Adelson Elias Vasconcellos
Quando digo que Tarso não tem competência tampouco qualificação para o cargo de Ministro da justiça, tem quem ainda considere um exagero meu. Mas, quanto mais o tempo passa e a gente começa a reparar nas palavras e ações do senhor Genro, mais fica evidente que não lhe faltam apenas competência e qualificação. Falta-lhe, sobretudo, a dignidade e o caráter indispensáveis para compor o perfil que se requer para um posto tão importante quanto o de Ministro da Justiça.
Hoje, temos mais um capítulo comprovador de que o senhor Tarso Genro de embusteiro ordinário, não passa de um trapaceiro salafrário. Em entrevista ao Correio Braziliense, esta figura teve o desplante de afirmar, com todas as letras, que compor e montar dossiês como um instrumento político contra adversários, não apenas não representa crime algum, como também é até necessário e saudável para uma boa administração. Uma ova, senhor Genro !!!
Tal princípio até pode ser usual na sua gangue de vagabundos, de bandidos inescrupulosos, de safados vigaristas. Não num país que se deseja sério, onde impere a democracia plena, fundamentada na legitimidade de um estado de direito. Isto que você entende por “natural e saudável” caracteriza, isto sim, um estado policial, onde os direitos e garantias individuais dos cidadãos são esbulhados de acordo com as conveniências dos autoritários cretinos de plantão. Pode ser bonito lá pras bandas do comunismo cafajeste onde você vai beber na fonte dos indecentes, corrente esta que emana seu pensamento picareta e delinqüente.
Num país minimamente civilizado, pensamentos iguais a este partindo de um ministro de estado, seria motivo mais do que suficiente para manda-lo às favas, sem direito à pensão e indenização. Demissão por justa causa. Sujeito ainda a ser incriminado por incitação à desobediência das leis vigentes.
Em países decentes, senhor Tarso, a ninguém é licito, sem a competente autorização judicial plenamente justificada, montar dossiês sobre informações que são mantidas em sigilo de estado e muito menos ainda para ser utilizado como instrumento de chantagem política.
Não, senhor Genro, o Brasil ainda tem leis, tem princípios morais a que todos estão sujeitos e sob os quais devem guiar suas ações, sejam na vida pública ou na vida privada. A ninguém, esteja ela investida de que autoridade for, pode simplesmente infringir os mandatos de inviolabilidade previstos na constituição do país.
O que você defende, senhor Genro, é acintoso, é esbirro de ditadorzinho vagabundo e cafajeste, que se vale do estado para praticar uma imunda ação de governo, em que o instrumento do chicote é substituído pelos dossiês escandalosos, intimidatórios, apenas para tirar proveito em ações ainda mais delinqüentes. O que você está defendendo, é que a Nação lhe dê um certificado criminoso, uma licença para prevaricar, delinqüir e se indispor às leis.
Não tente justificar um crime porque cometido com legítima intenção, porque nem o crime é justificável, tampouco inexiste boa intenção quando guiada de forma delituosa. Vossa senhoria, saiba bem, é uma vergonha para o país quando defende de forma deprimente que os fins justificam os meios.
Em absoluto tal é admissível em qualquer tribunal do mundo, quanto mais partindo de alguém que se diz ser ministro da justiça. Que merda de justiça é esta que você defende, senhor Genro, que dança ao sabor macabro de governantes defenestrados que se colocam acima do Estado? Que porcaria de senso de justiça você alimenta, que é incapaz de respeitar os limites de cada um, inclusive do Estado, na intimidade dos cidadãos? Se você, senhor Tarso Genro, se lambuza com autoritarismo e estados ditatoriais, procure um lugar para chamar de seu, menos o Brasil.
Pare de encher a boca com expressões como ”democracia”, “liberdades”, “respeito às leis”, coisas que vossa senhoria desconhece plenamente, e sequer tem estofo moral para apregoá-las. Vossa senhoria representa o que existe de mais repugnante em termos de pensamento democrático, o que existe de mais ultrajante na defesa do estado de direito, e o que existe de mais aviltante na defesa das liberdades e garantias individuais dos cidadãos.
Assim, por não lhe reconhecer autoridade moral para o cargo que vossa senhoria ostenta, e aí está apenas pelo compadrio com o atraso e uma mentalidade anárquica, só me resta dizer-lhe: VÁ A MERDA, seu monte de estrume !!!!
