Erro em computador deixa garoto 12 dias na cadeia
Redação Terra
Um garoto de 15 anos ficou preso por 15 dias nos Estados Unidos porque o computador de uma escola não atualizou seu relógio no horário de verão. Uma ameaça da bomba falsa foi feita e o horário registrado da chamada estava uma hora defasado, de acordo com o site Passably News.
Cody Webb foi preso no último mês depois que a escola de Hempfield recebeu uma ameaça de bomba em uma linha restrita para estudantes às 3h17 no dia 11 de março. A polícia acreditou ter pego o culpado quando viram os registros telefônicos e os compararam com o horário do trote, indicando que Cody teria feito a chamada.
Como o computador que registrava as chamadas estava com o horário errado, a ligação de Cody foi confundida com outra uma hora depois. Apesar da gravação ter uma voz completamente diferente da do garoto, ele foi preso e passou 12 dias em um centro de detenção de menores.
As técnicas de investigação da escola também impressionaram o menino. A diretora da escola chamou Cody para seu escritório e perguntou-lhe seu número. Quando recebeu a resposta, começou a agitar os braços e gritar "pegamos ele! pegamos ele!".
Após a escola perceber seu erro, todas as acusações contra Coby foram retiradas.
Redação Terra
Um garoto de 15 anos ficou preso por 15 dias nos Estados Unidos porque o computador de uma escola não atualizou seu relógio no horário de verão. Uma ameaça da bomba falsa foi feita e o horário registrado da chamada estava uma hora defasado, de acordo com o site Passably News.
Cody Webb foi preso no último mês depois que a escola de Hempfield recebeu uma ameaça de bomba em uma linha restrita para estudantes às 3h17 no dia 11 de março. A polícia acreditou ter pego o culpado quando viram os registros telefônicos e os compararam com o horário do trote, indicando que Cody teria feito a chamada.
Como o computador que registrava as chamadas estava com o horário errado, a ligação de Cody foi confundida com outra uma hora depois. Apesar da gravação ter uma voz completamente diferente da do garoto, ele foi preso e passou 12 dias em um centro de detenção de menores.
As técnicas de investigação da escola também impressionaram o menino. A diretora da escola chamou Cody para seu escritório e perguntou-lhe seu número. Quando recebeu a resposta, começou a agitar os braços e gritar "pegamos ele! pegamos ele!".
Após a escola perceber seu erro, todas as acusações contra Coby foram retiradas.
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COMENTANDO A NOTICIA: É por estas e outras que me ponho contra à pena de morte no Brasil. Primeiro porque não se está livre de seu uso político. Segundo, porque a Justiça erra e erra muito em seus julgamentos. Terceiro, porque o sistema de investigação policial brasileiro ainda data do século 18 e, por fim, porque inúmeras vezes já tivemos prisões injustas de pessoas com mesmo nome, ou com aparência semelhante, ou erro primário do inquérito policial. Porém, sou favorável à prisão perpétua. Pelo menos, aqui, se injustiças houver, há tempo para se corrigir. Quanto à pena de morte...
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Grupo argentino é novo dono do McDonald's na América Latina
Revista Época Negócios
COMENTANDO A NOTICIA: É por estas e outras que me ponho contra à pena de morte no Brasil. Primeiro porque não se está livre de seu uso político. Segundo, porque a Justiça erra e erra muito em seus julgamentos. Terceiro, porque o sistema de investigação policial brasileiro ainda data do século 18 e, por fim, porque inúmeras vezes já tivemos prisões injustas de pessoas com mesmo nome, ou com aparência semelhante, ou erro primário do inquérito policial. Porém, sou favorável à prisão perpétua. Pelo menos, aqui, se injustiças houver, há tempo para se corrigir. Quanto à pena de morte...
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Grupo argentino é novo dono do McDonald's na América Latina
Revista Época Negócios
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A rede de fast food McDonalds anunciou nesta sexta-feira (20/4) de toda sua operação na América Latina para o grupo argentino Woods Staton, um parceiro de longa data da rede. A empresas americana possui 1.600 restaurantes na América Latina, sendo 544 no Brasil. Segundo reportagem do G1, o McDonalds espera receber cerca de US$ 700 milhões com o negócio, que envolve um acordo de licenciamento de 20 anos. A transação deve ser concluída em poucos meses.
