Do G1, em São Paulo, com informações do ClicRBS
Outras cinco pessoas também estão em poder dos indígenas.
Grupo reivindica ampliação de reserva e protesta contra desmatamento.
O prefeito de Itaiópolis (SC), Hélio César Wendt, foi feito refém por índios da etnia xokleng na tarde desta quinta-feira (22). Além dele, o vice-prefeito Alceu Schneider, dois secretários e dois policiais também são mantidos reféns pelos índios.
O grupo foi até uma madeireira invadida pelos índios entre Itaiópolis e o município de Doutor Pedrinho (SC), para conversar com os indígenas sobre os protestos que já duram duas semanas na região.
De acordo com o tenente-coronel Ricardo Assis Alves, da Polícia Militar de Canoinhas (SC), o batalhão da cidade e a Polícia Federal foram para a área para negociar a liberação dos reféns.
Os indígenas reivindicam a ampliação da reserva Duque de Caxias de 14 mil hectares para 37 mil. Os índios também reclamam da retirada de madeira da região por colonos, apesar da determinação da Justiça Federal de Mafra (SC), que impede a exploração do recurso na área.
Desde o dia 9 de janeiro, os índios bloqueiam uma estrada para impedir a passagem de caminhões com madeira.
(com informações do Diário Catarinense)
Enquanto isso...
Índios invadem e roubam estação de captação de água em MT
Do G1, em São Paulo, com informações da TV Centro América
Barco e motor haviam sido apreendidos em fiscalização ambiental.
Equipes da Polícia Militar e da Polícia Ambiental recuperaram objetos.
Índios invadiram uma estação de captação de água às margens do Rio Vermelho, em Rondonópolis (MT), na segunda-feira (29). O grupo queria recuperar objetos apreendidos durante uma fiscalização ambiental.
Segundo o funcionário da Estação de Tratamento de Água (ETA), Jamiro Rodrigues Mendes, os índios queriam um barco e um motor. "Chegaram seis ou oito índios. Disseram que iriam buscar uma canoa e um motor que os policiais tinham apreendido. Pularam a tela e eu não pude fazer nada", disse.
Segundo o tenente da Polícia Militar, Orlando Souza Coutinho, equipes da PM e da Polícia Ambiental conseguiram localizar os índios nos arredores da cidade. De acordo com Coutinho, após 40 minutos de negociação, o grupo decidiu devolver à polícia o barco e o motor.
Segundo o chefe da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Rondonópolis, Antônio Dourado, o órgão não participou das negociações e desconhecia o caso.
COMENTANDO A NOTÍCIA:
É, a filosofia de banditismo e terrorismo dos MSTs da vida estão fazendo escola! E, claro, tudo devidamente bancado, patrocinado e incentivado por este governo que está aí! Absurdo dos absurdos.
O que não faltam são terras e “privilégios” para os índios, e eles aprenderam direitinho a receita da demagogia esperta de chantagear o poder público: quando mais bandidagem, arruaça e baderna cometem e ameaçam cometer, mais o Estado abre seu leque de favores. A quantidade de terra doada às nações indígenas brasileiras (e as estrangeiras que estão vindo aí para cá para abocanharem seu naco também), seria suficiente para uma população no mínimo cinco vezes maior do que a atual, e por muitas gerações, e ainda sobraria terra para ser”explorada”. Explorada na extração clandestina de minérios, muitos dos quais de alto valor comercial, contrabando de madeiras nobres, etc.
Alguém já se deu ao trabalho de investigar o destino que é dado aos valores repassados à FUNAI? Ou, como andam as investigações dos roubos praticados na FUNASA? Porque, por certo, o que chega aos povos indígenas é a mínima parte do que se gasta. Mas não se iludam: grande parte dos índios, principalmente, os do norte do país, vai muito bem, obrigado. E sabem que, quanto maior a chantagem, mais privilégios vão sendo concedidos. Índios à moda antiga existem apenas nos romances. E faz um bocado de tempo que não se escrevem mais romances sobre índios