Abaixo, transcrevemos o texto imbecil de Emir Sader sobre uma frase de Jorge Bornhausen, no auge da safra de escândalos patrocinados pelo PT em 2005. E o que disse de tão repulsivo Jorge Bornhausen ? Eis a frase: "A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos."(Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL). O que se encontra entre parênteses, foi colocado pelo Sader. Ou seja, ele já começa errado.
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Onde há racismo ? Evidente que uma mente depravada e deprimente vai ler o que quiser, vai tirar a conclusão que bem entender, e quanto maior sua personalidade maldosa, quanto mais frívola sua concepção de bem e mal, e quanto mais abjeta sua relação com o mundo civilizado, pior será a sua conclusão. O fato é que o Sader, o Emir brasileiro, não teve em seu artigo um pingo de decência e o que é pior, para um professor, seu texto deveria servir muito antes da análise do conteúdo, mais fortemente pela forma e como prova indelével de sua falta de competência intelectual para a nobre missão do magistério. O sujeito que comete gritantes erros de sintaxe, de ortografia, de grafia, de concordância, não tem a menor competência para estar como professor em uma universidade, se ali o que se deseja ensinar é com elevado nível acadêmico os conhecimentos propostos.
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Seu erro, e crime, foi a tentativa torpe tanto quanto infundada de vestir o criminoso manto de “racista” em Bornhausen, sem retirar de si próprio o mesmo manto. Sader, por seu texto, demonstra não apenas seu racismo endêmico, mas também sua ignorância destilando uma maldade e um ódio incompatíveis com a profissão que exerce. Foi condenado pela justiça em ação movida por Jorge Bornhausen, além de prisão, com a perda da função pública. Agora, esta decisão está sendo contestada por manifesto comandado por José Dirceu que tenta mover os intelectuais (petistas é claro) esquerdo-mongolóide-debilóides para assinarem um "pedido" para que a justiça reverta sua decisão. Para a justiça, é bom que se diga, “racista” é injúria, “Senador racista” é calúnia. Assinar o manifesto de Dirceu, simbolicamente, é se tornar co-autor da acusação e dos dois crimes. Ah, claro que José Dirceu o deputado cassado por corrupção, age bem ao velho estilo delinqüente: faz os outros assinarem (e assim tornam-se cúmplices do condenado), mas ele próprio não assina o tal manifesto. Não é linda a transparência do Zé ? Mas claro que muitos intelectuais estão assinando um manifesto sem terem sequer tomado conhecimento do texto de Sader.
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O doloroso é saber que no Brasil figuras como o “professor” , não são poucas. São muitas. E todos estão espalhados por aí vertendo na sociedade brasileira este ranço venenoso de divisão, de racismo, entupindo nossos estudantes de um virulento ódio contra a “burguesia”, da qual Sader é integrante tanto quanto José Dirceu o é. Destilam seu veneno de forma quase incondicional, uma vez que se esquecem, por lhes ser conveniente, da sua própria condição. Ou será que eles vão querer ser eleitos como os novos pobres ? Mas o que aqui se lamenta mais ainda, é a condição ignorante e vil com que um texto crivado de mentiras tenta fazer ou produzir: vingar um ódio mortal para tudo o que se opõem ao regime fascista propagado sistematicamente pelo petê e seus adesistas. Ou por que dizer que Bornhausen é banqueiro, quando ele não é ? Ou por que criar uma revolta do restante do país para com os descendentes de alemães que vivem e moram em Santa Catarina, que com suor e trabalho honesto, construíram um estado próspero e rico ? O constrangedor do texto canalha, é saber-se que o ataque aos descendentes de Santa Catarina é gratuito, uma vez que Bornhausen, apesar de sua carreira política ter ocorrido naquele estado, é natural do Rio de Janeiro. Ou será que para Sader enriquece-se só pelo caminho do trabalho ordinário e criminoso ?