A rede de fast food McDonalds anunciou nesta sexta-feira (20/4) de toda sua operação na América Latina para o grupo argentino Woods Staton, um parceiro de longa data da rede. A empresas americana possui 1.600 restaurantes na América Latina, sendo 544 no Brasil. Segundo reportagem do G1, o McDonalds espera receber cerca de US$ 700 milhões com o negócio, que envolve um acordo de licenciamento de 20 anos. A transação deve ser concluída em poucos meses.
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O argentino Woods Staton é sócio da rede McDonald's na Argentina e supervisor das operações no Uruguai, Chile e Paraguai. Herdeiro de uma família abastada, Staton já aparecia como um dos líderes na corrida pelos ativos do McDonald's na América Latina.
O argentino Woods Staton é sócio da rede McDonald's na Argentina e supervisor das operações no Uruguai, Chile e Paraguai. Herdeiro de uma família abastada, Staton já aparecia como um dos líderes na corrida pelos ativos do McDonald's na América Latina.
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Segundo informações que circulam no mercado, o Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, também estaria envolvido no negócio, mas o comunicado do McDonald's não cita a empresa como parte da operação.
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Rússia: Vinícolas mudam de nacionalidade
Por Sérgio Ruiz Luz, Revista EXAME
Interessadas no crescimento do mercado mundial de bebidas, as empresas russas invadiram a França em busca de boas aquisições no setor. Vinícolas e destilarias estão no alvo. Um dos negócios recentes envolveu a venda da tradicional casa de conhaque Croizet-Eymard para a Russian Wine Trust. O assédio a outras companhias deve prosseguir, apesar da alta valorização de algumas áreas. O preço do hectare nas melhores regiões produtoras da França é de aproximadamente 27 000 dólares. Além do bom desempenho dos mercados globais de vinhos e conhaques, os russos têm outro bom motivo para investir no exterior. Sua bebida nacional, a vodca, na contramão da tendência global do setor, perdeu 15% no volume de vendas desde 2000, segundo dados da consultoria Euromonitor.
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Dilma cada vez mais forte
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo
"Depois de vencer o embate com Marina Silva, obrigada por Lula a reorientar o Ministério do Meio Ambiente de modo a não atrapalhar o PAC, Dilma Rousseff deverá anotar mais um ponto, com a ida de sua pupila Maria das Graças Foster, presidente da BR Distribuidora, para a diretoria de Gás e Energia da Petrobras. Vem de longe a queda-de-braço entre a chefe da Casa Civil e o presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, defensor da permanência de Ildo Sauer no posto a ser ocupado por Foster. Em seu momento mais dramático, a novela teve uma conversa Lula-Gabrielli em que este disse que, se fosse para Dilma mandar assim na Petrobras, seria melhor arranjar outro presidente para a empresa. Agora é engolir o sapo."
Segundo informações que circulam no mercado, o Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, também estaria envolvido no negócio, mas o comunicado do McDonald's não cita a empresa como parte da operação.
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Rússia: Vinícolas mudam de nacionalidade
Por Sérgio Ruiz Luz, Revista EXAME
Interessadas no crescimento do mercado mundial de bebidas, as empresas russas invadiram a França em busca de boas aquisições no setor. Vinícolas e destilarias estão no alvo. Um dos negócios recentes envolveu a venda da tradicional casa de conhaque Croizet-Eymard para a Russian Wine Trust. O assédio a outras companhias deve prosseguir, apesar da alta valorização de algumas áreas. O preço do hectare nas melhores regiões produtoras da França é de aproximadamente 27 000 dólares. Além do bom desempenho dos mercados globais de vinhos e conhaques, os russos têm outro bom motivo para investir no exterior. Sua bebida nacional, a vodca, na contramão da tendência global do setor, perdeu 15% no volume de vendas desde 2000, segundo dados da consultoria Euromonitor.
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Dilma cada vez mais forte
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo
"Depois de vencer o embate com Marina Silva, obrigada por Lula a reorientar o Ministério do Meio Ambiente de modo a não atrapalhar o PAC, Dilma Rousseff deverá anotar mais um ponto, com a ida de sua pupila Maria das Graças Foster, presidente da BR Distribuidora, para a diretoria de Gás e Energia da Petrobras. Vem de longe a queda-de-braço entre a chefe da Casa Civil e o presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, defensor da permanência de Ildo Sauer no posto a ser ocupado por Foster. Em seu momento mais dramático, a novela teve uma conversa Lula-Gabrielli em que este disse que, se fosse para Dilma mandar assim na Petrobras, seria melhor arranjar outro presidente para a empresa. Agora é engolir o sapo."