quarta-feira, setembro 08, 2010

Ou o Brasil reage, ou se cala e se curva diante da tirania

Adelson Elias Vasconcellos

Diante do espetáculo asqueroso proporcionado por Lula na propaganda política da Dilma, ontem, claro que não será apenas este espaço a se sentir indignado pela total falta de compostura que, infelizmente, tivemos que presenciar. Aquele cão raivoso que vimos ontem, tem se repetido nos palanques até antes de Lula ser presisdente. Se, quando oposição, alguma bravata era tolerada, o país, porém, não pode condescender com o comportamento imbecil patrocinado por alguém que, muito longe do respeito ao cargo que se acha investido,  se comporta de forma grosseira, estúpida e leviana, tudo porque as vítimas reclamam e cobram a apuração do crime cometido pelo Estado do qual Lula é representante maior, contra uma cidadão que paga impostos sustentam a luxúria e a ostentatação inútil de Lula e sua corte bucéfala,  há quase oito anos.   

Quem age daquela forma destemperada ao dirigir-se à Nação, levando ao ar um rol de mentiras e calúnias, com agressões verbais vulgares e despropositadas, espancando gratuita e injustamente quem por seu governo foi agredida em seu direito, está longe de entender o significado da expressão democracia. 

O que se viu na noite de ontem, foi um desajustado com ares de Tirano. Talvez por ser isto mesmo, é que somente consiga se identificar e se ajustar com os demais ditadores e tiranos que emporcalham alguns países mundo afora. 
Quem mistifica e reinventa a história de seu país a seu favor, com hipocrisias, mentiras e falsidades para se apresentar de forma mistificadora como estadista, esqueceu que o primeiro passo nessa direção deve ser a do respeito ao próximo, além de cultivar uma indispensável humildade inerente aos grandes homens. Aquele comportamente moleque e agressivo é demonstrativo de uma pessoa recalcada, arrogante, ressentida, invejosa ao extremo que não admite que outro ser humano possa lhe ser superior. Aliás, da forma mistificadora como Lula tem agido, principalmente neste seu segundo mandato, ele próprio não consegue ser superior nem consigo próprio.

Ou o Brasil se dá conta do tirano embutido na alma do senhor Lula, ou, em ele elegendo Dilma, terminará de impor ao país os tentáculos de seu autoritarismo. O direito do Lula termina onde começa o direito de Serra, de sua filha, do senhor Eduardo Jorge. Ele não é dono do Brasil e tampouco está acima das leis. Mas, principalmente, está mais do que na hora dele começar a comportar como homem adulto e maduro, e não como moleque atrevido e desmiolado. Há limites prá tudo, até para um simples operário, investido no cargo de presidente,  extrapolar as fronteiras do respeito às leis e ao povo brasileiro. Porque, no fundo, é o povo, e não Lula e seus capachos, lacaios e cúmplices, quem são os verdadeiros donos do Brasil.