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Além disto, quem disse ao Sader que o povo brasileiro tornou-se propriedade das esquerdas retrógradas de que ele faz parte e é um defensor ferrenho ? Terá a esquerda que Sader defende com tanto assombro, mãos tão purificadas assim, tão límpidas que ele pode se arvorar como integrante de um partido santificado ? Ou será que Sader esqueceu dos tantos escândalos provocados pelo governo do petê não apenas na esfera federal, mas, também, nas prefeituras do interior de São Paulo que, por onde passou, os problemas de contas irregulares, licitações fraudulentas, contratos superfaturados, desvios de recursos públicos, e outras mazelas, são freqüentes e contínuos ? Ou será que Sader já enterrou o cadáver de Celso Daniel, caso nebuloso sobre o qual pairam suspeitas de simples "queima de arquivo" ? Não Sader, você não tem o direito de se indispor perante a lei, e achar que pode tudo, que pode acusar, vilipendiar, injuriar e caluniar à vontade, achando-se ileso e acima da lei ! Da mesma forma seu petê vermelho. Leia-se a entrevista do marqueteiro de Lula, publicada neste domingo, para se ter a dimensão exata do que seja um partido sem escrúpulos para assaltar o poder !
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E aos intelectuais que se sentirem tentados em caírem no conto do Emir assinando o manifesto decantado por Dirceu, primeiro leiam o que “este professor” escreveu. Reflitam nas palavras que ali se encontram e analisem se o que os senhores intelectuais desejam é fermentar e fomentar todo aquele ódio mortal que exala do folhetim sangrento que o Emir subscreve.
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O Brasil precisa, rápida e urgentemente, retornar à legalidade de suas relações. Não podemos mais conviver com o estado de selvageria que se distende entre nós. Ou retornarmos ao cumprimento da lei, do respeito civilizado que devemos manter com o próximo, ou nos afastaremos cada vez mais de um futuro promissor. Uma sociedade civilizada e progressista, não abre mão do estado de direito, não abre mão do cumprimento da lei em igual sentido para todos os seus cidadãos. Uma sociedade civilizada viverá sempre sob o império da ordem, da lei e da construção de ideais calcados em valores e princípios morais. O que não podemos entender é se desejar construir algo civilizado a partir da anarquia, do divisionismo da nação que o petê vem provocando há anos, ou alimentar entre as instituições o culto ao personalismo, ao ódio de classes e a total perda da noção da moral, da ética, da ordem. Pretensão esdrúxula, por não encontrar paralelo na história da humanidade.
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E aos intelectuais que se sentirem tentados em caírem no conto do Emir assinando o manifesto decantado por Dirceu, primeiro leiam o que “este professor” escreveu. Reflitam nas palavras que ali se encontram e analisem se o que os senhores intelectuais desejam é fermentar e fomentar todo aquele ódio mortal que exala do folhetim sangrento que o Emir subscreve.
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O Brasil precisa, rápida e urgentemente, retornar à legalidade de suas relações. Não podemos mais conviver com o estado de selvageria que se distende entre nós. Ou retornarmos ao cumprimento da lei, do respeito civilizado que devemos manter com o próximo, ou nos afastaremos cada vez mais de um futuro promissor. Uma sociedade civilizada e progressista, não abre mão do estado de direito, não abre mão do cumprimento da lei em igual sentido para todos os seus cidadãos. Uma sociedade civilizada viverá sempre sob o império da ordem, da lei e da construção de ideais calcados em valores e princípios morais. O que não podemos entender é se desejar construir algo civilizado a partir da anarquia, do divisionismo da nação que o petê vem provocando há anos, ou alimentar entre as instituições o culto ao personalismo, ao ódio de classes e a total perda da noção da moral, da ética, da ordem. Pretensão esdrúxula, por não encontrar paralelo na história da humanidade.
