PAC falha nas “grandes questões” energéticas, denunciam investidores
O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo Lula não contempla "grandes questões" do setor energético. Essa é a avaliação de Cláudio Sales, o presidente do Instituto Acende Brasil, uma instituição que representa os investidores do setor elétrico no país.
O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo Lula não contempla "grandes questões" do setor energético. Essa é a avaliação de Cláudio Sales, o presidente do Instituto Acende Brasil, uma instituição que representa os investidores do setor elétrico no país.
.
“Na linha geral, todas as propostas do PAC vão em direção à contribuição”, apontou Sales. No entanto, ele afirma que falta ao ‘pacotão’ de Lula tratar de questões tributárias e medidas para melhorar o ambiente de investimentos. De acordo com o Acende Brasil, a carga tributária do setor elétrico corresponde a 43,7% em média da conta paga pelos consumidores.
“Na linha geral, todas as propostas do PAC vão em direção à contribuição”, apontou Sales. No entanto, ele afirma que falta ao ‘pacotão’ de Lula tratar de questões tributárias e medidas para melhorar o ambiente de investimentos. De acordo com o Acende Brasil, a carga tributária do setor elétrico corresponde a 43,7% em média da conta paga pelos consumidores.
.
“De nada adianta uma regra de leilão perfeita se você não tem como assegurar que todos os competidores agirão pela mesma lógica de racionalidade econômica”, justificou Sales. O dirigente comentou que algumas estatais “conformam com taxas de retorno que sequer remuneram o capital investido”.
**************
Tarso diz que PDT “tem porte” para participar de primeiro escalão
O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, tem trabalhado bastante para encaixar os partidos que fazem parte do “governo de coalizão” no novo Ministério de Lula. Tarso garantiu esta semana que o PDT, que fez oposição – muitas vezes ferrenha – a Lula em parte de seu primeiro mandato, será agora uma das peças fundamentais na nova Esplanada.
“De nada adianta uma regra de leilão perfeita se você não tem como assegurar que todos os competidores agirão pela mesma lógica de racionalidade econômica”, justificou Sales. O dirigente comentou que algumas estatais “conformam com taxas de retorno que sequer remuneram o capital investido”.
**************
Tarso diz que PDT “tem porte” para participar de primeiro escalão
O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, tem trabalhado bastante para encaixar os partidos que fazem parte do “governo de coalizão” no novo Ministério de Lula. Tarso garantiu esta semana que o PDT, que fez oposição – muitas vezes ferrenha – a Lula em parte de seu primeiro mandato, será agora uma das peças fundamentais na nova Esplanada.
.
Segundo o ministro, o PDT é um partido que “tem porte para participar do primeiro escalão”. Ele ainda disse acreditar que todas as legendas que integram a coalizão saberão que o presidente vai acomodar os partidos de acordo com a força política de cada um.
**************
Doações às campanhas eleitorais sob suspeita
Congresso em Foco
.
Segundo o ministro, o PDT é um partido que “tem porte para participar do primeiro escalão”. Ele ainda disse acreditar que todas as legendas que integram a coalizão saberão que o presidente vai acomodar os partidos de acordo com a força política de cada um.
**************
Doações às campanhas eleitorais sob suspeita
Congresso em Foco
.
O jornal O Globo teve acesso a uma análise preliminar da Receita Federal – a definitiva só será realizada em março – das contribuições de pessoas e empresas a candidatos e comitês em 2006 com as declarações de renda de 2005. De um total de 24 documentos verificados, 10 registraram algum tipo de problema, indicando a existência de fraude fiscal ou descumprimento da Lei Eleitoral.Na análise foi detectado, por exemplo, o caso de um homem que declarou um total de R$ 13,5 mil, em 2005, mas arcou com uma doação de R$ 50 mil, em 2006. Teve ainda uma empresa que não declarou rendimento algum, em 2005, mas doou R$ 360 mil durante as eleições.
.
Se a quantidade de documentos com problemas permanecer, mais de 40% das doações feitas nas últimas eleições desobedeceram aos padrões exigidos pela lei.A partir do mês que vem, a Receita Federal fará o cruzamento das doações às campanhas com as declarações de renda de 2006 para descobrir se os contribuintes cometeram alguma irregularidade eleitoral ou tributária.
