Do G1, em São Paulo
A Central Única dos Trabalhadores e o Sindicato dos Metroviários de São Paulo ameaçam parar os serviços de Metrô e ônibus entre as 5h e as 7h de segunda-feira (23). O atraso de duas horas é parte das mobilizações contra a emenda 3 e favor do veto presidencial.
A Central Única dos Trabalhadores e o Sindicato dos Metroviários de São Paulo ameaçam parar os serviços de Metrô e ônibus entre as 5h e as 7h de segunda-feira (23). O atraso de duas horas é parte das mobilizações contra a emenda 3 e favor do veto presidencial.
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Os presidentes da CUT, Artur Henrique, e da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participam de ato público marcado para as 5h de segunda-feira na estação Itaquera do Metrô, na Zona Leste de São Paulo.
Os presidentes da CUT, Artur Henrique, e da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participam de ato público marcado para as 5h de segunda-feira na estação Itaquera do Metrô, na Zona Leste de São Paulo.
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Vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a emenda 3 proibia os auditores fiscais da Receita Federal de autuar ou fechar as empresas prestadoras de serviço constituídas por uma única pessoa, quando entendessem que a relação de prestação de serviços com uma outra empresa era, na verdade, uma relação trabalhista.
Vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a emenda 3 proibia os auditores fiscais da Receita Federal de autuar ou fechar as empresas prestadoras de serviço constituídas por uma única pessoa, quando entendessem que a relação de prestação de serviços com uma outra empresa era, na verdade, uma relação trabalhista.
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A emenda transferia para o Poder Judiciário a definição de vínculo empregatício, beneficiando profissionais liberais que atuam como pessoas jurídicas e as empresas que utilizam seus serviços, em substituição ao contrato de trabalho pela CLT.
A emenda transferia para o Poder Judiciário a definição de vínculo empregatício, beneficiando profissionais liberais que atuam como pessoas jurídicas e as empresas que utilizam seus serviços, em substituição ao contrato de trabalho pela CLT.
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A emenda 3 proibia os auditores fiscais da Receita Federal de autuar ou fechar PJ (pessoas jurídicas) que prestam serviço para empresas. A emenda transferia para o Judiciário a tarefa de interpretar esses contratos e definir se há ou não vínculo empregatício, substituindo o contrato de trabalho pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
COMENTANDO A NOTICIA: Quando um partido político, com assento no executivo federal, usa militantes e sindicalistas para agredir e assaltar esta sociedade, apenas para atender seus comezinhos interesses arrecadatórios, estejam certos: estamos caminhando para o fundo do poço, do qual o resultado é sair de dentro dele embrulhados na camisa de sete-varas do totalitarismo. As Centrais Sindicais absolutamente tem nada a ver com a Emenda 3 da lei da Super-?}Receita. Em nada, o veto ou a manutenção da emenda diz respeito a estes senhores. A menos, é claro, que a cretinice dos vabagundos esteja indicando um caminho desonesto para assaltarem o bolso do contribuinte, sob os auspícios de um governo centrado na canalhice.
Reinaldo Azevedo, em seu blog, nos dá bem a dimensão da safadeza perpetrada pelas Centrais que vai contra ao que o próprio governo garganteou na questão de “regulamentar” o direito de greve, para que o direito de uns não prejudicassem a população brasileira.
Porém, fique claro que a malandragem petista joga o lixo esta capa de proteção quando o assunto é de seu interesse. Interesse como se vê puramente econômico. Chamar esta de cafajeste é suficiente ? Segue o comentário do Reinaldo:
A emenda 3 proibia os auditores fiscais da Receita Federal de autuar ou fechar PJ (pessoas jurídicas) que prestam serviço para empresas. A emenda transferia para o Judiciário a tarefa de interpretar esses contratos e definir se há ou não vínculo empregatício, substituindo o contrato de trabalho pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
COMENTANDO A NOTICIA: Quando um partido político, com assento no executivo federal, usa militantes e sindicalistas para agredir e assaltar esta sociedade, apenas para atender seus comezinhos interesses arrecadatórios, estejam certos: estamos caminhando para o fundo do poço, do qual o resultado é sair de dentro dele embrulhados na camisa de sete-varas do totalitarismo. As Centrais Sindicais absolutamente tem nada a ver com a Emenda 3 da lei da Super-?}Receita. Em nada, o veto ou a manutenção da emenda diz respeito a estes senhores. A menos, é claro, que a cretinice dos vabagundos esteja indicando um caminho desonesto para assaltarem o bolso do contribuinte, sob os auspícios de um governo centrado na canalhice.
Reinaldo Azevedo, em seu blog, nos dá bem a dimensão da safadeza perpetrada pelas Centrais que vai contra ao que o próprio governo garganteou na questão de “regulamentar” o direito de greve, para que o direito de uns não prejudicassem a população brasileira.
Porém, fique claro que a malandragem petista joga o lixo esta capa de proteção quando o assunto é de seu interesse. Interesse como se vê puramente econômico. Chamar esta de cafajeste é suficiente ? Segue o comentário do Reinaldo:
“Greves em SP. Ubaldo, o Paranóico adverte: olhem a ditadura PT-CUT em ação.
Reinaldo Azevedo
Lembram-se da Emenda 3 do lei que criou a Super-Receita? Aquela vetada por Lula, que proíbe que fiscais de Receita se comportassem como juízes?
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A CUT é contra a Emenda 3 porque ela é do interesse de profissionais liberais — formais e que pagam impostos — que não querem ser escravos de sindicatos nem lhes garantir a mamata do imposto sindical.
