segunda-feira, janeiro 11, 2010

Nem os militares foram capazes de tanto autoritarismo

Adelson Elias Vasconcellos

Uma das maiores dificuldades de se combater o terrorismo que varre o mundo, é o fato de que seus militantes não temem a morte. Para eles, morrer pela causa que dizem abraçar, será recompensado com sua elevação ao paraíso onde serão “abastecidos” por 72 virgens. Por mais irracional que isto possa parecer, para seus militantes se trata de uma obsessão que bom senso algum consegue derrubar.

A maior dificuldade de se combater a esquerdas refratárias ao progresso da humanidade, suas conquistas no campo das liberdades, o avanço da tecnologia que proporciona ao ser humano viver mais e melhor, é justamente porque eles defendem sua causa despidos de qualquer moral. Diferentemente dos terroristas, principalmente aquele praticados pelos islâmicos, para as esquerdas matar em nome da causa é plenamente justificável. Os islâmicos matam e morrem. As esquerdas só matam.

Seus produtos de consumo que se constituem de ações autoritárias e despóticas, sempre vem embalados com a mentira. Em nome dos direitos humanos que eles defendem, agem no sentido de eliminar direitos. Em nome da democracia, atuam para eliminá-la, em nome do bem comum preconizam a substituição do Estado pelo Partido, partido único e que vem a ser o deles.

Em nome da liberdade de expressão, apregoam o controle e a censura, porque a democratização do pensamento, segundo eles, tem que versar na linha de pensamento que defendem.

Não tentem convencer um esquerdista que a liberdade de expressão é um dos pontos basilares da democracia. Eles acham que a liberdade que defendemos é aquela que os ataca. E, para esta gente, a única democracia válida é a ditadura que eles nos querem vestir.

Veja o documento que Paulo Vanucchoi elaborou: o texto todo está repleto de “democracia”, e em nome dela as propostas sugeridas simplesmente aniquilam a democracia, as liberdades de pensamento, dentre outras.

Criticado por amplos setores da sociedade, o secretário Paulo Vanucchi, autor do Programa dos Horrores a que chamou de Plano Nacional dos Direitos Humanos, aquele que, em nome dos direitos humanos, simplesmente elimina direitos, e, numa canetada, pretende institucionalizar um circo no Brasil chamado “comunismo pós-moderno”, ameaçou que, em caso de alteração de seu famigerado plano, se demitiria do cargo que ocupa no governo Lula. A depender de mim, sequer deveria ter assumido. Ué, mas o programa não é para ser discutido pelo Congresso Nacional? Não são os parlamentares quem deverão votar e regulamentar a maioria das inconstitucionalidades que o tal programa propõem? Que raio de democracia é esta que Vanucchi defende na qual não se permite legislar em favor da sociedade? Ou será que o senhor Vanucchi, num rasgo de dono absoluta da verdade, acha que só ele, ex - terrorista, entende de democracia e de liberdades ? Incoerência suprema ou amor próprio ofendido? Se for assim, pode pegar o boné e se mandar, garanto que falta não fará ao país.

Vamos avançar um pouco sobre o tal documento. Seja pela exposição de motivos seja pela propostas na questão das invasões de terras praticadas pelo MST, Vanucchi pretende que um tribunal seja escolhido para, acima do Poder Judiciário, decidir se a invasão é justa ou não. Mas o absurdo e a vigarice logo se esfacelam nesta defesa doentia de um movimento que, além de falso, já que juridicamente não existe, é um dos movimentos que no Brasil mais agride a natureza, mais devasta o meio ambiente, com a conveniência criminosa de gente do governo como Dilma Rousseff, o próprio Vanucchi, Tarso Genro, e é bom lembrar também a turma tanto do INCRA quanto do tal Ministério de Reforma Agrária na figura de Ivo Cassel, além do homem do bolerinho, que defende o meio ambiente, que agride os agropecuaristas do país, o senhor Carlos Minc, mas ignora cinicamente o MST,  além da governadora do Pará, Ana Julia, cucja conivência criminosa quase custou intervenção em seu estado.

Vocês viram na reportagem da revista Veja logo aí abaixo, o que o MST está fazendo com a Amazônia, não é mesmo? Pois então, só que o covarde do Minc resolveu bater de frente contra os pecuaristas. Ou seja, para defender os piratas do meio ambiente, destruidores da floresta, prefere agredir aqueles que produzem alimentos para o país. Concordo que muito gente entrou de forma ilegal Amazônia adentro e de lá deve ser retirada. Mas que droga de preconceito contra os produtores rurais injustificável é este? Será que o analfabetismo moral desta gente é tão colossal que os torna incapaz de se aperceberem que quem sustenta tanto o acúmulo de reservas internacionais do país, quanto mantém a inflação sob controle, ofertando alimento em quantidade e em qualidade, a preço baixo, são justamente os produtores rurais brasileiros? Tentem qualquer esquerdista canalha brasileiro comer um bife na chapa no Japão prá ver quanto custa ! Ou tentem comer um arroz soltinho e gostoso na Europa! Ou uma daquelas frutas com sabor de roça que a gente encontra nos mercados em abundância, num país como a Inglaterra!
No entanto, ao invés de defendê-los e até cobrar do governo maior oferta de crédito para que eles possam produzir ainda mais, esta cambada de vagabundos, que nunca pegou numa enxada para revirar uma terra, acha que tomate, batata, soja, milho, arroz, carne de todo tipo, pode ser produzida em hortinha comunitária e que a produção será suficiente para alimentar um país com 190 milhões de pessoas, e ainda gerar excedentes para exportar e manter superavitária a balança de comércio exterior do país! Nada contra as hortas comunitárias, mas, por favor, não caiam no ridículo de insinuar que apenas alimentaria nossa população.

