segunda-feira, janeiro 11, 2010

O que eles querem é o poder com o dinheiro dos outros

Adelson Elias Vasconcellos

A esquerdas sempre foram patéticas no seu ideário: mas, não se enganem, se as mentiras que contam, à luz da razão, não resistem dez segundos de análise, os métodos de que se valem para aplicar aos incautos sua perversão não tem limites e conta com um arsenal impressionante de ilegalidades.

Assim como não se pode apelar para o amor à vida para um terrorista islâmico, também devemos desprezar a tentativa de se apelar à moral, à vergonha na cara, à dignidade, à ética, para um esquerdista. Para eles, os valores e os princípios que fundamentam nossa base social, nosso comportamento e nossos sentimentos, não passam de truques engendrados pelos alta burguesia que nos impõem esta cartilha para nos explorarem.

Mesmo que tal empulhação fosse admissível, ainda assim seria preferível ser escravo no paraíso, do que submisso e sem liberdades no atraso que eles nos oferecem. Não, o outro mundo possível que eles oferecem é a escravização do bem mais precioso do ser humano além da própria vida: o pensamento. Deixamos de pensar por nós mesmos, deixamos de fazer escolhas pela nossa própria vontade, deixamos de expressar nossos próprios sentimentos, passamos a seguir a cartilha da total submissão daquilo que os outros acham que devemos. Ou seja, perdemos nossa identidade, nossa individualidade morre de forma irracional.

Quando o PT era oposição ao governo federal, mas governo no Rio Grande do Sul, dentre tanta nojeira que inventaram, uma se chamou Fórum Social Mundial, para se contraporem ao Fórum Mundial que, anualmente, se realiza em Davos, na Suíça, reunindo os principais líderes mundiais (do mundo civilizado, aquele em que as pessoas anda sobre duas e não quatro patas), além de economistas renomados para se discutir caminhos que tornem a vida humana melhor.

Pois bem, como está dito e afirmado no título, esta gente gosta de fazer sujeira, bagunça, promover desordem e, claro, dilacerar a história e a verdade, sempre bancados com o dinheiro alheio, aquele do capitalismo que tanto condenam. Interessante: enquanto são oposição, eles condenam todos os confortos que a vida moderna proporciona, afirmam é obra do diabo. Uma vez instalados no poder, a corte de que se cercam é puro capitalismo, é puro modernismo, apesar de que seus povos são condenados a viverem das migalhas conforme se vê na Coréia do Norte, em Cuba, na Venezuela, etc.

Uma das razões de censurem a imprensa e reprimirem as oposições é justamente para não serem desmascarados. Esta odeia a democracia porque odeia a verdade.

Volto ao ponto anterior. O tal Fórum, e os gaúchos sabem bem disso, além de torrar inutilmente dinheiro público, dinheiro que deixou de ser canalizado em benefício do próprio povo, deixou muita sujeira, imundície além de muita estupidez escrita. Visitar os locais que restaram pós - forum, era como entrar em chiqueiro de porco. É claro que eles se achavam geniais e entendiam que seus discursos cretinos atingiriam as massas do mundo, e que seriam ouvidos e atendidos em seus apelos. Era a tentativa de internacionalizarem sua aberração ideológica. Assim, depois de três edições em Porto Alegre, em 2004, partiram céleres e faceiros para a conquista do mundo. Em 2005 voltou a Porto Alegre, mas em 2006, o fórum foi realizado de forma “policêntrica”, isto é, descentralizada. Esta divisão de locais fez com que o fórum daquele ano se realizasse de forma simultânea em Mali, na África, Paquistão e Venezuela. E, em 2007, o evento foi realizado em Náirobi, no Quênia, África. Em 2008, o fórum foi substituído por uma semana de mobilização e, em 2009, ele voltou ao Brasil, sendo realizado em Belém, Pará, não por coincidência, estado então governado por petista.

Atenção: todos os eventos foram patrocinados adivinhem por quem? Claro, por dinheiro público. Além de discurso, em cada evento o que mais é distribuído são camisinhas... É, outro mundo é possível, desde que se use preservativos...

Agora, para 2010, apesar de toda a cantilena que tenta espalhar e vingar, o Fórum Social Mundial volta a Porto Alegre com o rabo no meio das pernas.

O FSM quebrou a cara quando deixou de contar com o farto dinheiro público dos gaúchos e do governo federal.

A esquerda gosta de se divertir na própria disneylândia para falar mal dos capitalistas, mas só consegue fazer isto com o dinheiro que peita dos capitalistas.

Humilhados, cabisbaixos, sem mesada, os foristas tiveram que pedir dinheiro até mesmo para o prefeito Fogaça, de Porto Alegre, que na edição anterior mandou-os refazer as atrapalhadas contas que lhe apresentaram para pagar.

