Adelson Elias Vasconcellos
Fiquem atentos: está em curso um intenso movimento para que se pressione cada vez o governo federal a ceder terras na região amazônica para os povos indígenas. Conforme PROVAMOS aqui ontem, nada justifica que esta “doação” tenha seguimento, a não ser o interesse de, futuramente, fragmentar-se o território brasileiro em várias nações independentes. O que seria, além de catastrófico, um verdadeiro atestado de insanidade por parte do governo brasileiro.
Esta pressão só pode ser entendida justamente para tornar maior cada vez mais o total de terras a serem desmembrados do país. Vou repetir: já existe terra demais para índio de menos. Por conseguinte, esta demanda para se doar ainda mais do que já existe, sempre sob um motivo falso, canalha e criminoso, tem por objetivo ampliar a área em poder das nações indígenas para que elas depois, com o devido incentivo dos realmente interessados, e ancoradas em legislação já aceita pelo país, como é o caso do Tratado de Auto-Determinação das Nações Indígenas, que Lula assinou em 2005 no âmbito da ONU, sejam tais nações a se proclamarem independentes.
Fiquem atentos: está em curso um intenso movimento para que se pressione cada vez o governo federal a ceder terras na região amazônica para os povos indígenas. Conforme PROVAMOS aqui ontem, nada justifica que esta “doação” tenha seguimento, a não ser o interesse de, futuramente, fragmentar-se o território brasileiro em várias nações independentes. O que seria, além de catastrófico, um verdadeiro atestado de insanidade por parte do governo brasileiro.
Esta pressão só pode ser entendida justamente para tornar maior cada vez mais o total de terras a serem desmembrados do país. Vou repetir: já existe terra demais para índio de menos. Por conseguinte, esta demanda para se doar ainda mais do que já existe, sempre sob um motivo falso, canalha e criminoso, tem por objetivo ampliar a área em poder das nações indígenas para que elas depois, com o devido incentivo dos realmente interessados, e ancoradas em legislação já aceita pelo país, como é o caso do Tratado de Auto-Determinação das Nações Indígenas, que Lula assinou em 2005 no âmbito da ONU, sejam tais nações a se proclamarem independentes.
Claro que, nas impossibilidade de “internacionalizar” por inteiro a região amazônica, bem como a logística de ocupação de uma área imensa e com dificuldades naturais de acesso, levou que os países interessados, sob argumentos cretinos, incentivassem, primeiro, a criação de uma lei em âmbito internacional, e depois, que o governo brasileiro ampliasse o maior número possível de áreas para os índios.
É de se esperar, pelo bem nacional, que o governo saiba resistir aos apelos e cesse de vez tais demarcações, bem como que o Congresso não ratifique o Tratado assinado por Lula em 2005. E mais: que o governo aparelhe e modernize rapidamente nossas Forças Armadas para que elas possam estar presentes na Região Amazônica.
De outro lado, mas aí acho que o governo não terá tamanho arrojo, seria necessário que o governo pudesse rever com urgência todas as áreas já demarcadas, se possível reduzindo seu tamanho.
Do contrário, não demorará muito para a Região Amazônica deixar de ser parte integrante de nosso território.