quarta-feira, junho 05, 2013

Campanha das prostitutas tem a cara do governo petista

Adelson Elias Vasconcellos

O governo de Dilma Rousseff, criou uma campanha que, no mínimo, é imoral. Deveria ser processado por assédio. O Ministério da Saúde, do senhor Alexandre Padilha, mandou produzir, editar e depois veiculou vídeos em louvor às prostitutas, conforme vimos em reportagem da Exame.com com direito aos tais filminhos. 

Alguém pode até ficar admirado pela ousadia. Mas não é a primeira vez. Em 2006, portanto, ainda no governo Lula, o Ministério do Trabalho disponibilizou em seu site uma tal cartilha que ensinava prostituta a ser...prostituta. Escrevemos a respeito na época. Vejam este trecho:

“...o Ministério do Trabalho durante muito tempo disponibilizou no site do Ministério uma certa cartilha da Prostituta que “ensinava” como tratar clientes, dentre outros “conselhos práticos”, como digamos... agir no desempenho de sua “profissão”. Imagino a pesquisa em campo que os autores da cartilha tiveram que desempenhar para colher “subsídios” para a sua composição e redação final.

Agora, o governo, não satisfeito em querer ensinar prostituta a ser ... prostituta, vem invadir uma autoridade que ninguém nunca lhe deu, e prepara a entrega nas escolas de cartilhas que ensinam jovens de 13 a 19 anos a fazerem sexo !!! Absurdo ? Revoltante ? Abjeto ? Pois é, em se tratando de PT nada surpreende, nem ele invadir a autoridade de pais e de mães, sem que procuração para tanto lhe fosse dada, para ensinar, difundir, incentivar e propagar a realização de sexo entre jovens menores de idade. O mínimo que se espera do Poder Judiciário é a imediata suspensão e destruição do lixo pornográfico que o governo mandou preparar !”.

Porém, eles não estavam ainda satisfeitos. Mais tarde, sob a batuta de Fernando Haddad, o mesmo governo criou o famoso kit gay, uma forma de “incentivar e disseminar sua prática”.

Pois é, esta campanha agora vem apenas coroar um governo que tem verdadeira fascinação pela libertinagem. É um método de destruir os valores de uma sociedade para impor a baderna, a anarquia, onde eles imaginam poder imperar eternamente. Quanto menor o senso de valor, de moral, de decência, de integridade, menor a resistência à ideologia que pregam. 

Diante da gritaria e reação da sociedade, o governo determinou a suspensão da campanha, e o ministro demitiu aquele que ele escolheu como “responsável’, como se uma campanha como essa pudesse ir ao ar sem seu conhecimento. Ou seja, arrebenta a corda sempre do lado mais fraco, o funcionário de baixo escalão que apenas cumpre ordens, para o senhor ministro não perder cacife político. Igual tática foi aplicada em bagunça recente em relação ao Bolsa Família, como se os milhões antecipados pudessem acontecer sem autorização prévia do superior...

Todas estas lambanças e porcarias, pode até não parecer, mas tem  muito a dizer do que seja o governo petista. Esta obsessão pela prostituição é,  no fundo,  a mola mestra de sua maneira de governar. Prostitui-se tudo que uma sociedade tem de decente, de correto, de honesto, de civilizatório para o império do caos.
Os petistas sabem bem que o povo brasileiro tem um forte laço com os valores da cristandade e, por conta disto, são conservadores. Assim, de todas as formas e por todos os meios, tentam como “livrar” a sociedade destes valores, disseminando a discórdia, a divisão de classes, os ódios raciais, a fragmentação em “comunidades” em toda a nação, fracionando o tecido social onde irão professar suas apologias de subversão à ordem. 

Reparem no que a sociedade brasileira está se transformando, o tal “nós” contra “eles”. Quem não aceita o outro lado que eles pregam são caretas, homofóbicos, reacionários, direitistas, preconceituosos, golpistas, dentre outras adjetivações menos nobres. 

Assim, insufla-se a disseminação da criminalidade, a descriminação do aborto e das drogas, a perseguição e ódios religiosos, e, como não poderia faltar, a “santificação das prostitutas e o gayzismo engajado”.

Os costumes,  seja no campo social, ou no político e até na economia,  vão sendo vilipendiados e em seu lugar vaõ se enraizando os ódios, os preconceitos, a degradação, o império da anarquia, ferramentas que se empregam em nome de um projeto de poder. Por aqui, a cidadania que conta é a que não contesta o poder. A liberdade de expressão que é valorizada (e bem remunerada) é a expressão do elogio a favor. O pensamento vencedor é o que aplaude fácil e vota sem reflexão. Quando se chega a tal ponto, o que se vê é um imenso país fragmentado em múltiplas nações, que se confrontam entre si entre os que são a favor e os que são contra os princípios fomentados pelo poder dominante e ditatorial. 

Neste sentido, já não se tem mais um povo, já se perdeu a noção civilizada de se conviver harmonicamente entre diferentes. E se nada for feito, se não houver enorme reação movida pela voz da indignação, muito pouco faltará para que o estado de direito e democrático sucumba de forma inapelável. O saldo final é uma imensa horda de zumbis, uns se alimentando do ódio contra os outros, ódio este tornado o valor condutor das relações sociais.

Os conflitos que ora se vê por  algumas tribos indígenas contra o “não índio”, a exemplo do que já acontecera com os tais ativistas do MST, afora os ecoterroristas, tentam, a qualquer preço, derrubar a única excelência que nos resta que é a atividade agropecuária, a âncora sobre a qual se sustenta a nossa aparente estabilidade. 

Na economia, não apenas já se observa a enorme perda das oportunidades preciosas desperdiçadas na linha do tempo. Dia após dias, descemos um pouco mais, perdemos um pedaço a mais das nossas virtudes e acertos. No plano institucional,  a guerra que se trava é na busca desenfreada de cada uma das partes, e mais e mais privilégios exclusivos para si,  a custa da miserabilidade do restante do país. No plano político, esta ganância inescrupulosa já se tornou a razão de ser e fazer de cada um dos atores. E, no plano social, o processo de decomposição, apesar das resistências, segue a marcha da delinquência generalizada.  

Portanto, a campanha que busca glamourizar a prostituição, a exemplo do que se faz com a ignorância, esta conduzida à condição suprema de superioridade civilizatória, não se trata de uma mera ação eventual. É um método de privatização do Estado, de apropriação do poder em favor de um grupo único e permanente.  Nosso futuro só pode ser um: a indigência social, política e econômica. A isso eles dão o pomposo nome de “progressismo”.  Como se vê, o progresso deles é no sentido oposto da evolução humana.  Assim, e daí o nome da campanha ser tão adequado, eles se declararem felizes em serem prostitutas, por venderem seu atraso a qualquer preço,  fazendo boquete com a ignorância e a degradação de toda a nação, da qual se tornaram seus cafetões em tempo integral.