No entanto, os canalhas que defendem este lixo produzido por Vanucchi (não só ele, é claro, outros imbecis também colaboraram para tornar a peça mais asquerosa e menos humana), são incapazes de condenarem regimes como o de Cuba, por exemplo, onde o papel higiênico usado são as folhas do jornal de Fidel! Até pelo contrário, sempre que podem, fazem defesa intransigente daquele regime de terror.

Nenhum dos principais criadores do tal programa, sequer tem moral suficiente para si, quanto mais para elaborarem qualquer plano de direitos humanos.

Até porque, se diz que esta é a terceira versão do programa. Tanto a primeira quanto a segunda versões foram editadas no governo de Fernando Henrique. Por que a sociedade não reagiu antes, diante das versões anteriores? Pela simples razão de que os textos anteriores não feriam direitos, não agrediam a constituição, não incentivam invasão de propriedade alheia, não eliminava o papel do Poder Judiciário, não fazia apologia ao crime, tampouco tocavam em assuntos que nada tem a ver com direitos humanos como criação de novos impostos, aborto, união de homossexuais, regulação de planos de saúde, dentre outras aberrações, como financiamento público de campanhas políticas.

Aborto e união de homossexuais não são assuntos para serem tratados com tamanha irresponsabilidade. O que não faltam são pesquisas de opinião pública demonstrando que mais de 60% da população brasileira rejeita a ideia do aborto. Será que Vanucchi se deu o direito de eliminar a opinião da sociedade brasileira? Como alguém pode falar em direitos humanos no capítulo de tolerância religiosa, mediante exigência da retirada de crucifixo das repartições públicas num país constituído de 90% de cristãos? Isto é intolerância, e da mais grossa possível.

Mas volto as versões anteriores, sendo a última a de 2002. Demonstrem-me por A mais B, em que ponto a versão 2 do plano era ofensiva aos direitos humanos? Não que o texto fosse um primor, mas não agredia nem o bom senso, tampouco eliminava direitos e garantias individuais. Como também não feria a constituição e o regime de leis do país, como ainda não tinha cheiro de preconceito e intolerância. Em todas as questões conflitantes, se transferia ao Ministério Público, Poderes Judiciário e Legislativo a autoridade de decisão. Não se criavam “tribunais de exceção” para julgamento de conflitos. Não se chutava a ordem estabelecida, não se praticava proselitismo partidário da pior espécie, não se tentava reescrever a história com as tintas de um lado só.

O Ato Institucional do Petismo, mais ditatorial do que AI-5 da ditadura militar, e que Vanucchi apelidou de Programa Nacional de Direitos Humanos, conviria ser inscrito dentro de uma cartilha partidária, nunca num programa de âmbito nacional, em defesa de direitos humanos, simplesmente ignorando as instituições, as liberdades e garantias individuais, o estado de direito democrático e a própria Constituição do país. É um entulho autoritário de natureza fascista, preconceituosa ao extremo, e que merece ser jogada no lixo, onde devem morar a moral de seus criadores.

Aliás, até vale recordar, para encerrar que esta mesma secretaria inútil, comandada pelo inútil Paulo Vanucchi, já não é a primeira vez que produz estupidez. Ainda no primeiro mandato de Lula, quando era comandada por Nilmário Miranda, ela produziu uma pérola famosa, a tal “Cartilha do Politicamente Correto”, como bem lembrou Percival Puggina em seu artigo abaixo postado. O documento visava banir do vocabulário nacional o uso de inúmeras palavras tais como veado, funcionário público, comunista, homossexualismo, sapatão, negro, palhaço e até farinha do mesmo saco. Sem dúvida, pelas asneiras que produz, bem que esta secretaria poderia ser rebatizada por Secretaria da Estupidez Humana. Pelo conjunto da obra, nada mais apropriado.

O impressionante é o presidente da OAB, que deveria ao menos ter certo conhecimento jurídico, defender a revogação da Anistia. Seria oportuno que o nobre bebesse nas águas do conhecimento indiscutível de Paulo Brossard cuja posição é inquestionável. Recomendamos que o leitor reflita sobre o artigo que reproduzimos abaixo ou clique aqui para acessar.

Mas outros mentores não podem ser ignorados tais como Dilma, Genro e Franklin Martins, não por coincidências, todos ex - terroristas ativos, que pretendiam instaurar a ditadura comunista no país e foram vencidos pelos militares. E é bom lembrar a história: a intervenção militar não foi um ato isolado. Ela foi consequência da bagunçada que já havia sido instalada no país no governo João Goulart, a partir do satélite soviético comandado por Fidel Castro.
Aliás, foi até bom que dona Dilma mostrasse o ideário que defende antes mesmo da campanha presidencial se iniciar. O ensaio foi bastante revelador do regime de terror que pretende implantar no Brasil. E que a sociedade brasileira, a parte dela que defende nossas conquistas, que defende o estado de direito, que defende o fortalecimento das instituições, que defende a separação e distinção do governo de plantão do Estado e não a vinculação deste ao gosto de um partido político, a sociedade que defende e exige mais ética na política, que defende liberdades e garantias individuais, que esta parte deixe para dona Dilma o recado de que não estamos dispostos a trocar a nossa democracia, mesmo que ainda imatura e, portanto, imperfeita, por tirania alguma, por mais embelezada que esta seja.

No vídeo abaixo, comentário do Arnaldo Jabor sobre a cretinice produzida por Vanucchi & Cia.