A CUT é contra a Emenda 3 porque ela é do interesse de profissionais liberais — formais e que pagam impostos — que não querem ser escravos de sindicatos nem lhes garantir a mamata do imposto sindical.
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A Força Sindical é contra pelas mesma razão e porque, hoje em dia, é empregadinha da CUT, e seus capas-pretas são empregadinhos de Lula.
A Força Sindical é contra pelas mesma razão e porque, hoje em dia, é empregadinha da CUT, e seus capas-pretas são empregadinhos de Lula.
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O que a Emenda 3 tem a ver com os metroviários? Nada.
O que a Emenda 3 tem a ver com os motoristas de ônibus? Nada.
O que a Emenda 3 tem a ver com os metroviários? Nada.
O que a Emenda 3 tem a ver com os motoristas de ônibus? Nada.
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E, no entanto, motoristas e metroviários decidiram fazer uma greve, nesta segunda, que promete infernizar a vida de São Paulo. Uma greve contra a Emenda 3 e em defesa do veto de Lula. Isto mesmo: as centrais sindicais estão mobilizando os trabalhadores desses setores em proveito próprio e em defesa de uma decisão de seu chefe supremo. O conjunto dos paulistanos pode viver um dia de inferno porque as centrais sindicais temem que novas formas de contrato de trabalho diminuam o seu poder.
E, no entanto, motoristas e metroviários decidiram fazer uma greve, nesta segunda, que promete infernizar a vida de São Paulo. Uma greve contra a Emenda 3 e em defesa do veto de Lula. Isto mesmo: as centrais sindicais estão mobilizando os trabalhadores desses setores em proveito próprio e em defesa de uma decisão de seu chefe supremo. O conjunto dos paulistanos pode viver um dia de inferno porque as centrais sindicais temem que novas formas de contrato de trabalho diminuam o seu poder.
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Os ônibus prometem parar das 3h30 às 6h.
Os ônibus prometem parar das 3h30 às 6h.
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Os metroviários dizem que vão começar a operar apenas às 6h30, não às 4h30.A intenção é gerar o caos. Se a greve der certo, esses passageiros da madrugada, sem alternativa, superlotarão as estações e terminais, gerando transtornos e atrasos em cascata, que se arrastarão por horas. Trata-se de uma reivindicação que, se atendida, melhora a vida dos motoristas? Não. Trata-se de uma reivindicação que, se atendida, melhora a vida dos metroviários? Não. Trata-se de uma reivindicação que é do exclusivo interessa das centrais sindicais e, claro, do PT.
Os metroviários dizem que vão começar a operar apenas às 6h30, não às 4h30.A intenção é gerar o caos. Se a greve der certo, esses passageiros da madrugada, sem alternativa, superlotarão as estações e terminais, gerando transtornos e atrasos em cascata, que se arrastarão por horas. Trata-se de uma reivindicação que, se atendida, melhora a vida dos motoristas? Não. Trata-se de uma reivindicação que, se atendida, melhora a vida dos metroviários? Não. Trata-se de uma reivindicação que é do exclusivo interessa das centrais sindicais e, claro, do PT.
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Vocês sabem. Não sou um desses jornalistas mentalmente saudáveis que conseguem interpretar a alma profunda de Lula quando ele entra em frenético diálogo com sua própria consciência ou faz comentários com interlocutores. Sou Ubaldo, o Paranóico, perseguido por sindicalistas de casaca e charuto. Na minha paranóia, eu diria que a mobilização das centrais contra a Emenda 3 é o primeiro ato do que eu chamaria de Fase Dois da República Sindical dos Burgueses Sem Capital.
Vocês sabem. Não sou um desses jornalistas mentalmente saudáveis que conseguem interpretar a alma profunda de Lula quando ele entra em frenético diálogo com sua própria consciência ou faz comentários com interlocutores. Sou Ubaldo, o Paranóico, perseguido por sindicalistas de casaca e charuto. Na minha paranóia, eu diria que a mobilização das centrais contra a Emenda 3 é o primeiro ato do que eu chamaria de Fase Dois da República Sindical dos Burgueses Sem Capital.
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Reparem que a questão é puramente política. As centrais sindicais, o PT e a Presidência da República decidiram se unir e dar uma blitz numa lei aprovada pelo Congresso. É uma espécie de ensaio do modelo ideal da República dos Companheiros: se o Parlamento não faz o que ele querem, prometem transformar a vida dos brasileiros num inferno.
Reparem que a questão é puramente política. As centrais sindicais, o PT e a Presidência da República decidiram se unir e dar uma blitz numa lei aprovada pelo Congresso. É uma espécie de ensaio do modelo ideal da República dos Companheiros: se o Parlamento não faz o que ele querem, prometem transformar a vida dos brasileiros num inferno.
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Trata-se de uma chantagem. E os que estão fazendo proselitismo em favor do veto de Lula dirão que se trata de democracia. É assim que se faz a ditadura petista.Só estou mais calmo porque Tasso Jereissati, presidente do maior partido de oposição, já subiu a rampa. Menos de 24 horas depois, Lula acusava o governo de que Tasso fez parte de ser o responsável pela violência no Brasil, numa prova evidente de que a conversa, com efeito, rendeu frutos... “
Trata-se de uma chantagem. E os que estão fazendo proselitismo em favor do veto de Lula dirão que se trata de democracia. É assim que se faz a ditadura petista.Só estou mais calmo porque Tasso Jereissati, presidente do maior partido de oposição, já subiu a rampa. Menos de 24 horas depois, Lula acusava o governo de que Tasso fez parte de ser o responsável pela violência no Brasil, numa prova evidente de que a conversa, com efeito, rendeu frutos... “