*************
O que acontece com um assassino na Inglaterra e o que aconteceria com ele no Brasil
Reinaldo Azevedo
O Brasil, como vocês sabem, é inteligente. A Inglaterra é estúpida. No Brasil, conforme eu previ aqui ontem, a OAB e a CNBB se reuniram para debater o que fazer contra o crime e chegaram ao consenso de que não há muito a fazer: o problema, segundo entendi, é nosso. Os padres e os advogados querem que fiquemos calmos. Nada de decidir sob pressão emocional. Já na Inglaterra, um país idiota, um sujeito chamado Roberto Malasi matou uma mulher quando era menor de idade. Tinha 17 anos. Num país sábio como o nosso, ficaria três anos internado e seria posto na rua aos 20 anos. Naquele país de imbecis, vejam só, ele ficou preso até a maioridade e foi julgado. Pegou prisão perpétua. A mulher assassinada estava com um bebê no colo. Os ingleses, cretinos que são, consideraram isso inaceitável. O assassino tinha três comparsas, todos menores de 18: tinham 15, 16 e 17. Ficarão internados, no mínimo, 8 anos. Vão para a rua depois? Não! Serão avaliados. A depender do que acontecer, podem pegar pena de até 30 anos.
Se a quantidade de documentos com problemas permanecer, mais de 40% das doações feitas nas últimas eleições desobedeceram aos padrões exigidos pela lei.A partir do mês que vem, a Receita Federal fará o cruzamento das doações às campanhas com as declarações de renda de 2006 para descobrir se os contribuintes cometeram alguma irregularidade eleitoral ou tributária.
*************
O que acontece com um assassino na Inglaterra e o que aconteceria com ele no Brasil
Reinaldo Azevedo
O Brasil, como vocês sabem, é inteligente. A Inglaterra é estúpida. No Brasil, conforme eu previ aqui ontem, a OAB e a CNBB se reuniram para debater o que fazer contra o crime e chegaram ao consenso de que não há muito a fazer: o problema, segundo entendi, é nosso. Os padres e os advogados querem que fiquemos calmos. Nada de decidir sob pressão emocional. Já na Inglaterra, um país idiota, um sujeito chamado Roberto Malasi matou uma mulher quando era menor de idade. Tinha 17 anos. Num país sábio como o nosso, ficaria três anos internado e seria posto na rua aos 20 anos. Naquele país de imbecis, vejam só, ele ficou preso até a maioridade e foi julgado. Pegou prisão perpétua. A mulher assassinada estava com um bebê no colo. Os ingleses, cretinos que são, consideraram isso inaceitável. O assassino tinha três comparsas, todos menores de 18: tinham 15, 16 e 17. Ficarão internados, no mínimo, 8 anos. Vão para a rua depois? Não! Serão avaliados. A depender do que acontecer, podem pegar pena de até 30 anos.
.
No país, como já informei aqui, uma pessoa pode ser responsabilizada por seus crimes a partir dos 10 anos. Até os 18, cumpre pena em lugar próprio para menores. Depois, é cadeia de gente grande. Mas sabem como é... Querem acabar com a ilha da rainha em três tempos? Mandem pra lá Márcio Thomaz Bastos, um bispo da CNBB e o presidente da OAB. Eles sabem o que fazer com Malasi.
**************
**************
.
A Espanha dá o exemplo
por Instituto Millenium
O modelo de reformas que tirou o atraso da economia espanhola pode servir de lição para o Brasil. Este é o tema da matéria “A Espanha dá o exemplo”, na revista Exame (link ao lado) de 14 de fevereiro de 2007. Pelo fato de caracterizar-se pela consistência a longo prazo e não ser calcado em números estupendos - como o crescimento chinês e indiano - o ininterrupto crescimento espanhol há mais de 30 anos é um modelo de desenvolvimento que merece a atenção do Brasil. O maior mérito deste crescimento, segundo a matéria de Rodrigo Mesquita, é a perseverança. A Espanha seguiu de forma consistente uma estratégia de longo prazo e atacou seus problemas um a um, com sucessivas gerações de reformas. Segundo Guillermo de la Dehesa, presidente do Centre for Economic Policy Research de Londres e um dos artífices da arrancada espanhola, só há dois caminhos para um país ganhar a confiança dos investidores internacionais: políticas estáveis ou a entrada num clube com credibilidade, duas fórmulas utilizadas pela Espanha. A matéria esclarece em detalhes como se deu esse processo e as medidas adotadas ao longo do caminho - entre elas, flexibilização do custo da mão de obra e rigoroso ajuste nas contas públicas - mas também lista os fatores que poderão frear o ritmo de crescimento espanhol nos próximos anos.
