Adelson Elias Vasconcellos
Esta gente, se ainda tinham algum resquício de decência, agora jogaram-na no lixo, de vez.
Reparem na maravilhosa e muito “criativa”, para não dizer canalha, última versão produzida no submundo do Planalto para a montagem do dossiê.
Quando a gente pensa que eles já descerem sua moral ao nível mais baixo, eles conseguem afunda-la aimda mais um pouquinho.
A última canalhice é inventar uma “ação maldosa de alguém infiltrado”. A expressão “infiltrado” foi empregada por José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, em entrevista no final do dia. Então, tá - fazer o quê ? - nós até gostaríamos que eles fossem honestos pelo uma única vez, vocês sabem, né, para ver se muda a rotina, mas não tem jeito: a mentira, a falsidade, o cinismo, são “virtudes’ impregnadas e indissociáveis do DNA deste povo.
A gente até poderia fazer um exercício a partir desta “nova versão”. Aliás, a cada dia, eles produzem um conto de vigarista diferente. Acredito que até seja um método para confundir e tentar evitar que se chegue ao culpados com provas indiscutíveis. Assim como no caso do dossiê anti-Serra, lá tínhamos a prova do crime, que era o próprio dossiê, tinha-se até o dinheiro que compraria o crime, uma bolada e tanto de R$ 1,7 milhão, a PF até havia prendido os “transportadores” da grana, mas o inquérito não chegou a resultado algum. Coisas do Brasil.
Aqui, tem-se o dossiê, no qual há apontamentos indiscutíveis de se “exibir” irregularidades com grande destaque, o dossiê saiu dos computadores da Presidência da República, havia ameaças da Dilma informando que o governo não ficaria parado e se deixando acusar diante da CPI, sabe-se da reunião promovida pela Casa Civil, com o devido acompanhamento de Lula, as informações vazadas só se referiam a gastos de FHC, de Lula não saiu sequer um gasto com refrigerante, nada, e agora então eles querem inverter dizendo que o culpado foi vítima e que a vítima é que é culpado ? A falta de caráter deles é tão significativa que, diante do desespero de serem pegos, se tornam cegos à razão, e acham que podem ficar passando, gratuitamente, atestados de idiotice em todo mundo.
Assim, Túnica e Tinhoso, vão tentar impedir, como sempre o fizeram quando se trata de investigar as malvadezas do governo atual, que as investigações batam à sua porta e mostrem ao país os criminosos lá residentes.
De qualquer forma, vamos aguardar para amanhã, sabermos que novas “invencionices” eles são capazes de produzir. Criatividade, vimos, não lhes falta. Escrúpulos ? Esqueçam. Para salvar a própria pele ou cabeça, eles são capazes de tudo, até e principalmente as mais sórdidas.
A reportagem é da Renata Giraldi,, para a Folha online
Jucá defende Dilma e atribui vazamento de dados sigilosos à ação "maldosa"
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), saiu em defesa nesta segunda-feira da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Reportagem da Folha aponta a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, braço-direito de Dilma, como mandante do dossiê com gastos com cartão corporativo e contas B do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, da ex-primeira-dama Ruth Cardoso e de ex-ministros da gestão tucana.
"A ministra Dilma não tem responsabilidade alguma [sobre isso]", afirmou ele. "Não há dossiê algum. O que existe é um banco de dados [informando sobre despesas com cartões corporativos e contas B."
Sem apontar nomes, o líder disse apenas que, na sua opinião, o vazamento de dados sigilosos ocorreu porque uma pessoa de dentro do governo foi responsável pela divulgação das informações. "Alguém de dentro do governo, alguém que deliberadamente vazou as informações, de forma maldosa", disse Jucá, tentando justificar a divulgação de informações sigilosas dos gastos de FHC e dona Ruth.
Em seguida, o líder defendeu que seja investigado o vazamento de informações sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e da ex-primeira-dama, Ruth Cardoso.
De acordo com Jucá, o que ele chama de "banco de dados" elaborado pelo governo reúne informações desde 1998. Ele negou ter acesso ao material ou conhecer detalhes sobre as informações contidas nele. Porém, reiterou por mais de duas vezes: "Não existe dossiê. São dados. O governo tem dados".
O líder disse ainda que as explicações sobre o assunto serão fornecidas à CPI mista (Com deputados e senadores) dos Cartões Corporativos. Segundo ele, os dados não-sigilosos serão revelados, já os demais deverão ser negociados com os integrantes da comissão para verificar o melhor meio para analisar o material. "O governo vai agir com tranqüilidade", disse ele.
No final de semana, a ministra negou que tenha sido elaborado um dossiê, chamando-o de levantamento de despesas.
Nesta segunda-feira, Jucá evitou falar em punição ou qualquer tipo de outra aplicação de pena contra os supostos responsáveis pela confecção do dossiê ou divulgação dos dados sigilosos.
