Blog do Políbio Braga
Enquanto alguma alma boa recolhe os discursos de Dilma Roussef em São Leopoldo e na Assembleia, sexta e sábado, o leitor pode curtir as pérolas a seguir, recolhidas do discurso que ela pronunciou esta semana na inauguração do novo gasoduto da Petrobrás. O leitor perceberá que a ministra não consegue articular duas frases completas, sem parecer que sofre da síndrome da língua e da mente presas. Leia e passe adiante, porque dona Dilma quer ser presidente do Brasil.
No PAC, esse segmento do gasodutos ele é muito importante (..) permite que hoje, com a temperatura que nós temos aqui, está previsto que mais ou menos se atinja algo como 36, 37, 38 graus, isso implica consumo de ar-condicionado, implica também o fato de que nós sabemos que houve, porque o presidente diminuiu a isenção do IPI, uma compra, né, de eletrodomésticos, a chamada linha branca, né, geladeira e outros eletrodomésticos, permitindo então que as pessoas também tivessem um nível melhor”.
“No nosso país, é muito importante essa questão de oportunidade. E o PAC eu acho que ele trouxe um grande impulso, um impulso enorme no Brasil, que é o impulso de construir aquilo que estava faltando no Brasil”.
“Nós só seremos quinta potência se o povo brasileiro for quinta potência nossa, a nossa quinta potência”.
“Dar um passo além no sentido de que todas as crianças do Brasil tenham direito a creche (…) Porque todos os estudos mostram que a diferença, a diferença, o momento importantíssimo na vida de cada um de nós seres humanos se dá entre 0 e 3, 3 e 5 anos, que é quando a gente se forma. E quando uma pessoa, quando uma criancinha não tem na família o acesso a livros, o acesso a todas as questões culturais que uma criança de classe média tem, ela não tem a mesma oportunidade do que as outras (…) Vocês vejam que é possível perfeitamente ter uma visão ampla do país, unir gasoduto com creche pra criança”.