O que se espera é que desta vez o FSM não se atrapalhe de novo nas prestações de contas e pelo menos deixe os ambientes frequentados mais limpos e menos poluídos, recolhendo as camisinhas antes do retorno ao doce lar.

É na América Latina que esta gente ainda encontra eco para suas mistificações. É aqui que sua ladainha consegue arrancar aplausos. Não menos verdade, é aqui que a tirania consegue se impor sobre os povos. Há contextos históricos que explicam de forma clara a predisposição dos latinos para serem açoitados pelo autoritarismo. Em vista disto, a verdadeira democracia não consegue se impor, as liberdades vão sendo subjugadas, e os salvadores da pátria vão surgindo como por encanto, reprimindo quem quer seja, com torturas e assassinatos. Hoje são as tiranias de esquerda, como ontem o foram as de direita.

O perigo atual não é tanto o poder pelo poder. Não se tratam mais de razões unicamente de caráter político. O que está em jogo é algo muito pior, e sua cátedra tem assento no Forum de São Paulo, que Lula ajudou a fundar. Além de reunir no bloco as esquerdas latino-americanas, seu guarda-chuvas se estende aos narcotraficantes e terroristas, em que as FARC’s é seu representante maior. E é quem hoje determina a direção a seguir.

Brasil, Venezuela, Equador, Argentina, Nicarágua e Bolívia se tornaram os centros de poder político do grupo. As decisões de militarização que hoje se vê de forma acentuada tanto na Venezuela quanto no Brasil, e com menor intensidade também na Bolívia, visam a impedir que o narcotráfico seja combatido por quem quer que seja.

Mentores cubanos e das FARC’s dão consultoria nos acampamentos do MST. E não é de hoje, e provas é que não faltam de sua presença e ação. O MST, conforme já alertei aqui muitas vezes, e com provas, deixou de ser um movimento social. Suas ações de puro bandidagem não deixam dúvidas sobre o caráter de suas ações. E, não por outra razão, é hoje repelido pela maioria do povo brasileiro.

Queiram ou não, gostem ou não, o Brasil é a porta de entrada e saída das drogas rumo à Europa, Ásia e África. Sua posição geográfica é favorável e invejável. Imaginem o golpe que seria para esta gente se no Brasil, estas portas fossem fechadas? O prejuízo seria devastador. Daí a luta titânica das esquerdas no Brasil para se perpetuarem no poder, e o tal Plano do Vanucchi é sim, e o texto não desmente, a tentativa de se praticar um golpe às instituições e à própria constituição brasileiras, para impedir qualquer ação capaz de dificultar sua ação. Tentam institucionalizar seu ideário marcantemente criminoso.

E, por favor, não se fixem no discurso na canalha sórdida. Analisem os atos, os fatos, as medidas que vão sendo tomadas. O discurso é pura mistificação para encobrir as trevas com que tentam revestir todo o continente.

E não se imagine que a campanha presidencial brasileira, neste ano, se transcorrerá em clima de absoluta normalidade. A ameaça das esquerdas perderem o comando político no Brasil é uma ameaça para a estratégia de poder político e econômico do bloco reunido em torno do Forum de São Paulo. Assim, tudo o que estiver ao alcance deles para impedir o prejuízo, será feito. Como para eles moral não existe, vergonha também não, tentam pela via institucional assaltar as leis e o ordenamento jurídico do país.

A campanha, neste sentido, tende para os caminhos da baixaria mais abjeta que se possa imaginar. Não faltarão dossiês fajutos, a exemplo do que tentaram em 2006 contra Serra, em São Paulo. Não faltarão as mentiras, as empulhações, os golpismos, a plantação desavergonhada de notícias falsas. A montagem das estratégias não será produto apenas da assessoria de comunicação sob o comando de Franklin Martins, ou das maquiagens produzidas pelos marqueteiros. Alguns militantes também se prestarão ao jogo sujo, não faltando aí os jornalistas a soldo, aqueles que vendem as próprias consciências e jogam no lixo seus pudores, para praticarem um proselitismo vagabundo ao preço de cachês e bonificações, sem falar dos carguinhos comissionados.

Portanto, não trataremos apenas da substituição de um presidente em fim de mandato por outro eleito pelo povo. A eleição vai apontar o rumo político do Brasil: ou seja, escolheremos entre a manutenção da democracia, mandando Dilma prá casa cuidar de suas memórias, ou abriremos os portais do inferno para ver prosperar a tirania entre nós. Não se trata de nomes, e sim de regimes políticos.  e, por conseguinte, de destino.

A propósito, abaixo há um link de um trailer de um filme brasileiro, sob o título Segurança Nacional. Não sei se o filme chegará ao circuito comercial, se deixaram exibi-lo como contraponto ao do Filho do Brasil. Isto em ano eleitoral, hein ? Mas vale o seu conteúdo: acreditem, nunca a ficção foi tão coincidente com a realidade. Assistam-no e reflitam.