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Vivemos um momento crítico em que se discute se o crime compensa, se a subversão é o caminho ideal, se a corrupção e promiscuidade nas relações do Estado não favorecem de modo mais rápido o caminho do progresso. Ou seja, tudo aquilo que trouxe a civilização ao seu atual estágio de progresso e evolução estamos aqui discutindo se valem ou não a pena. Santo Deus ! Estamos dando às costas para um futuro honrado e voltando-nos para os cultos medievais de atraso, barbárie e e decadência moral. Pessoas que redigem apologias ao ódio entre cidadãos estão sendo reverenciadas como os profetas dos novos tempos. E se louvam em seus apêndices de maldade e de corrupção de valores. Ultrajantes e decadentes, não se dão conta de que o lixo da qual foram paridos, os engolfa na mesma ressonância de visão estreita e de valores doentios e prevaricados. Dementes, dançam sob o influxo da indigência mental e da delinqüência moral.
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Cumpra-se a lei em todo o seu vigor e legitimidade. O País precisa rasgar os fios que o atam no marasmo e no caos. O Emir deve entender, assim como seus seguidores, que não poderão continuar incutindo e pregando esta filosofia ordinária de “mete medo” jogando as pessoas umas contra as outras e achando que, do caos instalado, brotará a luz. Para quem ocupa o cargo que ele ostenta, a obrigação primeira seria pregar o entendimento, a paz, a fraternidade, do que valer-se da distorção dos sentidos de um texto para subir no púlpito e pregar sua filosofia anarquista e racista. Mesmo que a contragosto para os esquerdistas, é preciso vingar no Brasil o comportamento rotineiro de que todos são iguais perante a lei, e de a ninguém é dado colocar-se acima dela. Do mesmo modo, a eleição de Lula, por mais votos que as urnas tenham lhe apontado, elas serviram apenas para sua reeleição, não para anistiá-lo de ilegalidades porventura ocorridas, fosse no exercício do primeiro mandato, tanto quanto ao longo da campanha eleitoral. Nem os esquerdistas de todas as vertentes, nem ao trabalhadores, banqueiros, comerciantes e imigrantes de qualquer nacionalidade. Este é o caminho verdadeiro do legítimo estado democrático.
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Não vamos confundir nossa amistosidade com permissividade para se fazer qualquer coisa. Não vamos consentir que o ódio, a intolerância sejam armas para destruir valores e princípios sem os quais viveríamos nas cavernas feito trogloditas. Não se pode permitir que os detratores do progresso, das liberdades, do trabalho seja a eles permitido destruir a união dos povos e das raças, mesmo que as ideologias os esteja a separar. Como, também, não se tem o direito para provocar a cizânia e vingar ações que articulam impor os ataques pessoais na forma da calúnia, da injúria, da perfídia, da mentira, da mistificação. Não podemos permitir, e a Justiça aí está para tanto, que as diferenças de ideologias políticas fomentem o cisma no seio da nação brasileira. Nem tampouco os liberais, os conservadores, os de direita e de esquerda tem tamanho poder. Quem apostar neste caos que trate de mudar de terra. O Brasil não tem esta vocação. Quem apostar nisto está destinado a ficar entalado nos esgotos da degenerescência.
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Texto do Emir Sader:
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”A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos."(Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL).
O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma - recheada de lucros bancários e ressentimentos.
Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo - que ele significativamente trata de "raça".
Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de "essa raça".
É com eles que anda a "elite paulista", ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e o povo.Bom, é o delírio habitual. Bornhausen, Daslu, FHC...
Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio (sic), pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os maiores lucros especulativos do mundo, sua gente será definitivamente derrotada e colocada no lugar que merece - a famosa "lata de lixo da história".
Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação (sic), de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Jorges Bornhausens".
Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa - mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes (sic) e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a "raça" e a contra bancária.Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.Emir Sader
Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".
Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo - que ele significativamente trata de "raça".
Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de "essa raça".
É com eles que anda a "elite paulista", ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e o povo.Bom, é o delírio habitual. Bornhausen, Daslu, FHC...
Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio (sic), pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os maiores lucros especulativos do mundo, sua gente será definitivamente derrotada e colocada no lugar que merece - a famosa "lata de lixo da história".
Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação (sic), de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Jorges Bornhausens".
Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa - mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes (sic) e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a "raça" e a contra bancária.Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.Emir Sader
Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".