sexta-feira, março 16, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Para AIE, mundo precisará de produção maior de petróleo
Veja online

A Agência Internacional de Energia (AIE) informou nesta terça-feira que os estoques de petróleo nos países industrializados caminham para a maior baixa em mais de 10 anos. A crise é decorrente do corte de produção promovido recentemente pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). "Dados preliminares sugerem que as reservas caíram 1,26 milhão de barris por dia ao longo dos dois primeiros meses do ano e caminham para o maior recuo em um primeiro trimestre em mais de uma década", afirmou a AIE, que trabalha como consultora de 26 nações industrializadas.

Os ministros da Opep encontram-se a partir desta quinta-feira, em Viena,para definir o volume de produção do cartel nos próximos meses. Nos dois últimos encontros, o grupo, que responde por um terço da extração de petróleo no mundo, concordou em cortar o fornecimento da commodity em 1,7 milhão de barris por dia, um corte de aproximadamente 6%.

De acordo com a Agência Internacional de Energia, a tendência de baixa nos estoques e preços sinaliza que as exportações da Opep precisam crescer nos próximos meses. A AIE manteve uma estimativa para a demanda mundial por petróleo em 86 milhões de barris por dia, um aumento de 1,8% em relação a 2006.

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PT: humilhação explícita
Radar, Veja online

A longa novela da escolha do ministério constitui-se um show de humilhação em praça públlica protagonizado por Marta Suplicy e com roteiro de Lula.

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Brasil continua campeão de desmatamento
Cristine Gerk , Jornal do Brasil

O Brasil, ao lado de México, Indonésia e Papua Nova Guiné, registrou a maior perda de florestas primárias do mundo. O país continua campeão de desmatamento na América do Sul e responde por 73% da diminuição de florestas na região. De acordo com um relatório da Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO) das Nações Unidas, divulgado ontem, as perdas anuais da cobertura florestal brasileira passaram de 0,5% na década de 90 para 0,6% entre 2000 e 2005.

Segundo o documento, mais de 31 mil km² foram desmatados por ano no Brasil no período citado e quase 42 mil km² anuais foram devastados no continente. Agora, a área verde é só metade da área total da América Latina.

Waldir Mantovani, coordenador do curso de gestão ambiental da USP, concorda que o desmatamento é um problema sério no país, um dos poucos onde ainda há florestas no mundo:

- A devastação continua para a exploração da madeira e a abertura de áreas para pecuária e soja. É uma contradição das politicas nacionais promover o desmatamento, maior causa de emissão de gases do efeito estufa no país, para produzir o etanol, com o cartaz de combate ao aquecimento global.
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Por dia, área equivalente ao dobro de Paris é destruída
Jornal do Brasil

Enquanto África, América Latina e Caribe lideram a lista de devastadores, avanços no reflorestamento na Europa e nos EUA contribuiram para uma queda nas taxas globais de desmatamento. Hoje, há mais área verde nessas regiões do que havia nos anos 90. Mas, ainda assim, o planeta perde por dia uma área florestal duas vezes maior que Paris. Por ano, a redução é do tamanho da Inglaterra.

Em 15 anos, de 1990 a 2005, o mundo perdeu 3% da superfície florestal. Cerca de 70% dos 5,2 bilhões de hectares destinados a agricultura estão degradados. Entre 2000 e 2005, 57 países aumentaram a cobertura florestal, enquanto em outros 83, houve diminuição. Mas as inciativas de algumas nações levaram à queda na perda anual de 9 milhões de hectares nos anos 90 para 7,3 milhões em 2005.

- O desmatamento continua em índices inaceitáveis, embora haja sinais de mudança - atestou Wulf Killmann, especialista em florestas da FAO.

Um enorme programa de plantio de árvores na China, por exemplo, rebateu o desmatamento de outras partes da Ásia. Os EUA reportaram um aumento anual da área de floresta de 0,12% nos anos 90 e 0,05% entre 2000 e 2005. Na Europa, as melhorias se devem muito a esforços da Espanha e Itália.
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Mais da metade do desmatamento entre 2000 e 2005 aconteceu na África. O continente já perdeu mais de 9% de sua área verde. Segundo o relatório, pobreza e guerra são os pivôs do desmatamento e o desenvolvimento econômico estimula políticas de conservação.

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Meio Ambiente: O fim de um tormento
Radar, Veja online

Os secretários de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, William Brumer, e do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, uniram esforços para pôr fim ao passivo ambiental da Ingá Mercantil, um dos maiores do país. A empresa faliu em 1998 e deixou nos fundos da Baía de Sepetiba uma montanha vermelha formada por três milhões de toneladas de rejeitos metalúrgicos classificados como altamente perigosos. No mês que vem, os dois governos lançam um edital de licitação para retirar dali o entulho e construir um entreposto aduaneiro que será co-administrado pelo governo mineiro. As obras, limpeza e compra do terreno estão avaliadas em cerca de 150 milhões de reais.

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Mulheres preferiam baixinhos há 4 milhões de anos
Redação Terra

Os homens de baixa estatura eram irresistíveis para as mulheres há cerca de 4 milhões de anos, até a descoberta das armas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira. De acordo com o pesquisador David Carrier, da Universidade de Utah, os homens baixos lutavam melhor, o que lhes garantia maior apelo sexual.

Segundo a pesquisa, divulgada no Times Online, entre os australopitecos, hominídeos antepassados do Homo sapiens, que viveram há cerca de 4 milhões de anos, a baixa estatura lhes garantia mais equilíbrio e, conseqüentemente, mais sucesso nas lutas.

"Os australopitecos mantiveram as pernas curtas durante dois milhões de anos porque um físico compacto e mais estável ajudava os varões a combater pelas mulheres", afirmou Carrier, que ainda disse que os homens mais baixos eram os mais agressivos da época.

Pesquisas em fósseis mostraram que os homens australopitecos tinham cerca de 1,22 metro de altura. Já as mulheres mediam cerca de 1 metro.

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Música: Novos tempos
Radar, Veja online

Com as vendas de CDs em queda livre os músicos apelam para novidades. Dono do Universo Musical, o saxofonista George Israel (do grupo Kid Abelha) está com a idéia de vender não mais um disco, mas um contrato de um ano com seus fãs. O sujeito compra o CD e leva uma senha, que permitirá downloads de tudo o que o artista gravar durante esse período de tempo. Israel quer testar a novidade em seu próximo trabalho solo, previsto para sair até o fim do ano.