brasil
Hong Kong encabeça a lista dos que têm mais liberdade econômica
O Brasil ficou em 101º lugar num ranking que mede o grau de liberdade econômica em 141 países, dividindo a colocação com países como Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão.
O relatório anual, compilado pelo Fraser Institute, do Canadá, se baseou em dados de 2005, considerando quatro aspectos para avaliar os países: a liberdade pessoal de escolha, o intercâmbio voluntário, a liberdade para competir e a segurança da propriedade privada.
Liberdade Econômica
1 - Hong Kong
2 - Cingapura
3 - Nova Zelândia
4 - Suíça
5 - Estados Unidos
101 - Brasil
135 - Venezuela
141 – Zimbábue
The Fraser Institute
A partir destes conceitos, 42 componentes são usados para se chegar ao índice final. A nota mais baixa do Brasil foi no indicador de regulamentação do crédito, do trabalho e dos negócios: 4,3, numa escala de zero a dez.
A nota final do país foi 6, um pouco acima da obtida em 2004. Mesmo assim, o Brasil caiu da 85ª posição para a 101ª.
'Menos barreiras e impostos'
Para conseguir um alto índice de liberdade econômica, os países precisam promover um ambiente financeiro estável, em que a propriedade privada é protegida, respeitar contratos, reduzir barreiras ao comércio nacional e internacional e manter os impostos baixos.
No topo do ranking estão Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça e Estados Unidos, enquanto o Zimbábue ocupa o último lugar da lista, precedido por Mianmar, República Democrática do Congo e Angola.
Entre economias emergentes, a China ficou em 86º lugar, a Índia em 69º, a Rússia em 112º.
Na América Latina, o México ficou na 44ª posição e a Argentina, na 124ª.
Mianmar (140º) e Venezuela (135º) são os únicos países não-africanos entre os dez piores colocados.
Os países que tiveram uma melhoria mais evidente no índice de liberdade econômica, com uma alta de pelo menos três pontos desde 1980, foram Hungria, Peru, Uganda, Gana e Israel.