**************
Reeleito, deputado já investigado preside comissão
De O Globo:
"Menos de dois meses após responder a processo no Conselho de Ética, acusado de envolvimento no esquema dos sanguessugas, o deputado Wellington Fagundes (PR-MT) acabou premiado: reeleito, vai presidir a Comissão de Desenvolvimento Econômico. O líder de seu partido, Luciano Castro (RR), confirmou ontem a indicação. Acusado pelo empresário Luiz Antônio Vedoin de ter feito acordo para receber 10% do valor por emenda de sua autoria executada, Fagundes foi absolvido pelo conselho, que considerou a acusação improcedente.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico tem tradição nos debates de política econômica, de comércio exterior e sistema monetário. Todos os projetos que envolvem essas questões tramitam ali."
****************
Falou e disse...
A Espanha dá o exemplo
por Instituto Millenium
O modelo de reformas que tirou o atraso da economia espanhola pode servir de lição para o Brasil. Este é o tema da matéria “A Espanha dá o exemplo”, na revista Exame (link ao lado) de 14 de fevereiro de 2007. Pelo fato de caracterizar-se pela consistência a longo prazo e não ser calcado em números estupendos - como o crescimento chinês e indiano - o ininterrupto crescimento espanhol há mais de 30 anos é um modelo de desenvolvimento que merece a atenção do Brasil. O maior mérito deste crescimento, segundo a matéria de Rodrigo Mesquita, é a perseverança. A Espanha seguiu de forma consistente uma estratégia de longo prazo e atacou seus problemas um a um, com sucessivas gerações de reformas. Segundo Guillermo de la Dehesa, presidente do Centre for Economic Policy Research de Londres e um dos artífices da arrancada espanhola, só há dois caminhos para um país ganhar a confiança dos investidores internacionais: políticas estáveis ou a entrada num clube com credibilidade, duas fórmulas utilizadas pela Espanha. A matéria esclarece em detalhes como se deu esse processo e as medidas adotadas ao longo do caminho - entre elas, flexibilização do custo da mão de obra e rigoroso ajuste nas contas públicas - mas também lista os fatores que poderão frear o ritmo de crescimento espanhol nos próximos anos.
**************
Reeleito, deputado já investigado preside comissão
De O Globo:
"Menos de dois meses após responder a processo no Conselho de Ética, acusado de envolvimento no esquema dos sanguessugas, o deputado Wellington Fagundes (PR-MT) acabou premiado: reeleito, vai presidir a Comissão de Desenvolvimento Econômico. O líder de seu partido, Luciano Castro (RR), confirmou ontem a indicação. Acusado pelo empresário Luiz Antônio Vedoin de ter feito acordo para receber 10% do valor por emenda de sua autoria executada, Fagundes foi absolvido pelo conselho, que considerou a acusação improcedente.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico tem tradição nos debates de política econômica, de comércio exterior e sistema monetário. Todos os projetos que envolvem essas questões tramitam ali."
****************
Falou e disse...
.
"Se o governo quer cuidar dos adolescentes, que invista no ensino integral, em vez de proteger delinqüentes perigosos."
"Se o governo quer cuidar dos adolescentes, que invista no ensino integral, em vez de proteger delinqüentes perigosos."
.
Demóstenes Torres, senador (PFL-GO), criticando o governo, que é contra a redução da maioridade penal.
Demóstenes Torres, senador (PFL-GO), criticando o governo, que é contra a redução da maioridade penal.