
Pois é, e não foi por falta de aviso. O índio boliviano mais uma vez aprontou para cima do Brasil, prá cima da Petrobrás. Na Folha de São Paulo, lemos que perdemos o trono de prima donna do gás para o outro muy amigo e parceiro ... Kirchner, presidente da Argentina, que agora passa a ter prioridade no gás que investimos para que fosse explorado, entramos com dinheiro e tecnologia e recebemos o devido chute no traseiro.
Por minha Nossa Senhora, quando será que o governo Lula aprenderá a não se intrometer com gente desta laia, e se cansará de levar punhalada desta gente medíocre ? Ou será que é a isto que ele chama de integração latino-americana ? Então tá, né, fazer o quê, tem gente que sente prazer em apanhar, vai ver Lula até gosta ! Vá entregando, Lula, vai...
Da Folha de S.Paulo:
"Um decreto supremo e duas resoluções do Ministério de Hidrocarbonetos da Bolívia tira do mercado brasileiro e dá ao argentino, que paga mais, a prioridade no fornecimento de gás natural ao desviar parte da produção exportada ao Brasil para o consumo boliviano. Na avaliação da Petrobras, as medidas ferem contrato de venda e gás entre os dois países estabelecido há 11 anos.
O objetivo da medida, segundo o governo Evo Morales, é assegurar o contrato de fornecimento de gás recém-assinado com a Argentina.
Na avaliação da Petrobras, a medida fere o contrato GSA (Gas Supply Agreement, na sigla em inglês), assinado em 1996, segundo o qual o mercado brasileiro é prioritário para a produção boliviana."
Por minha Nossa Senhora, quando será que o governo Lula aprenderá a não se intrometer com gente desta laia, e se cansará de levar punhalada desta gente medíocre ? Ou será que é a isto que ele chama de integração latino-americana ? Então tá, né, fazer o quê, tem gente que sente prazer em apanhar, vai ver Lula até gosta ! Vá entregando, Lula, vai...
Da Folha de S.Paulo:
"Um decreto supremo e duas resoluções do Ministério de Hidrocarbonetos da Bolívia tira do mercado brasileiro e dá ao argentino, que paga mais, a prioridade no fornecimento de gás natural ao desviar parte da produção exportada ao Brasil para o consumo boliviano. Na avaliação da Petrobras, as medidas ferem contrato de venda e gás entre os dois países estabelecido há 11 anos.
O objetivo da medida, segundo o governo Evo Morales, é assegurar o contrato de fornecimento de gás recém-assinado com a Argentina.
Na avaliação da Petrobras, a medida fere o contrato GSA (Gas Supply Agreement, na sigla em inglês), assinado em 1996, segundo o qual o mercado brasileiro é prioritário para a produção boliviana."