Esta gente, se ainda tinham algum resquício de decência, agora jogaram-na no lixo, de vez.
Reparem na maravilhosa e muito “criativa”, para não dizer canalha, última versão produzida no submundo do Planalto para a montagem do dossiê.
Quando a gente pensa que eles já descerem sua moral ao nível mais baixo, eles conseguem afunda-la aimda mais um pouquinho.
A última canalhice é inventar uma “ação maldosa de alguém infiltrado”. A expressão “infiltrado” foi empregada por José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, em entrevista no final do dia. Então, tá - fazer o quê ? - nós até gostaríamos que eles fossem honestos pelo uma única vez, vocês sabem, né, para ver se muda a rotina, mas não tem jeito: a mentira, a falsidade, o cinismo, são “virtudes’ impregnadas e indissociáveis do DNA deste povo.
A gente até poderia fazer um exercício a partir desta “nova versão”. Aliás, a cada dia, eles produzem um conto de vigarista diferente. Acredito que até seja um método para confundir e tentar evitar que se chegue ao culpados com provas indiscutíveis. Assim como no caso do dossiê anti-Serra, lá tínhamos a prova do crime, que era o próprio dossiê, tinha-se até o dinheiro que compraria o crime, uma bolada e tanto de R$ 1,7 milhão, a PF até havia prendido os “transportadores” da grana, mas o inquérito não chegou a resultado algum. Coisas do Brasil.
Aqui, tem-se o dossiê, no qual há apontamentos indiscutíveis de se “exibir” irregularidades com grande destaque, o dossiê saiu dos computadores da Presidência da República, havia ameaças da Dilma informando que o governo não ficaria parado e se deixando acusar diante da CPI, sabe-se da reunião promovida pela Casa Civil, com o devido acompanhamento de Lula, as informações vazadas só se referiam a gastos de FHC, de Lula não saiu sequer um gasto com refrigerante, nada, e agora então eles querem inverter dizendo que o culpado foi vítima e que a vítima é que é culpado ? A falta de caráter deles é tão significativa que, diante do desespero de serem pegos, se tornam cegos à razão, e acham que podem ficar passando, gratuitamente, atestados de idiotice em todo mundo.
Assim, Túnica e Tinhoso, vão tentar impedir, como sempre o fizeram quando se trata de investigar as malvadezas do governo atual, que as investigações batam à sua porta e mostrem ao país os criminosos lá residentes.
De qualquer forma, vamos aguardar para amanhã, sabermos que novas “invencionices” eles são capazes de produzir. Criatividade, vimos, não lhes falta. Escrúpulos ? Esqueçam. Para salvar a própria pele ou cabeça, eles são capazes de tudo, até e principalmente as mais sórdidas.
A reportagem é da Renata Giraldi,, para a Folha online
Jucá defende Dilma e atribui vazamento de dados sigilosos à ação "maldosa"
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), saiu em defesa nesta segunda-feira da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Reportagem da Folha aponta a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, braço-direito de Dilma, como mandante do dossiê com gastos com cartão corporativo e contas B do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, da ex-primeira-dama Ruth Cardoso e de ex-ministros da gestão tucana.
"A ministra Dilma não tem responsabilidade alguma [sobre isso]", afirmou ele. "Não há dossiê algum. O que existe é um banco de dados [informando sobre despesas com cartões corporativos e contas B."
Sem apontar nomes, o líder disse apenas que, na sua opinião, o vazamento de dados sigilosos ocorreu porque uma pessoa de dentro do governo foi responsável pela divulgação das informações. "Alguém de dentro do governo, alguém que deliberadamente vazou as informações, de forma maldosa", disse Jucá, tentando justificar a divulgação de informações sigilosas dos gastos de FHC e dona Ruth.
Em seguida, o líder defendeu que seja investigado o vazamento de informações sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e da ex-primeira-dama, Ruth Cardoso.
De acordo com Jucá, o que ele chama de "banco de dados" elaborado pelo governo reúne informações desde 1998. Ele negou ter acesso ao material ou conhecer detalhes sobre as informações contidas nele. Porém, reiterou por mais de duas vezes: "Não existe dossiê. São dados. O governo tem dados".
O líder disse ainda que as explicações sobre o assunto serão fornecidas à CPI mista (Com deputados e senadores) dos Cartões Corporativos. Segundo ele, os dados não-sigilosos serão revelados, já os demais deverão ser negociados com os integrantes da comissão para verificar o melhor meio para analisar o material. "O governo vai agir com tranqüilidade", disse ele.
No final de semana, a ministra negou que tenha sido elaborado um dossiê, chamando-o de levantamento de despesas.
Nesta segunda-feira, Jucá evitou falar em punição ou qualquer tipo de outra aplicação de pena contra os supostos responsáveis pela confecção do dossiê ou divulgação dos dados sigilosos.