Quando digo que Tarso não tem competência tampouco qualificação para o cargo de Ministro da justiça, tem quem ainda considere um exagero meu. Mas, quanto mais o tempo passa e a gente começa a reparar nas palavras e ações do senhor Genro, mais fica evidente que não lhe faltam apenas competência e qualificação. Falta-lhe, sobretudo, a dignidade e o caráter indispensáveis para compor o perfil que se requer para um posto tão importante quanto o de Ministro da Justiça.
Hoje, temos mais um capítulo comprovador de que o senhor Tarso Genro de embusteiro ordinário, não passa de um trapaceiro salafrário. Em entrevista ao Correio Braziliense, esta figura teve o desplante de afirmar, com todas as letras, que compor e montar dossiês como um instrumento político contra adversários, não apenas não representa crime algum, como também é até necessário e saudável para uma boa administração. Uma ova, senhor Genro !!!
Tal princípio até pode ser usual na sua gangue de vagabundos, de bandidos inescrupulosos, de safados vigaristas. Não num país que se deseja sério, onde impere a democracia plena, fundamentada na legitimidade de um estado de direito. Isto que você entende por “natural e saudável” caracteriza, isto sim, um estado policial, onde os direitos e garantias individuais dos cidadãos são esbulhados de acordo com as conveniências dos autoritários cretinos de plantão. Pode ser bonito lá pras bandas do comunismo cafajeste onde você vai beber na fonte dos indecentes, corrente esta que emana seu pensamento picareta e delinqüente.
Num país minimamente civilizado, pensamentos iguais a este partindo de um ministro de estado, seria motivo mais do que suficiente para manda-lo às favas, sem direito à pensão e indenização. Demissão por justa causa. Sujeito ainda a ser incriminado por incitação à desobediência das leis vigentes.
Em países decentes, senhor Tarso, a ninguém é licito, sem a competente autorização judicial plenamente justificada, montar dossiês sobre informações que são mantidas em sigilo de estado e muito menos ainda para ser utilizado como instrumento de chantagem política.
Não, senhor Genro, o Brasil ainda tem leis, tem princípios morais a que todos estão sujeitos e sob os quais devem guiar suas ações, sejam na vida pública ou na vida privada. A ninguém, esteja ela investida de que autoridade for, pode simplesmente infringir os mandatos de inviolabilidade previstos na constituição do país.
O que você defende, senhor Genro, é acintoso, é esbirro de ditadorzinho vagabundo e cafajeste, que se vale do estado para praticar uma imunda ação de governo, em que o instrumento do chicote é substituído pelos dossiês escandalosos, intimidatórios, apenas para tirar proveito em ações ainda mais delinqüentes. O que você está defendendo, é que a Nação lhe dê um certificado criminoso, uma licença para prevaricar, delinqüir e se indispor às leis.
Não tente justificar um crime porque cometido com legítima intenção, porque nem o crime é justificável, tampouco inexiste boa intenção quando guiada de forma delituosa. Vossa senhoria, saiba bem, é uma vergonha para o país quando defende de forma deprimente que os fins justificam os meios.
Em absoluto tal é admissível em qualquer tribunal do mundo, quanto mais partindo de alguém que se diz ser ministro da justiça. Que merda de justiça é esta que você defende, senhor Genro, que dança ao sabor macabro de governantes defenestrados que se colocam acima do Estado? Que porcaria de senso de justiça você alimenta, que é incapaz de respeitar os limites de cada um, inclusive do Estado, na intimidade dos cidadãos? Se você, senhor Tarso Genro, se lambuza com autoritarismo e estados ditatoriais, procure um lugar para chamar de seu, menos o Brasil.
Pare de encher a boca com expressões como ”democracia”, “liberdades”, “respeito às leis”, coisas que vossa senhoria desconhece plenamente, e sequer tem estofo moral para apregoá-las. Vossa senhoria representa o que existe de mais repugnante em termos de pensamento democrático, o que existe de mais ultrajante na defesa do estado de direito, e o que existe de mais aviltante na defesa das liberdades e garantias individuais dos cidadãos.
Assim, por não lhe reconhecer autoridade moral para o cargo que vossa senhoria ostenta, e aí está apenas pelo compadrio com o atraso e uma mentalidade anárquica, só me resta dizer-lhe: VÁ A MERDA, seu monte de estrume !!!!