quarta-feira, junho 13, 2018

Entenda como a apuração da eleição de 2014 pode ter sido fraudada no TSE

José Tonelotto Filho
Tribuna da Internet

Charge do Angeli (Folha de S.Paulo)

Aproveitando que os urubus do Supremo Tribunal Federal viraram cúmplices da fraude nas urnas, “abolindo” a lei do voto impresso, perguntaria aos Institutos de pesquisas, que acredito serem formados por estatísticos, matemáticos: em 2014 muito se falou de fraude nas urnas, nenhum estatístico teve a curiosidade de ver a curva da evolução da apuração dos votos? Não acharam estranho, numa eleição com 3,8% de diferença final, as curvas de votos que apuram minuto a minuto se cruzarem uma única vez?

Se os votos entram no Tribunal Superior Eleitoral aleatoriamente, enviados pelos TREs, não acharam estranho um candidato ganhar cada minuto por 84 minutos seguidos, abrindo 6,7 milhões de votos de diferença e depois perder cada minuto a partir do 85° minuto até o final?


APÓS 50% – 

Não acharam estranho que justamente no 84° minuto da apuração se chegou a 50% dos votos apurados? Ou seja, a partir de 50% dos votos apurados a Dilma começou a ganhar todos os minutos. Isso é uma mera coincidência?

Nenhum estatístico destes Institutos achou isso estranho? Um leigo como eu pôde pesquisar e descobri essa estranha situação, mas os profissionais da estatística não tiverem esta curiosidade? Como acreditar em pesquisas? Como acreditar que estes Institutos são isentos?

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – No dia da eleição, aqui na TI achamos estranhíssimo que o ministro Dias Toffoli, presidente do TSE, tenha proibido a entrada de qualquer outro ministro na sala onde os técnicos ficaram trancados. Apenas 23 pessoas estavam na sala secreta. Estranhamos também que o TRE de Minas Gerais, onde Aécio perdeu a eleição, tenha sido proibido por Toffoli de dar informações sobre a apuração.  E estranhamos também o petista Luiz Eduardo Greenhalgh festejar a vitória de Dilma na internet quando Aécio ainda liderava. Tudo muito estranho. (C.N.)